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CHAVES: PLANO DE OPERAÇÕES PARA INCÊNDIOS RURAIS NO ALTO TÂMEGA
O Quarteirão Cultural de Chaves recebeu a apresentação do Plano de Operações Sub-Regional do Alto Tâmega e Barroso para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026. O documento define a estratégia de prevenção e combate para a próxima época crítica na região.
O Quarteirão Cultural de Chaves recebeu a apresentação do Plano de Operações Sub-Regional do Alto Tâmega e Barroso para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026. O documento define a estratégia de prevenção e combate para a próxima época crítica na região.
A sessão, organizada pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT), reuniu autarcas, agentes de socorro e entidades de gestão de risco. Foram divulgados os meios humanos e materiais, bem como a articulação entre bombeiros, forças de segurança e serviços municipais.
O presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, enfatizou a prevenção, alertando para o aumento de ignições e o impacto do abandono agrícola e do despovoamento, fatores que facilitam a propagação de fogos. Fátima Fernandes, presidente da CIMAT e autarca de Montalegre, destacou o trabalho de planeamento e reconhecimento realizado pelas equipas técnicas ao longo do ano. Um dos pontos centrais foi o reforço operacional com a aquisição, pela CIMAT, de uma nova máquina de rasto para gestão de combustível, elevando para oito o número de equipamentos disponíveis no Sub-Comando Regional.
Foram, contudo, apontados os elevados custos de manutenção, transporte e as indemnizações a proprietários de terrenos onde são criados corta-fogos, encargos que representam um esforço financeiro para os municípios. O plano visa otimizar recursos e reforçar a coordenação institucional numa das regiões portuguesas mais vulneráveis ao risco de incêndio rural.




