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VILA REAL: NOVA LINHA DE AUTOCARRO VAI LIGAR UTAD AO HOSPITAL
O presidente da Câmara de Vila Real, Alexandre Favaios, reafirmou hoje o compromisso de criar uma linha de transportes públicos dedicada para ligar o campus da UTAD ao Hospital da cidade. A medida visa apoiar o novo curso de Medicina, previsto para 2026/27, facilitando a mobilidade dos estudantes entre as aulas teóricas e a prática clínica. A autarquia discute ainda o alargamento de horários para apoiar o estudo noturno.
O Município de Vila Real vai avançar com a criação de uma linha de transportes dedicada exclusivamente à ligação entre a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e a Unidade Local de Saúde (Hospital de Vila Real). A garantia foi dada esta quarta-feira pelo presidente da Câmara, Alexandre Favaios, como parte da estratégia de apoio ao novo mestrado integrado em Medicina.
Após a aprovação do curso pela A3ES no início do mês, o autarca reuniu-se esta semana com a reitoria para preparar a logística necessária para o ano letivo 2026/27. “Esta é uma excelente notícia para Vila Real e para o país”, afirmou Favaios, sublinhando a necessidade de operacionalizar o projeto.
A nova linha de autocarro servirá para mitigar a distância entre o campus universitário e o hospital, situados em opostos da cidade. A oferta será integrada na revisão da rede de transportes e ajustada às “reais necessidades”, dependendo dos horários e do número de alunos (previstos 40 por ano) que terão de circular entre as aulas e a prática clínica.
Mais autocarros à noite e reforço no alojamento Na reunião com a UTAD, discutiram-se ainda outras medidas para tornar Vila Real um destino universitário mais atrativo. Está em cima da mesa o alargamento do horário dos transportes públicos no campus, caso a universidade decida prolongar o funcionamento da biblioteca para lá das 19h00, respondendo à procura dos estudantes por locais de estudo abertos 24 horas.
Sobre o alojamento, Alexandre Favaios destacou que a UTAD está prestes a concluir obras que duplicarão a oferta para 1.200 camas, com o município disponível para ajudar a aumentar ainda mais essa capacidade. “Depois da boa notícia [da aprovação do curso], o mais importante é irmos ao trabalho”, rematou o autarca.
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