O cabaz de 63 produtos alimentares essenciais, monitorizado pela DECO PROteste, registou uma ligeira descida de 1,53 euros esta semana, fixando-se nos 252,07 euros.
A análise semanal da DECO PROteste, realizada entre 5 e 12 de agosto, aponta para uma ligeira redução no preço do cabaz de 63 produtos alimentares essenciais, que se fixou nos 252,07 euros. Esta descida de 1,53 euros face à semana anterior não reverte, contudo, a tendência de encarecimento observada desde o início do ano e em anos anteriores.
Comparativamente ao início de 2026, o valor do cabaz é atualmente 10,24 euros superior. Nessa altura, os consumidores gastavam menos 4,23% para adquirir os mesmos produtos. Face ao mesmo período de 2025, o cabaz está 7,77 euros mais caro, o que corresponde a uma subida de 3,18%.
A disparidade é ainda mais acentuada quando se recua até 5 de janeiro de 2022, data em que a DECO PROteste iniciou a sua monitorização. Desde então, o custo do cabaz aumentou 64,37 euros, o que representa uma diferença de 34,29%.
Na última semana, alguns produtos destacaram-se pelos maiores aumentos percentuais. Os douradinhos de peixe registaram um acréscimo de 13%, passando a custar 6,02 euros. A couve-coração viu o seu preço subir 12%, para 1,94 euros, e os flocos de cereais ficaram 11% mais caros, atingindo os 2,68 euros.
Em relação ao mesmo período do ano passado, em 2025, os produtos com maiores subidas percentuais foram o bacalhau graúdo, com um aumento de 25% para 19,48 euros por quilograma, a couve-coração, também com uma subida de 25% para 1,94 euros por quilograma, e o robalo, que encareceu 21%, custando agora 10,16 euros por quilograma.


