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BRAGANÇA: OS DOIS MAIORES FOGOS DO ANO CONSUMIRAM 2.672 HECTARES – ANEPC

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) classificou hoje o incêndio que deflagrou no sábado, no concelho de Vimioso, como o maior registado desde janeiro, com uma área ardida provisória de 2.182 hectares de terreno.

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A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) classificou hoje o incêndio que deflagrou no sábado, no concelho de Vimioso, como o maior registado desde janeiro, com uma área ardida provisória de 2.182 hectares de terreno.

A mesma fonte adiantou à Lusa que o incêndio que deflagrou também no sábado no Parque Natural de Montesinho (PNM), em Soutelo e Carragosa, tem uma área, igualmente provisória, de 490 hectares de terreno consumido pelas chamas, sendo o segundo maior registado este ano.

Estes dois incêndios que deflagraram no distrito de Bragança foram combatidos por 1.246 bombeiros.
No fogo que deflagrou na União de Freguesias de Caçarelhos e Angueira, em Vimioso, estiveram envolvidos ao longo de três dias cerca de 625 operacionais que foram apoiados por 207 veículos, 11 máquinas de rasto e 17 meios aéreos portugueses e espanhóis.

Apesar do “ataque musculado” o fogo acabou por alastrar a São Martinho de Angueira e Cicouro, já em Miranda do Douro, causando sobressalto nestas aldeias raianas, dada a intensidade das chamas e as mudanças repentinas do vento.

Este incêndio chegou a ser dado como dominado ao início do dia de domingo, mas acabou por sofrer um “forte reacendimento”.

O comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Terras de Trás-os-Montes, João Noel Afonso, disse na altura que o incêndio “teve um forte reacendimento, e que foi combatida uma frente com grande intensidade”. Este incêndio entrou “em fase de vigilância” ao final do dia de segunda-feira. Já no incêndio do PNM estiveram envolvidos 621 operacionais, 217 veículos quatro maquinas de rastos e 12 meios aéreos.

Segundo João Noel Afonso, neste incêndio um principais entreves na luta conta a chamas foi o facto de o fogo se encravar numa escarpa profunda, sem possibilidade de acesso aos meios de combate.

Fonte oficial da GNR disse à Lusa que para já todos elementos disponíveis “são provisórios”, justificando “que é necessário dividir a área ardida em floresta, agrícola e mato, remetendo para o final da semana dados oficiais deste dois incêndios no Nordeste Transmontano.

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