Ligue-se a nós

REGIÕES

PAULITEIROS DE MIRANDA QUEREM REFORÇAR CANDIDATURA A PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE NO DUBAI

Os Pauliteiros de Miranda do Douro pretendem reforçar a candidatura a Património Mundial da UNESCO no decurso das suas atuações na Expo Dubai previstas para domingo, foi hoje divulgado.

Online há

em

nbsp| JORNAL ONLINE

Os Pauliteiros de Miranda do Douro pretendem reforçar a candidatura a Património Mundial da UNESCO no decurso das suas atuações na Expo Dubai previstas para domingo, foi hoje divulgado.

“Os Pauliteiros de Miranda do Douro, cuja candidatura a Património Imaterial da Humanidade está a ser preparada, vão representar o destino Porto e Norte de Portugal na Expo 2020 Dubai, com duas atuações no domingo, Dia das Nações Unidas numa ação conjunta do Turismo do Porto e Norte [TPNP] e da AICEP [Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal]”, indicou a TPNP em nota enviada a Lusa.

Como é tradição, os Pauliteiros serão acompanhados por um grupo de músicos, nomeadamente um gaiteiro, um tocador de bombo e um tocador de caixa, num total de 15 elementos em atuação.

“Esta é uma iniciativa conjunta entre o Turismo do Porto e Norte de Portugal, o Município de Miranda do Douro e a AICEP, com o objetivo de promover esta prática ancestral e dar visibilidade à candidatura dos Pauliteiros de Miranda do Douro a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, na categoria de manifestações musicais e correlacionadas. Esta tradição de Miranda do Douro, remonta ao século III e, inicialmente, era uma espécie de preparação para a guerra. Hoje é um manifesto de celebração das colheitas e do Solstício de Verão e uma dança de paz”, descreve a mesma nota.

O presidente do Turismo do Porto e Norte, Luís Pedro Martins, explica que levar o destino Porto e Norte de Portugal ao palco da Expo 2020 Dubai “representa a ambição do destino em marcar uma posição no Médio Oriente, a região turística mundial que é apontada como a que irá ter maior crescimento até 2030, e é igualmente uma excelente oportunidade para realizar um conjunto de encontros com operadores e órgãos de comunicação social do Médio Oriente”.

Nesta ação promocional, o Turismo do Porto e Norte posiciona a sua oferta junto de um mercado de “alto rendimento”, com “alto poder de compra”, que contribui para o desempenho do destino em indicadores de crescimento em valor, como são os que representam a sustentabilidade económica concretamente a estada média, os proveitos, e a diminuição da sazonalidade, mas também para os indicadores que representam a sustentabilidade sócio-cultural, como a coesão territorial, o reforço da identidade local e a valorização das tradições.

A presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, Helena Barril, vê nesta ação uma oportunidade para impulsionar a candidatura dos Pauliteiros a Património da UNESCO.

“Estamos a falar de um evento de projeção mundial numa das economias mais dinâmicas da atualidade e por isso só podemos ficar satisfeitos por podermos divulgar esta tradição tão autêntica e genuína, junto de um vasto auditório”, afirma, citada na nota, acrescentando que é convicção do município que “esta atuação no recinto da feira ficará na memória de todos, nesta fusão de música, danças e cantares que transmite uma energia e uma alegria contagiantes e, de certeza, será também uma experiência marcante para os membros dos Pauliteiros de Miranda”, concluiu.

Por seu turno, Francisca Guedes de Oliveira, vice-comissária de Portugal para a Expo 2020-Dubai, considera que o Pavilhão de Portugal na Expo 2020 Dubai é uma montra do que de melhor há no país.

“Faz todo o sentido promover as tradições portuguesas que nos tornam únicos e são símbolos da nossa Portugalidade, neste placo de projeção mundial”, assinala.

A tradição dos Pauliteiros e Gaiteiros de Miranda do Douro tem especial enfoque nas festas de São João Evangelista (em Constantim) e de Nossa Senhora do Rosário (São Martinho e Palaçoulo), que partilham entre si a participação de grupos de Pauliteiros Mirandeses, executando danças e rituais que se demarcam por completo dos âmbitos e limites da mera exibição folclórica que caracteriza todos outros grupos de pauliteiros mirandeses.

Com efeito, assumem um protagonismo determinante e imprescindível para a estruturação de todo o ritual festivo.

REGIÕES

ÁGUEDA VENCE PRÉMIO MUNICÍPIO DO ANO 2021 COM O PROJETO AGITÁGUEDA – ART FESTIVAL

O prémio Município do Ano 2021 foi hoje atribuído à Câmara Municipal de Águeda, com o projeto “AgitÁgueda — Art Festival”, um evento que o presidente da autarquia diz ter transformado “completamente” a cidade e o concelho.

Online há

em

nbsp| JORNAL ONLINE

O prémio Município do Ano 2021 foi hoje atribuído à Câmara Municipal de Águeda, com o projeto “AgitÁgueda — Art Festival”, um evento que o presidente da autarquia diz ter transformado “completamente” a cidade e o concelho.

“É um projeto verdadeiramente transformador”, afirmou Jorge Almeida, reforçando que, atualmente, Águeda, na região centro, é conhecida como a “cidade dos guarda-sóis coloridos” e essa é também já uma “imagem de Portugal no mundo”.

O autarca falava na cerimónia de atribuição dos prémios Municípios do Ano, uma iniciativa da Universidade do Minho, através da plataforma UM-Cidades, que decorreu no Funchal, concelho vencedor do principal galardão em 2019, com um projeto na área da mobilidade, designado “Funchal, Destino Acessível”.

“O AgitÁgueda transformou completamente a cidade e o concelho”, realçou Jorge Almeida, vincando que se trata de um evento “surpreendente”.

Anualmente, no mês de julho, centenas de artistas nacionais e internacionais participam no “AgitÁgueda — Art Festival”, transformando toda a cidade num “palco repleto de cor, animação, instalações de arte e atuações”.

Na 7.ª edição dos prémios Municípios do Ano, que contou com 44 candidaturas de todo o país, incluindo regiões autónomas, Águeda venceu também na categoria Região Centro para municípios com mais de 20 mil habitantes.

O concelho de Santa Cruz, localizado na zona leste da ilha da Madeira, venceu na categoria regiões autónomas, com um projeto de eficiência energética na rede de iluminação pública.

Foram também atribuídos galardões a Monção, na categoria Região Norte com menos de 20 mil habitantes, com o projeto “Programa Monção Social”; Guimarães (Região Norte com mais de 20 mil habitantes), com o projeto “Bairro C”; e Valongo, na categoria Aérea Metropolitana do Porto, com o projeto “SEDL — partilha de experiências e casos de sucesso na democracia local”.

Arganil (Centro menos 20 mil habitantes) venceu com o projeto “Costurar Valores — Uma Experiência de Economia Circular”; Palmela (Aérea Metropolitana de Lisboa) ganhou com “Percursos de Vida Saudável — Um projeto de apoio à idade +”; Aljustrel (categoria Alentejo) recebeu o prémio à conta do projeto “Centro de Artes de Aljustrel — A resposta criativa à pandemia”; e Faro (Algarve) venceu com “Faro Ativo”.

Na categoria intermunicipal, o galardão foi atribuído ao “Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous”, uma iniciativa que envolve as autarquias de Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães, na Região Norte.

LER MAIS

REGIÕES

BRAGA: AGENTE DA PSP BALEADO FORA DE SERVIÇO EM ZONA DE BARES

Um agente da PSP fora de serviço foi baleado na madrugada de hoje na zona de bares da Universidade do Minho, em Braga, tendo ficado ferido numa perna, disseram à Lusa fontes policiais.

Online há

em

nbsp| JORNAL ONLINE

Um agente da PSP fora de serviço foi baleado na madrugada de hoje na zona de bares da Universidade do Minho, em Braga, tendo ficado ferido numa perna, disseram à Lusa fontes policiais.

Segundo fonte da PJ, “já há suspeitos”, estando a decorrer diligências “para apurar as circunstâncias em que tudo aconteceu”.

A mesma fonte adiantou que o polícia baleado “não estava fardado”.

Fonte da PSP de Braga disse que o polícia em causa “não se encontrava ao serviço”.

“Foi atingido numa perna e transportado ao Hospital de Braga, mas está fora de perigo”, acrescentou.

Disse ainda que a ocorrência foi registada por volta das 02:00.

LER MAIS

REGIÕES

MOVIMENTO NÃO ÀS MINAS – MONTALEGRE DIZ QUE ALTERAÇÕES À LEI NÃO PREVINEM ERROS

O Movimento Não às Minas — Montalegre afirmou hoje que as alterações à lei que regulamenta os depósitos minerais “não remedeiam os erros do passado, nem previnem os do futuro” e garantiu manter a oposição aos projetos mineiros.

Online há

em

nbsp| JORNAL ONLINE

O Movimento Não às Minas — Montalegre afirmou hoje que as alterações à lei que regulamenta os depósitos minerais “não remedeiam os erros do passado, nem previnem os do futuro” e garantiu manter a oposição aos projetos mineiros.

“Lamentamos que o parlamento não tenha ido mais além, ao encontro das legítimas reivindicações das comunidades locais. Perante isto, a oposição declarada a estes projetos mineiros, continuará”, afirmou em comunicado o movimento.

Os opositores às minas referem-se às alterações introduzidas recentemente ao decreto-lei n.º 30/2021 de 7 de maio, que procede à regulamentação da lei n.º 54/2015, de 22 de junho, no que respeita aos depósitos minerais, por via da apreciação parlamentar pedida pelo BE, PCP/PEV e PSD.

O Movimento Não às Minas — Montalegre disse que tinha “algumas expectativas” relativamente à apreciação parlamentar do decreto-lei, no entanto, afirmou que foi “com alguma estranheza que tomou conhecimento do texto final da lei, aprovado pelos deputados da Assembleia da República”.

“Muitas das propostas apresentadas em sede de debate parlamentar iam ao encontro de algumas das nossas pretensões, nomeadamente no que diz respeito à preservação das áreas protegidas ou classificadas, da recuperação ambiental, da participação das populações e da distância das prospeções e explorações relativamente às habitações”, salientou.

Com estas alterações legislativas, acrescentou, mudou-se pouco mais que uns “pontos e umas vírgulas”, mas para Montalegre, o concelho com maior área do Parque Nacional da Peneda-Gerês e todo ele Reserva da Biosfera e para a região de Barroso, onde se insere, juntamente com o concelho de Boticas, ambos classificados como Património Agrícola Mundial, “vai continuar tudo igual, ou seja, nada mudou”.

“As populações continuarão desprotegidas. O ambiente continuará desprotegido”, frisou o movimento.

Segundo a organização, no que às áreas protegidas e classificadas diz respeito, as alterações introduzidas no n.º1 do artigo 17.º referem que “a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) elabora uma proposta de áreas a submeter a procedimento concursal devendo excluir do seu âmbito as áreas que integrem a Rede Nacional de Áreas Protegidas, as áreas incluídas na Rede Natura 2000 e as áreas classificadas ao abrigo de instrumento de direito internacional como sejam as Reservas da Biosfera, os sítios Ramsar, os sítios inscritos na Lista de Património Mundial (UNESCO) e os sítios importantes do Património Agrícola Mundial (FAO)”.

“O que sobressai daqui é preocupante. Por um lado, estas áreas classificadas não estarão totalmente protegidas da mineração, pois apenas se faz alusão aos concursos lançados pelo Estado, como é o caso do recente processo relativo ao concurso internacional do lítio, pelo que, a fazer fé no que está escrito, pedidos individuais de empresas não estarão impedidos de incidir sobre estas regiões”, frisou o movimento.

Por outro lado, acrescentou, o termo “devendo excluir” não difere muito do termo “sempre que possível” e de outros semelhantes, utilizados no decreto-lei n.º 30/2021, deixando a porta entreaberta para a entrada das empresas”.

Como positivo, o movimento destacou a inclusão da Avaliação de Impacto Social, “desde que não seja da responsabilidade das próprias empresas concessionárias das explorações, como acontece com o Estudo de Impacto Ambiental”.

E quanto à participação das populações ao longo dos processos, o movimento referiu que a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) “dificulta o acesso aos documentos” e, por outro, em sede de consulta pública, as contribuições e as reivindicações das populações, movimentos e associações, “não são tidas em conta”.

“Como resultado, os processos avançam como se as participações não tivessem existido, numa atitude de profundo desprezo pelas pessoas e pelas instituições”, sublinhou.

Para os concelhos de Montalegre e Boticas foram assinados, segundo o movimento, “sete contratos de exploração”, entre os quais a mina do Barroso, Savannah Resources, a mina do Romano, pela Lusorecursos Portugal Lithium, e a Borralha, pela Minerália – Minas, Geotecnia e Construções.

“Todos estes contratos assinados ficarão de fora das alterações aprovadas pela apreciação parlamentar do Decreto-Lei n.º 30/2021 de 7 de Maio, pois foram assinados sob o chapéu da legislação anterior. É a aplicação da lei no tempo, sem efeitos retroativos”, apontou.

LER MAIS

REGIÕES

PORTO: TESTES ANTIGÉNIO GRÁTIS DENTRO DE DOIS OU TRÊS DIAS — RUI MOREIRA

Os 100 mil testes antigénio que a Câmara do Porto vai disponibilizar gratuitamente até 31 de dezembro aos cidadãos da cidade estarão disponíveis “dentro de dois ou três dias”, revelou hoje Rui Moreira.

Online há

em

nbsp| JORNAL ONLINE

Os 100 mil testes antigénio que a Câmara do Porto vai disponibilizar gratuitamente até 31 de dezembro aos cidadãos da cidade estarão disponíveis “dentro de dois ou três dias”, revelou hoje Rui Moreira.

A declaração do presidente da autarquia ocorreu à margem na inauguração da iluminação de Natal, que decorreu no Palácio de Cristal.

Segundo o independente Rui Moreira, os 100 mil testes “irão ser colocados em zonas cruciais da cidade de forma a que as pessoas possam fazer testes gratuitos (…), contribuindo assim para que as atividades económicas, nomeadamente bares, discotecas e também o futebol, possam funcionar com a normalidade possível”.

“Julgo que dentro de dois ou três dias estarão prontos”, afirmou o autarca sobre este investimento da câmara de “um milhão de euros”, conforme relata o documento a que a Lusa teve acesso ao início da tarde.

Rui Moreira acrescentou decorrerem “contactos com os laboratórios que fazem este tipo de serviço e também com a Cruz Vermelha” a fim de ser montada “uma operação logística de grande envergadura”, bem como perceber “quantos centros” de testagem será necessário criar.

O autarca lembrou que se trata de “testes antigénio que permitirão que as pessoas, nas 48 horas seguintes, possam circular livremente e ir àqueles sítios onde está a ser exigido. E isso inclui, naturalmente, os turistas”.

“Tive o cuidado de falar hoje com a senhora ministra [da Saúde, Marta Temido] que ficou muito satisfeita com a solução que encontrámos”, revelou.

Rui Moreira adiantou, entretanto, que o concerto dos GNR agendado para o último dia do ano no Queimódromo foi antecipado para a véspera, no Pavilhão Rosa Mota.

“Será gratuito para os portadores do cartão Porto ponto. As pessoas terão é de ter a vacinação completa”, assinalou o presidente da câmara, que confirmou terem sido cancelados “todos os festejos de rua, inclusivamente o fogo-de-artifício”.

“Vamos evitar a concentração nas ruas por essa razão. Era nossa intenção fazer o fogo-de-artifício na praia, mas as circunstâncias são o que são e temos de nos ajustar”, justificou o autarca.

LER MAIS

MAIS LIDAS