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BRAGANÇA: VIOLÊNCIA EXTREMA MOBILIZA HELICÓPTERO DO INEM E POLÍCIA

O pânico instalou-se na A4, junto ao Nó da Seara, após uma perseguição alucinante envolver mais de 30 cidadãos de etnia cigana. Ouviram-se tiros, houve extrema violência e um helicóptero do INEM foi acionado de urgência.

Por: Vítor Fernandes


A Autoestrada 4 (A4) transformou-se num verdadeiro campo de batalha ao início da tarde de hoje, precisamente às 13h45. Um cenário de terror e violência extrema tomou conta do Nó da Seara, no sentido Bragança-Espanha, quando uma perseguição em plena via rápida culminou em desacatos graves envolvendo mais de 30 cidadãos de etnia cigana.

Segundo fonte policial, os desacatos terão começado na sequência de uma desavença familiar associada à alegada subtração de uma criança de três anos pelo pai.

A Rádio Regional sabe que várias viaturas estiveram envolvidas na perseguição, contudo apenas duas se envolveram em acidente provocando 6 feridos, um dos quais em estado grave.

No local, assistiu-se a momentos de pânico. Testemunhas próximas do local ouviram disparos de armas de fogo e registaram-se cenas de muita violência física, com o recurso a armas e paus.

Segundo o que a Rádio Regional conseguiu apurar no local dos acontecimentos, na origem deste ajuste de contas violento estará o alegado rapto de uma criança, um motivo que incendiou os ânimos e desencadeou a perseguição implacável pela autoestrada.

A gravidade dos ferimentos e a dimensão do aparato obrigaram ao acionamento imediato do INEM, que mobilizou o helicóptero de socorro rápido para o local. Vários elementos da polícia foram igualmente chamados de urgência para tentar conter a fúria dos envolvidos e repor a ordem pública numa zona marcada pelo caos.

Até às 16 horas desta quinta-feira, a criança alegadamente raptada, ainda não tinha sido recuperada

O trânsito automóvel foi reaberto após dispositivo policial.

Atualização: Ao final da tarde desta quinta-feira a GNR localizou o pai e a criança alegadamente raptada. Todo o caso foi entregue à Polícia Judiciária para investigação criminal.


Vítor Fernandes

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