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FAMALICÃO: ANUNCIADO NOVO ESTÁDIO COM 100% DE INVESTIMENTO PRIVADO

O novo estádio municipal de Vila Nova de Famalicão vai ser construído por privados, sem investimento financeiro camarário associado, devendo as obras arrancar em 2025, foi hoje anunciado.

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O novo estádio municipal de Vila Nova de Famalicão vai ser construído por privados, sem investimento financeiro camarário associado, devendo as obras arrancar em 2025, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o município explica que vai desafiar, através da abertura de um concurso público internacional, investidores e promotores privados a desenvolverem uma proposta imobiliária que inclua a construção do novo estádio municipal e outras valências destinadas a comércio e serviços, um polivalente municipal e um novo parque de estacionamento subterrâneo.

A proposta imobiliária será concretizada nos terrenos onde estão implantados o estádio municipal e o campo de treinos.

A estratégia encontrada pelo município para a construção do futuro estádio passará pela concessão dos terrenos por um período a definir após a conclusão dos estudos de avaliação e de viabilidade económico-financeira.

Hoje mesmo, o presidente da Câmara, Mário Passos, apresentou a proposta à direção do clube e da SAD do Futebol Clube de Famalicão.

Mário Passos apontou o início do segundo semestre deste ano para o arranque do procedimento concursal, adiantando que “é vontade da Câmara Municipal que a construção de todo o empreendimento comece ainda no ano de 2025”.

Mário Passos acredita que a solução encontrada vai dar uma nova centralidade àquela área nobre da cidade.

“Conseguimos valorizar o espaço urbano e manter o estádio municipal no mesmo local, dotando-o de condições ajustadas a uma equipa de topo do futebol nacional e internacional, tudo isto sem investimento financeiro municipal associado”, referiu.

Segundo o autarca, há uma “vasta equipa técnica” a trabalhar na elaboração do programa base, na avaliação imobiliária e nos estudos necessários à abertura do concurso público internacional.

A contrapartida que o município está disposto a conceder aos promotores é a cedência dos terrenos em questão por um determinado período, findo o qual os terrenos e os equipamentos construídos regressam à esfera municipal.

Durante o período de concessão, o promotor, de acordo com o seu plano de negócios, poderá explorar comercialmente as infraestruturas criadas, sendo que será clausula obrigatória que o estádio a construir seja para usufruto do Futebol Clube de Famalicão.

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PORTO: EM 2023 MAIS DE MIL FAMÍLIAS AGUARDAVAM UMA CASA DE HABITAÇÃO MUNICIPAL

Mais de 1.150 famílias aguardavam por uma habitação municipal no Porto no final de 2023, ano em que foram entregues 324 casas, revelou hoje a Câmara Porto.

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Mais de 1.150 famílias aguardavam por uma habitação municipal no Porto no final de 2023, ano em que foram entregues 324 casas, revelou hoje a Câmara Porto.

Em resposta à agência Lusa, o município afirmou hoje que 1.155 famílias aguardavam em lista de atribuição de uma habitação no final do ano passado.

O número de famílias à espera de uma habitação municipal aumentou face ao final de 2022, em que se contabilizavam 920 agregados.

“A Domus Social [empresa municipal responsável pelo parque habitacional] tem sentido uma maior pressão nos pedidos de habitação, um cenário provocado, sobretudo, pelo aumento dos valores do arrendamento privado cujos rendimentos das famílias não consegue acompanhar”, destaca a autarquia.

Segundo a autarquia, nos últimos três anos, observou-se um “ligeiro aumento do valor médio dos rendimentos das famílias”, que, em 2023, se fixava em 809 euros.

O município do Porto lembra, no entanto, que este é “um número relativamente volátil”, uma vez que a Domus Social “procede à atribuição de habitações e, em simultâneo, aprova também a entrada em lista de espera de novos agregados”.

“Para o número atual de agregados em lista de atribuição de fogos contribui também o facto de cerca de 20% dos candidatos rejeitarem a primeira proposta de habitação. Ou seja, muitos candidatos optam por permanecer na lista e aguardar por uma segunda proposta de casa, conforme previsto no regulamento”, refere.

Segundo a autarquia, as razões para os candidatos aguardarem por uma segunda proposta de habitação passam, essencialmente, pela localização da casa ou por considerarem que o fogo não corresponde às necessidades.

À Lusa, a Câmara do Porto adiantou ainda que, no último ano, foram entregues 324 habitações, número que também inclui “pedidos de transferência de famílias”, sobretudo por questões relacionadas com mobilidade reduzida.

“Com o envelhecimento da população, esta é uma realidade cada vez mais desafiante no que toca à gestão do parque de habitação municipal”, acrescenta.

A empresa municipal Domus Social gere 48 bairros do município do Porto, onde a habitação social representa 13% do património edificado e onde vivem cerca de 30 mil pessoas.

O orçamento municipal para 2024 contempla uma dotação de 53,6 milhões de euros para o Urbanismo e Habitação, dos quais 50,3 milhões de euros se destinam a regeneração urbana.

O documento destina também uma dotação de 22,8 milhões de euros para habitação social (que se insere na Coesão Social), que contempla um investimento de 20,2 milhões de euros a realizar no parque habitacional pela empresa municipal Domus Social.

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LAMEGO: CUIDADOS VETERINÁRIOS GRÁTIS PARA ANIMAIS DE FAMÍLIAS CARENCIADAS

As famílias carenciadas do concelho de Lamego que tenham animais de companhia passam a dispor de cuidados veterinários gratuitos, anunciou hoje, num comunicado, a Câmara Municipal daquela cidade.

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As famílias carenciadas do concelho de Lamego que tenham animais de companhia passam a dispor de cuidados veterinários gratuitos, anunciou hoje, num comunicado, a Câmara Municipal daquela cidade.

“Num contexto de dificuldades económicas, as famílias deixam, muitas vezes, de ter capacidade para garantir bens e serviços de primeira necessidade aos seus animais, nomeadamente os tratamentos médico-veterinários”, afirma executivo municipal.

Na nota de imprensa, a Câmara, liderado por Francisco Lopes, considera que essas “dificuldades económicas muito contribuem para o crescimento do abandono animal”.

Nesse sentido, a Câmara Municipal de Lamego, no norte do distrito de Viseu, deu início ao projeto que integra o Regulamento Municipal de Promoção do Bem-Estar Animal, que contempla outras medidas.

Assim, “as famílias carenciadas do concelho de Lamego com animais de companhia têm agora direito a cuidados veterinários gratuitos”, bastando, para isso, preencherem um formulário para se candidatarem ao apoio.

Além disso, é necessário o envio de documentos como a última declaração de IRS e respetiva nota de liquidação, fotocópia do Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão e comprovativo de residência.

Para o e-mail [email protected] deverá também ser enviado o comprovativo da identificação bancária (IBAN) e a fatura associada à despesa veterinária.

“O Plano de Bem-Estar Animal do Município de Lamego tem em vigor um conjunto de iniciativas que visa apoiar as famílias mais desfavorecidas para que possam assegurar os cuidados de saúde aos seus animais, combater o abandono e promover a adoção responsável”, acrescenta.

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