O índice principal da praça financeira portuguesa, o PSI, encerrou a sessão desta sexta-feira com uma desvalorização de 1,33%, fixando-se nos 9.542,21 pontos. A bolsa de Lisboa acompanhou a tendência negativa dominante nas congéneres europeias, numa jornada marcada pela forte pressão vendedora e pelo vencimento de contratos derivados.
O índice PSI inverteu a trajetória positiva recente ao cair 1,33%, para 9.542,21 pontos, acompanhando a vaga de pessimismo que atingiu os restantes mercados acionistas europeus. A sessão foi influenciada pela prudência dos investidores e pela volatilidade associada ao fenómeno do quádruplo vencimento trimestral de contratos de derivados e futuros sobre índices e ações.
No mercado nacional, o desfecho foi amplamente desfavorável, com quinze das dezasseis empresas cotadas no PSI a encerrarem em baixa. A operadora de telecomunicações NOS registou o recuo mais acentuado, caindo 2,36% para 5,38 euros. Logo a seguir, o Banco Comercial Português desvalorizou 2,24%, situando-se nos 1,18 euros, enquanto a Jerónimo Martins cedeu 2,21%, para 17,66 euros. As ações da Altri e da REN também desceram 0,11% e 0,28%, respetivamente, num dia em que a Galp, a EDP e a EDP Renováveis terminaram igualmente no vermelho. Em sentido contrário, a Mota-Engil foi a única cotada a avançar, com uma subida de 0,30%, alcançando os 5,02 euros.
O comportamento negativo de Lisboa coincidiu com perdas substanciais no resto da Europa: Londres caiu 1,50%, Paris recuou 1,40%, e as praças de Frankfurt, Madrid e Milão perderam 1,60% cada uma. O crude WTI desvalorizou 0,33% e o petróleo Brent recuou 0,48%. No termo da sessão, entrou em vigor a revisão da Euronext, mantendo inalterada a composição das dezasseis cotadas do PSI.


