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ARTE & CULTURA

CANTOR CARLOS MARÍN DO GRUPO MUSICAL IL DIVO MORRE AOS 53 ANOS (VÍDEO)

O cantor espanhol Carlos Marín, do grupo musical Il Divo, morreu hoje, aos 53 anos, num hospital do Reino Unido, anunciou o grupo musical na sua conta oficial da rede social Twitter.

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O cantor espanhol Carlos Marín, do grupo musical Il Divo, morreu hoje, aos 53 anos, num hospital do Reino Unido, anunciou o grupo musical na sua conta oficial da rede social Twitter.

“É com grande pesar que anunciamos a morte do nosso amigo e companheiro Carlos Marín. Os amigos, familiares e fãs vão sentir a sua falta. Nunca haverá outra voz com o espírito do Carlos”, assinala a mensagem.

Marín encontrava-se internado na Unidade de Cuidados Intensivos de um hospital em Manchester, no Reino Unido, entubado e em coma induzido, pelo que na quinta-feira, a promotora dos concertos agendados para hoje, em Lisboa, e para segunda-feira em Gondomar, tinha anunciado o seu adiamento para julho de 2022, “por motivos de saúde”.

Il Divo foi fundado por Simon Cowell, seguindo o desejo de criar um quarteto lírico integralmente masculino para interpretar canções míticas.

Marín forjou a sua carreira como ator de musicais como “Os Miseráveis” ou “A Bela e o Monstro” e entrou em 2003 neste projeto, onde se encontravam ainda Urs Bühler, Sébastien Izambard e David Miller.

Juntos editaram até hoje nove discos, desde o homónimo “Il Divo” (2004) até ao mais recente “For Once In My Life: A Celebration of Motown” (2021), com os quais venderam cerca de 40 milhões de cópias em todo o mundo.

A solo, o barítono editou o disco intitulado “Portrait”, no qual criou uma versão de “Bohemian Rhapsody” dos Queen, entre outros êxitos.

Os seus três companheiros, David Miller, Sebastien Izambard e Urs Bühler, recordaram, através da mesma rede social, que durante 17 anos estiveram juntos nesta “incrível viagem de Il Divo”, e que vão sentir a falta deste “querido amigo”.

Os Il Divo apresentaram-se oito vezes em Portugal – sempre com salas completamente esgotadas – e iam regressar com um espetáculo de celebração do Natal para decorrer hoje, na Altice Arena, em Lisboa, e segunda-feira, no Multiusos de Gondomar, adiados na quinta-feira para 24 e 23 de julho de 2022, respetivamente.

Recordamos aqui algumas das músicas de sucesso dos Il Divo com a voz de Carlos Marín:

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ARTE & CULTURA

LISBOA: CONGRESSO HOMENAGEIA O PINTOR NIKIAS SKAPINAKIS

Um congresso centrado na obra do pintor português Nikias Skapinakis (1931-2020), autor de uma obra “extensa e notável”, vai decorrer a 26 e 27 de outubro, em Lisboa, revelou esta terça-feira à agência lusa fonte da organização.

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Um congresso centrado na obra do pintor português Nikias Skapinakis (1931-2020), autor de uma obra “extensa e notável”, vai decorrer a 26 e 27 de outubro, em Lisboa, revelou esta terça-feira à agência lusa fonte da organização.

A iniciativa é do Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) em parceira com a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), depois do primeiro, dedicado a Julião Sarmento (1948-2021), realizado no ano passado.

As duas entidades vão receber agora novo encontro, com a presença de historiadores de arte, curadores e investigadores, desta vez para homenagear outro artista português “autor de uma obra extensa e notável que se desdobrou pela pintura, desenho e gravura”, segundo uma informação do MNAC.

Nikias Skapinakis teve “um percurso muito particular, cuja riqueza não se esgota no retrato, antes vive de uma profunda análise da história, da literatura e do quotidiano”, salienta.

Estão confirmados três dos quatro oradores convidados: Raquel Henriques da Silva, Bernardo Pinto de Almeida e Cristina Azevedo Tavares.

Serão abordados temas como a revisitação da paisagem, a importância do desenho e da cor na obra do autor, a memória, o retrato e a melancolia, e, de acordo com a organização, os investigadores que quiserem apresentar propostas têm até 31 de agosto para o fazer. As línguas de trabalho do congresso serão o português, o castelhano e o inglês.

Envolvendo de novo vários centros de investigação, o Centro de Estudos e de Investigação em Belas Artes, o Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Centro Interdisciplinar de Estudos de Género, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, são os organizadores deste congresso, através da comissão organizadora composta por Bruno Marques, Emília Ferreira, Hilda Frias e Joana d’Oliva Monteiro.

A par do congresso, o MNAC organiza uma exposição do artista, com trabalhos que Skapinakis manteve deliberadamente na sua posse, criando um museu pessoal da sua obra.

A curadoria da exposição será da responsabilidade da historiadora de arte Raquel Henriques da Silva e dos membros da comissão organizadora do congresso.

De ascendência grega, Skapinakis nasceu em Lisboa, em 1931, frequentou o curso de arquitetura, que abandonaria para se dedicar totalmente à pintura.

Além da pintura a óleo, como atividade dominante, dedicou-se à litografia, serigrafia e ilustração de livros. Entre outras obras, ilustrou “Quando os Lobos Uivam”, de Aquilino Ribeiro (Livraria Bertrand, 1958), e “Andamento Holandês”, de Vitorino Nemésio (Imprensa Nacional, 1983).

É autor de um dos painéis concebidos para o café “A Brasileira do Chiado” (1971), em Lisboa.

Para a estação de Arroios, do metro de Lisboa, que se mantém em obras de ampliação, concebeu em 2005 o painel “Cortina Mirabolante”.

Em 2012, o Museu Coleção Berardo apresentou a exposição antológica “Presente e Passado, 2012-1950” dedicada ao artista, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

No ano seguinte, foi-lhe atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores o Prémio de Artes Visuais.

Em 2014, apresentou na Casa Fernando Pessoa a série de guaches Lago de Cobre e a série de desenhos Estudos de Intenção Transcendente. Ilustrou ainda a revista Colóquio Letras dedicada a Almada Negreiros.

Em 2017, apresentou no Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva a série desenvolvida a partir de 2014, “Paisagens Ocultas – Apologia da Pintura Pura”.

Anteriormente, em 1985, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, também em Lisboa, mostrou uma exposição antológica da sua pintura, completada com uma retrospetiva da obra gráfica e guaches na Sociedade Nacional de Belas Artes.

O encenador e realizador Jorge Silva Melo, fundador dos Artistas Unidos, dirigiu um documentário sobre Nikias Skapinakis.

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MAIA RECEBE A EXPOSIÇÃO TEMÁTICA DEDICADA AO ‘AEROMOTORES’ DO CONCELHO

Até ao próximo dia 26 de junho no Centro Comercial Maia Jardim vai estar patente a exposição ‘Aeromotores do Concelho da Maia’.

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Até ao próximo dia 26 de junho no Centro Comercial Maia Jardim vai estar patente a exposição ‘Aeromotores do Concelho da Maia’.

A iniciativa pretende dar a conhecer as muitas estruturas em metal que em tempos áureos serviam para usar a energia eólica na produção económica do concelho da Maia; vulgarmente conhecidos por cataventos, mais corretamente, designam-se de aeromotores.

A iniciativa promovida pelo Gabinete de História do Município da Maia pretende dar a conhecer o trabalho do maiato Carlos Sousa, um militar de profissão, que tem percorrido todo o concelho acompanhado da sua máquina fotográfica e bloco de notas, registando estes peculiares “monumentos”, tão característicos de uma época não muito distante.

Esta iniciativa cultural pode ser visitada, gratuitamente, de segunda-feira a sábado entre as 08h00 e as 23h00. Aos domingos e feriados as visitas acontecem apenas até às 22h00.

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MORREU A PINTORA PAULA REGO COM 87 ANOS

A pintora Paula Rego, uma das mais aclamadas e premiadas artistas portuguesas a nível internacional, morreu na manhã de hoje em Londres, aos 87 anos, disse à agência Lusa fonte próxima da família.

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A pintora Paula Rego, uma das mais aclamadas e premiadas artistas portuguesas a nível internacional, morreu na manhã de hoje em Londres, aos 87 anos, disse à agência Lusa fonte próxima da família.

De acordo com o galerista Rui Brito, a artista “morreu calmamente em casa, junto dos filhos”.

Paula Rego estudou nos anos 1960 na Slade School of Art, em Londres, onde se radicou definitivamente a partir da década de 1970, mas com visitas regulares a Portugal, onde, em 2009, foi inaugurado um museu que acolhe parte da sua obra, a Casa das Histórias, em Cascais.

Nascida a 26 de janeiro de 1935, em Lisboa, foi galardoada, entre outros, com o Prémio Turner em 1989, e o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso em 2013, além de ter sido distinguida com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada em 2004. Em 2010, recebeu da Rainha Isabel II a Ordem do Império Britânico com o grau de Oficial, pela sua contribuição para as artes.

Em 2019, recebeu a Medalha de Mérito Cultural do Governo de Portugal.

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FESTA DO LIVRO EM BELÉM ALCANÇOU RECORDE DE VENDAS

O Presidente da República afirmou hoje que a quinta edição da Festa do Livro, no Palácio de Belém, alcançou o recorde em termos de vendas e considerou que, em termos globais, superou as suas expectativas.

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O Presidente da República afirmou hoje que a quinta edição da Festa do Livro, no Palácio de Belém, alcançou o recorde em termos de vendas e considerou que, em termos globais, superou as suas expectativas.

Marcelo Rebelo de Sousa fez aos jornalistas um breve balanço sobre os quatro dias de Festa do Livro em Belém – uma iniciativa do Presidente da República em colaboração com a Associação Portuguesas de Editores e Livreiros (APEL) – momentos antes do concerto da pianista Maria João Pires, que encerrou este evento.

Após dois anos de interrupção da Festa do Livro devido à pandemia de covid-19, o chefe de Estado concluiu que a iniciativa de 2022 ultrapassou as suas “perspetivas muito cuidadosas e moderadas”, em primeiro lugar porque choveu em Lisboa em dois dos quatros dias do evento.

Em termos de afluência de público, de acordo com o Presidente da República, esta quinta edição “bateu o pior ano, que foi o de 2017, em que choveu muito, e também bateu tangencialmente o primeiro ano”, o de 2016.

“Esta edição só foi ultrapassada pelos outros dois anos [2018 e 2019], que foram muito bons em termos de tempo. Porém, este ano, em vendas, batemos todos os anos anteriores”, destacou.

Marcelo Rebelo de Sousa assinalou que se trata de um fenómeno curioso, porque também as feiras do livro de Lisboa e do Porto, no ano passado, bateram os anos anteriores em termos de receita de vendas, apesar de o número de pessoas não ter sido assim tão elevado.

“Este ano, com menos pessoas do que em 2019 e 2018, as receitas foram superiores, o que quer dizer que as pessoas estavam com fome de livros. Depois dos confinamentos e mesmo com pouco dinheiro, as pessoas aproveitaram o facto de os livros estarem mais baratos para comprar”, sustentou o chefe de Estado.

Questionado se a taxa de leitura poderá aumentar em 2022, depois de em 2020 se ter registado a uma das mais reduzidas das últimas décadas, Marcelo Rebelo de Sousa adiantou que já em 2021 a taxa de leitura deve ter aumentado.

“O ano de 2020 foi para esquecer, com muitos confinamentos, paragens nas escolas, fecho de bibliotecas e dificuldade de venda de livros com as livrarias encerradas. Sessenta e um por cento dos portugueses não leu sequer um livro”, lamentou.

De acordo com o Presidente da República, a leitura já terá subido em 2021 e “claramente [está a subir] em 2022”.

Ainda em relação a esta edição da Festa do Livro em Belém, Marcelo Rebelo de Sousa realçou o aumento da presença de cidadãos de outros países ao longo dos quatro dias da iniciativa.

“O que houve de estrangeiros aqui! Já tinha acontecido em outros anos, mas neste foi impressionante, muitos europeus, mas também latino-americanos e africanos. Além dos portugueses, muitos estrangeiros acabaram por vir aqui, o que é importante para o turismo”, acrescentou.

A Festa do Livro, que tem sempre entrada livre, realiza-se nos jardins do Palácio de Belém, em Lisboa, e é uma iniciativa que Marcelo Rebelo de Sousa lançou no seu primeiro ano de mandato, em 2016, visando promover a leitura e apoiar editores e livreiros.

Segundo a Presidência da República, nesta edição estiveram presentes 68 editoras e 117 bancas, que correspondem a cerca de 250 marcas editoriais, que diariamente promoveram sessões de autógrafos com escritores.

O programa incluiu também debates, cinema e música. Na noite de abertura, na quinta-feira, foram exibidos os filmes “Cartas a uma Ditadura”, de Inês de Medeiros, e “Donbass”, do realizador ucraniano Sergei Loznitsa, em antestreia nacional.

Realizaram-se concertos de José Cid, na sexta-feira, de Manuel Cruz, no sábado, e dos pianistas Maria João Pires e Ricardo Castro, a quatro mãos, hoje, a encerrar a Festa do Livro.

A Festa do Livro teve também o habitual espaço reservado aos mais pequenos, dinamizado pela Rede de Bibliotecas de Lisboa com sessões de conto, jogos didáticos, ‘yoga’ e música para bebés.

No Jardim da Cascata, realizaram-se debates sobre o centenário da escritora Agustina Bessa-Luís e sobre a Europa em tempos de guerra.

Nas edições anteriores, de 2016 a 2019, a Festa do Livro decorreu no período entre fim de agosto e início de setembro. Em 2020 e 2021, não se realizou, devido à pandemia de covid-19.

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