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VILA REAL: 35 MILHÕES NA RENOVAÇÃO DE TRÊS ESCOLAS E CONSERVATÓRIO DE MÚSICA
A Câmara Municipal de Vila Real anunciou um plano de investimentos de 35 milhões de euros para a reabilitação de três estabelecimentos de ensino a curto e médio prazo. A Escola Secundária Camilo Castelo Branco é a prioridade, com uma obra de 18 milhões que inclui um novo pavilhão. O plano abrange ainda a EB 2,3 Monsenhor Jerónimo do Amaral e a Secundária Morgado Mateus, prevendo-se também uma intervenção específica no Conservatório de Música.
O Município de Vila Real prevê investir cerca de 35 milhões de euros na reabilitação profunda do parque escolar do concelho nos próximos anos. O plano, detalhado pelo presidente da Câmara, Alexandre Favaios, abrange três grandes estabelecimentos de ensino e contempla ainda obras de adaptação e expansão no Conservatório de Música.
A “joia da coroa” deste pacote é a Escola Secundária Camilo Castelo Branco, classificada como intervenção muito urgente (P1). O autarca antecipa que o concurso público para a obra, estimada em 18 milhões de euros, seja aprovado já no dia 9 de dezembro. O projeto manterá a traça original do edifício no centro histórico e responderá a uma reivindicação antiga com a construção de um pavilhão desportivo, que servirá também a comunidade local. “Que melhor notícia, no ano em que Vila Real faz 100 anos de elevação a cidade e Camilo Castelo Branco faz 200 anos?”, realçou Favaios.
O segundo grande eixo do investimento, superior a 15 milhões de euros, foca-se no complexo que une a EB 2,3 Monsenhor Jerónimo do Amaral e a Secundária Morgado Mateus. A autarquia optou por um projeto único que compatibilize espaços comuns e resolva um “problema crónico”: a segurança no acesso dos autocarros para a tomada e largada de alunos.
Para além destas, a autarquia tem estudos preliminares para a EB 2,3 Diogo Cão, aguardando avisos do Governo para financiamento.
Conservatório em expansão Fora deste mapeamento financeiro, mas na agenda prioritária, está o Conservatório de Música de Vila Real, escola pública desde 2024. Alexandre Favaios considera-o um “projeto diferenciado” que necessita de obras para acolher o novo ensino de teatro. A autarquia está inclusivamente em negociações com a Câmara de Vimioso para adquirir um edifício contíguo, visando a ampliação das instalações.
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