O guarda-redes internacional português José Sá afirmou esta quinta-feira que a seleção nacional possui argumentos para vencer o Mundial 2026, embora considere que o estatuto de favorito pertence às nações que já conquistaram o troféu no passado.
Em conferência de imprensa realizada na Cidade do Futebol, José Sá foi o porta-voz do grupo de trabalho que prepara a participação portuguesa no próximo Campeonato do Mundo. O guardião do Wolverhampton, atualmente com 33 anos, sublinhou a maturidade do plantel às ordens de Roberto Martínez, rejeitando a ideia de que a experiência seja um atributo exclusivo dos jogadores mais velhos. Para Sá, a equipa das “quinas” apresenta hoje uma vivência competitiva alargada em todos os setores, fruto da presença dos atletas nos principais campeonatos europeus.
Questionado sobre as hipóteses de Portugal na prova que decorre nos Estados Unidos, México e Canadá, o guarda-redes foi cauteloso mas ambicioso. Referiu que o grupo tem analisado as participações lusas em edições anteriores para identificar os erros que impediram o sucesso final. José Sá garantiu que Portugal é um firme candidato ao título, mas preferiu atribuir a pressão do favoritismo a seleções como o Brasil, a Argentina ou a França.
O jogador abordou ainda o ambiente no balneário face às notícias sobre o futuro do selecionador Roberto Martínez, cujo contrato termina no final de julho. Sá assegurou que o tema é estranho aos jogadores, que estão focados exclusivamente na competição desportiva. Sobre a sua utilização nos próximos amigáveis contra o Chile e a Nigéria, o guardião mostrou-se disponível para contribuir, realçando a sã competitividade com os restantes guarda-redes convocados para esta fase final histórica.



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