REGIÕES
PORTO: MULHER DE 25 ANOS DETIDA POR BURLAS DE 1,7 MILHÕES DE EUROS
Uma empresária, de 25 anos e residente no distrito do Porto, foi detida por burlar 12 lesados em um milhão e 720 mil euros, através de alegados investimentos na área da saúde mental, anunciou esta quarta-feira a Polícia Judiciária (PJ).
Uma empresária, de 25 anos e residente no distrito do Porto, foi detida por burlar 12 lesados em um milhão e 720 mil euros, através de alegados investimentos na área da saúde mental, anunciou esta quarta-feira a Polícia Judiciária (PJ).
Em comunicado, a PJ explica que a arguida “terá elaborado um esquema de obtenção ilícita de dinheiro, através de supostos investimentos na área de saúde mental, o que lhe permitiu apoderar-se indevidamente, de 2019 a 2021, de quantias que ascendem” a um milhão e 720 mil euros.
Fonte da PJ adiantou à agência Lusa que os crimes foram cometidos em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, acrescentando que a jovem se intitulou como “empresária” e apresentava “sinais exteriores de riqueza”.
“A arguida criou uma empresa de psicologia clínica e, supostamente, pretendia investir na área da saúde de mental. Uma série de pessoas incautas entregou-lhe bastante dinheiro para investir neste negócio, que nunca existiu. Só mais tarde é que se aperceberam que estavam a ser enganados, que era um logro, pois não havia clínicas nenhumas”, explicou a mesma fonte.
No comunicado, a PJ dá conta de que “foram identificados, como lesados, 11 pessoas individuais e uma pessoa coletiva”.
A mulher está indiciada dos crimes de burla qualificada e de falsificação de documento.
A detida vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.
REGIÕES
MATOSINHOS: MILITAR DA GNR ALVO DE PROCESSO DISCIPLINAR POR ALEGADA AGRESSÃO
O Comando Geral da GNR instaurou um processo disciplinar a um militar na sequência de uma alegada agressão a um condutor no sábado, em Perafita, Matosinhos, confirmou hoje à Lusa a Guarda.
O Comando Geral da GNR instaurou um processo disciplinar a um militar na sequência de uma alegada agressão a um condutor no sábado, em Perafita, Matosinhos, confirmou hoje à Lusa a Guarda.
Questionada pela Lusa sobre a alegada agressão hoje revelada por vários órgãos de comunicação social com base num suposto vídeo, a Divisão de Comunicação e Relações Públicas da GNR respondeu sem nunca mencionar ter havido agressão.
“Cumpre-me informar que a situação visualizada no vídeo ocorreu no passado sábado, dia 25 de janeiro, na localidade de Perafita, em Matosinhos, na sequência de uma ocorrência de acidente de viação, tendo resultado na detenção do condutor envolvido, pelo crime de condução sob influência de álcool”, lê-se na resposta assinada pelo major David dos Santos.
E acrescenta: “adicionalmente, importa ainda referir que, depois de analisadas as imagens no referido vídeo, foi determinada a abertura do respetivo procedimento de âmbito disciplinar, com vista ao apuramento das circunstâncias em que ocorreram os factos”.
A Lusa perguntou também se o militar permanece em funções ou se foi afastado, mas não obteve resposta.
REGIÕES
OVAR: PENA SUSPENSA PARA EX-FUNCIONÁRIA QUE DESVIO DINHEIRO DA AUTARQUIA
O Tribunal de Aveiro condenou esta quarta-feira a três anos e nove meses de prisão suspensa uma antiga funcionária da Câmara de Ovar suspeita de se ter apropriado de cerca de 70 mil euros da tesouraria municipal durante quatro anos.
O Tribunal de Aveiro condenou esta quarta-feira a três anos e nove meses de prisão suspensa uma antiga funcionária da Câmara de Ovar suspeita de se ter apropriado de cerca de 70 mil euros da tesouraria municipal durante quatro anos.
Durante a leitura do acórdão, a juíza presidente disse que ficaram demonstrados os factos que eram imputados à arguida, ocorridos entre 2014 e 2017.
A arguida foi condenada a três anos de prisão, por um crime de peculato na forma continuada, e dois anos e dois meses, por um crime de falsidade informática.
Em cúmulo jurídico, foi-lhe aplicada uma pena única de três anos e nove meses de prisão, suspensa na sua execução por igual período.
O tribunal julgou ainda totalmente procedente o pedido cível deduzido pelo município de Ovar, pelo que a arguida terá de restituir a quantia de que se apropriou.
O caso teve origem em 2017, após uma auditoria da Inspeção-Geral de Finanças ter detetado irregularidades relativas à arrecadação de receita.
Na altura, o executivo então liderado pelo social-democrata Salvador Malheiro ordenou a instauração de um inquérito para apuramento dos factos, que deu origem à abertura de um processo disciplinar de que resultou o despedimento da funcionária acusada e a participação dos factos ao Ministério Público (MP).
O caso está relacionado com um esquema de atribuição de notas de crédito, em que a funcionária registava como recebidas verbas que na verdade não chegavam a entrar nos cofres da autarquia.
Segundo a acusação do MP, a arguida terá procedido à emissão de notas de crédito, mediante as quais se terá procedido à anulação de faturas emitidas, sem que fosse emitida nova fatura, ficando para si com o dinheiro cobrado.
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