REGIÕES
SABROSA: AUTARQUIA DECLARA SITUAÇÃO DE ALERTA
Câmara de Sabrosa declara Situação de Alerta Municipal devido ao mau tempo e risco de derrocadas. A medida entra em vigor imediatamente e estende-se até ao dia 11 de fevereiro, visando agilizar a resposta a ocorrências provocadas pela chuva persistente.
O Município de Sabrosa ativou, esta quinta-feira, a Declaração de Situação de Alerta de Âmbito Municipal. A decisão, fundamentada num despacho assinado pela presidente da Câmara Municipal, Maria Helena Marques Pinto da Lapa, surge em resposta às “condições meteorológicas excecionais” que têm assolado o concelho, caracterizadas por precipitação intensa e persistente.
De acordo com a autarquia, o mau tempo dos últimos dias provocou diversas ocorrências significativas, nomeadamente a derrocada de muros para a via pública e o colapso de taludes de suporte a infraestruturas viárias. Estas situações obrigaram à realização de intervenções urgentes de limpeza e consolidação para garantir o acesso das populações e a circulação de meios de socorro.
Cortes de estrada e riscos de cheia
Face ao risco iminente de colapso de taludes em propriedades agrícolas, a circulação rodoviária foi interdita na Estrada Municipal 590, junto ao Cais da Foz, no lugar do Pinhão (União de Freguesias de Provesende, Gouvães do Douro e São Cristóvão do Douro).
O município alerta ainda para a possibilidade de cheias na zona do Cais da Foz e no Bairro do Carrasco. A zona ribeirinha está sob monitorização diária e poderá ser interditada caso a segurança pública esteja comprometida. As previsões meteorológicas apontam para a continuidade da precipitação e consequente saturação dos solos, mantendo-se elevado o risco de novos deslizamentos e cheias nos rios Pinhão e Douro.
Compreenda a duração e objetivos da medida
A Declaração de Situação de Alerta é válida por um período de seis dias, terminando às 23h59 de 11 de fevereiro de 2026, podendo ser prorrogada ou revogada consoante a evolução operacional.
Esta ativação permite à Câmara Municipal:
Reforçar a capacidade de resposta e mobilização de recursos humanos e materiais;
Adotar medidas excecionais de forma célere face à iminência de situações de risco;
Assegurar a coordenação institucional entre as várias entidades de proteção civil.
O despacho foi comunicado às Juntas de Freguesia, ao Comando Sub-Regional do Douro da ANEPC, às forças de segurança e demais agentes de proteção civil locais.




