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INTERNACIONAL

AUTORIDADES EUROPEIAS DESACONSELHAM ADMINISTRAÇÃO GENERALIZADA DE QUARTA DOSE DE VACINA

As autoridades europeias do medicamento e de controlo de doenças desaconselharam hoje a administração generalizada de uma quarta dose das vacinas contra a covid-19, mas aprovam o seu uso em idosos com 80 ou mais anos.

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As autoridades europeias do medicamento e de controlo de doenças desaconselharam hoje a administração generalizada de uma quarta dose das vacinas contra a covid-19, mas aprovam o seu uso em idosos com 80 ou mais anos.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças e a Agência Europeia do Medicamento referem em comunicado, “que é muito cedo para considerar o uso de uma quarta dose das vacinas contra a covid-19 de ARN mensageiro (Pfizer e Moderna) na população em geral”, mas aprovam a sua administração a idosos a partir dos 80 anos após uma revisão de dados sobre o risco acrescido de covid-19 grave nesta faixa etária e a proteção conferida por uma quarta dose.

Ambas as entidades entendem que “não há provas claras” para “apoiar o uso imediato de uma quarta dose” em pessoas entre os 60 e os 79 anos, uma vez que não há dados que confirmem que a proteção conferida pelas vacinas contra a covid-19 grave diminua substancialmente em adultos destas idades com sistema imunitário normal.

O comunicado acrescenta que para a restante população adulta, com menos de 60 anos e com imunidade normal, “não há provas conclusivas” de que a proteção dada pelas vacinas contra as manifestações graves da doença esteja a diminuir ou que haja “valor acrescentado” em administrar uma quarta dose.

A covid-19 é uma doença respiratória causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado em finais de dezembro de 2019 na China e que se disseminou rapidamente pelo mundo.

Desde 11 de março de 2020 que a covid-19 é uma pandemia.

Em Portugal são administradas vacinas da covid-19 dos laboratórios Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Janssen.

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HACKERS RUSSOS PUBLICAM LISTA DE ALEGADOS ESPIÕES UCRÂNIANOS

Um grupo de piratas informáticos (‘hackers’) russos publicou hoje uma lista de mil alegados agentes dos serviços secretos ucranianos, que acusou de representarem um perigo para a Rússia.

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Um grupo de piratas informáticos (‘hackers’) russos publicou hoje uma lista de mil alegados agentes dos serviços secretos ucranianos, que acusou de representarem um perigo para a Rússia.

“A equipa do RaHDit envia saudações calorosas à direção de inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia e publica a primeira lista de mil pessoas pertencentes a esta estrutura”, informou o grupo na rede social Telegram, noticiou a agência espanhola EFE.

O grupo também publicou o ‘link’ de acesso aos dados e prometeu que irá fazer novas revelações, segundo a agência russa Ria-Novosti.

O grupo disse que “a inteligência militar ucraniana está diretamente envolvida na promoção de ideias nacionalistas”.

“Os seus sabotadores representam uma ameaça para o nosso país”, escreveram os ‘hackers’.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro, para “desmilitarizar e desnazificar” o país vizinho.

O grupo RaHDit disse que obteve os dados “graças às mãos desajeitadas dos administradores de Rybalskyi Ostriv”, a sede da Direção da Inteligência Militar Ucraniana.

Referiu ter comparado dados roubados nas unidades militares com certos padrões de comportamento digital para determinar os possíveis espiões.

Posteriormente, os “suspeitos” foram verificados e confirmados como agentes dos serviços de inteligência, num processo que envolveu também o cruzamento de dados com as contribuições para o sistema de pensões.

“Em breve, revelaremos os detalhes daqueles que trabalham sob a cobertura de embaixadas e daqueles que conspiram em redes de espionagem em vários países de todo o mundo”, acrescentou o grupo.

A Rússia tem sido frequentemente acusada pelo Ocidente de realizar ataques cibernéticos e operações de desinformação para tentar influenciar a política em alguns países, como os Estados Unidos ou o Reino Unido.

Em maio, o chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Josep Borrell, acusou a Rússia de ter efetuado ciberataques contra uma rede de comunicações por satélite uma hora antes da invasão da Ucrânia para “facilitar a agressão militar”.

O ataque afetou também vários países da UE, além da Ucrânia, e constituiu “mais um exemplo do padrão contínuo de comportamento irresponsável da Rússia no ciberespaço”, disse Borrell na altura.

A Rússia queixou-se hoje de que tem sido alvo de uma campanha de ciberataques sem precedentes, com mais de 200 ataques diários, desde a invasão da Ucrânia.

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COMISSÃO EUROPEIA QUER FORMAR UM MILHÃO DE JOVENS EM ALTA TECNOLOGIA

A Comissão Europeia espera que um milhão de jovens possa receber formação em alta tecnologia na União Europeia (UE) ao abrigo de uma estratégia, hoje apresentada, para impulsionar a inovação.

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A Comissão Europeia espera que um milhão de jovens possa receber formação em alta tecnologia na União Europeia (UE) ao abrigo de uma estratégia, hoje apresentada, para impulsionar a inovação.

A’Nova Agenda Europeia de Inovação’ foi concebida para posicionar a Europa na liderança da cena mundial da inovação e ambiciona integrar esses jovens no mercado de trabalho, devendo ser desenvolvida nos próximos anos com medidas concretas.

A agenda visa ainda melhorar o acesso ao financiamento para empresas europeias em fase de arranque e de expansão, por exemplo, mobilizando fontes inexploradas de capital privado.

De acordo com o executivo comunitário, a estratégia hoje apresentada irá gerar benefícios em todos os setores da sociedade, desde as energias renováveis à agricultura, passando pela mobilidade, construção e saúde.

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UCRÂNIA: PORTUGAL VAI RECONSTRUIR ESCOLAS NA REGIÃO DE JITOMIR

Portugal vai ajudar na reconstrução de escolas na região ucraniana de Jitomir, a cerca de 150 quilómetros de Kiev, anunciou hoje o ministro da Educação, João Costa.

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Portugal vai ajudar na reconstrução de escolas na região ucraniana de Jitomir, a cerca de 150 quilómetros de Kiev, anunciou hoje o ministro da Educação, João Costa.

“Vamos concentrar o nosso apoio numa região específica, Jitomir, onde já temos um trabalho de mapeamento de escolas onde podemos intervir”, disse à Lusa o ministro da Educação, que participa na Conferência de Lugano, na Suíça, que tem como objetivo a elaboração de um plano para a reconstrução da Ucrânia.

Estimativas do governo ucraniano apontam para 1.200 estabelecimentos de ensino do país destruídos pela guerra, desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

Na região de Jitomir os ataques terão destruído 70 escolas que, segundo João Costa, apresentam diferentes níveis de destruição.

Segundo João Costa, o projeto preparatório da reconstrução das escolas “já se iniciou”, num trabalho conjunto do Governo e do Ministério da Educação, através da Parque Escolar, com as autoridades ucranianas.

Portugal, juntamente com outros países, ficará responsável pela requalificação de estabelecimentos de ensino desde creches a escolas secundárias, estando ainda a ser estudado o número concreto de escolas que caberá a Portugal recuperar.

“Vai ser o trabalho técnico a definir qual o nosso nível de intervenção e apoio financeiro”, explicou o ministro.

“Neste momento há um trabalho muito intenso, entre a Parque Escolar e as autoridades, para toda a definição técnica. Só quando percebermos a tipologia de construção, qual o modelo de contratação é que poderemos começar a desenhar um calendário concreto de intervenção”, adiantou João Costa.

O ministro sublinhou ainda que este projeto tem de garantir “equilíbrio entre uma recuperação que a Ucrânia pretende que seja relativamente rápida e os princípios de qualidade e segurança dos próprios edifícios”.

A guerra na Ucrânia levou à fuga de milhões de pessoas, tendo Portugal atribuído até ao momento 46.181 proteções temporárias, 28% das quais concedidas a menores (cerca de 13 mil crianças), segundo dados divulgados hoje pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Desde o inicio do conflito, as escolas portuguesas abriram as suas portas a estes alunos e, segundo o ministro, há cerca de 4.700 estudantes inscritos no ensino português.

“Temos estado com um número muito estável no que foram as matrículas no final do 3.º período e já com a projeção com as matrículas para o 1.º período do próximo ano, com um número muito estável de 4.700 alunos”, avançou à Lusa.

Ainda não se nota um movimento de regresso à Ucrânia, “até porque com os dados que aqui foram reportados há cerca de 1.200 escolas destruídas no país todo e obviamente as famílias regressam se os filhos tiverem escola para frequentar”, disse João Costa, à margem da conferência, onde estão representantes de 36 países e organizações, como o Banco Mundial, a Organização Mundial da Saúde e a União Europeia.

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UCRÂNIA: PELO MENOS 343 CRIANÇAS MORRERAM NA SEQUÊNCIA DA INVASÃO RUSSA

A invasão da Ucrânia pelas forças russas provocou a morte de pelo menos 343 crianças em todo o país e 635 sofreram ferimentos de vária ordem, disse hoje a Procuradoria-Geral da Ucrânia citada pela agência Ukrinform.

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A invasão da Ucrânia pelas forças russas provocou a morte de pelo menos 343 crianças em todo o país e 635 sofreram ferimentos de vária ordem, disse hoje a Procuradoria-Geral da Ucrânia citada pela agência Ukrinform.

“Mais de 978 crianças da Ucrânia foram afetadas na sequência da agressão armada de grande escala por parte da Federação Russa. De acordo com informação oficial, 343 crianças morreram e 635 ficaram feridas”, indica o relatório divulgado hoje pelas autoridades judiciais de Kyiv.

A maioria das vítimas (mortos e feridos) é da região de Donetsk, no leste do país, onde se contabilizam 339, e de Kharkiv, que inclui a segunda cidade do país, onde os ataques afetaram 185 menores de idade.

Em Kyiv contabilizam-se, até ao momento, 116 vítimas; em Chernigov 68; Lugansk (leste) 61; na região de Mykolaiv (sul) 53; nas zonas ocupadas pelas forças russas de Kherson 52 e em Zaporiyia 31 vítimas.

Por outro lado, os ataques aéreos e de artilharia da Rússia atingiram 2102 estabelecimentos de ensino em todo o país, 215 dos quais ficaram completamente destruídos.

A agência Ukrinform refere ainda que pelo menos 4731 civis morreram desde o começo da invasão, a 24 de fevereiro, mas é possível que o número real seja superior.

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