O principal índice da Bolsa de Lisboa, o PSI, fechou esta segunda-feira, 17 de agosto de 2026, com uma desvalorização de 0,38%, para os 9.219,73 pontos, num cenário de quedas generalizadas que se estendeu aos mercados europeus.
A Bolsa de Valores de Lisboa encerrou a sessão desta segunda-feira, 17 de agosto de 2026, com uma desvalorização de 0,38% no seu principal índice, o PSI, que se fixou nos 9.219,73 pontos. Este desempenho negativo foi reflexo da tendência observada nas principais praças financeiras europeias, que também registaram perdas generalizadas. Dos dezasseis títulos que compõem o PSI, treze fecharam no vermelho, apenas dois valorizaram e um permaneceu inalterado.
As maiores descidas no mercado nacional foram sentidas no setor do retalho, com a Sonae SGPS a liderar as perdas, cujas ações tombaram 1,58%, para 1,99 euros. Seguiu-se a Jerónimo Martins, que recuou 1,57%, fixando-se nos 16,94 euros por ação. A Ibersol e a Mota-Engil também viram os seus títulos cederem mais de 1% ao longo do dia de negociação. A EDP, por sua vez, registou uma descida de 0,64%, contribuindo para a pressão negativa no índice.
Um dos focos de atenção esteve na REN, cujas ações caíram 0,85%, fechando a 3,51 euros. Esta descida ocorreu após ter sido divulgado, na passada sexta-feira, que a Parpública adquiriu a participação superior a 13% na gestora da rede elétrica nacional, que pertencia à espanhola Pontegadea, marcando o regresso do Estado ao capital da empresa. A EDP Renováveis foi a única cotada a permanecer inalterada, mantendo-se nos 13,59 euros.
Em contraste, a Galp Energia destacou-se pela positiva, com um avanço de 0,87%, para os 20,99 euros por ação.


