NACIONAL
GNR APELA À “RESPONSABILIDADE” E REVELA 45 DETIDOS POR FOGO POSTO
O balanço da atividade da Guarda Nacional Republicana até 31 de agosto revela 45 detenções em flagrante e a identificação de 621 suspeitos do crime de incêndio florestal. A força de segurança reforça a fiscalização e apela à população para evitar comportamentos de risco, como queimas e fogueiras, numa altura em que o perigo se mantém elevado.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) já deteve 45 pessoas em flagrante delito e identificou 621 suspeitos do crime de incêndio florestal desde o início do ano. Num balanço da sua atividade, divulgado esta sexta-feira, a GNR reforça o apelo ao “sentido de responsabilidade de todos os cidadãos” para evitar comportamentos de risco.
Os dados, referentes ao período até 31 de agosto, mostram que a GNR elaborou 2.249 autos de contraordenação no âmbito da defesa da floresta. A principal causa continua a ser a falta de limpeza de terrenos, com 1.773 autos por má gestão de combustível, seguida pelo uso indevido do fogo, com 344 autos.
Face ao risco persistente, a GNR apela à população para que evite comportamentos que possam causar incêndios, nomeadamente “fazer lume ou fogueiras, realizar queimas ou queimadas e lançar foguetes”. A Guarda recorda ainda as regras de segurança para a circulação de maquinaria agrícola em espaços rurais.
No âmbito da campanha “Floresta Segura 2025”, a GNR tem intensificado a sua presença no terreno. Até ao final de agosto, foram realizadas mais de 42 mil patrulhas de vigilância e mais de 5 mil ações de sensibilização, que abrangeram quase 100 mil pessoas em todo o país. A GNR reforça que a proteção da floresta é uma “responsabilidade de todos”.
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