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PORTO: QUEIMA DAS FITAS OBRIGA A CONDICIONAMENTOS DE TRÂNSITO

A Câmara do Porto adiantou hoje que a Queima das Fitas, que entre 01 e 07 de maio decorre em várias artérias da cidade, além do Queimódromo, vai obrigar a vários condicionamentos e alterações de trânsito.

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A Câmara do Porto adiantou hoje que a Queima das Fitas, que entre 01 e 07 de maio decorre em várias artérias da cidade, além do Queimódromo, vai obrigar a vários condicionamentos e alterações de trânsito.

Em comunicado a autarquia esclarece hoje os condicionamentos e alterações de transito começam no sábado devido à Monumental Serenata, cerimónia que marca o arranque da Queima das Fitas.

Entre as 20:00 de sábado e as 04:00 de domingo, está previsto o corte de via no Campo dos Mártires da Pátria (arruamento sul, no troço compreendido entre a Travessa de S. Bento e a Rua de S. Filipe Nery, e arruamento norte, no troço compreendido entre o n.º 170 e a Rua de S. Filipe Nery).

O estacionamento no Campo dos Mártires da Pátria (arruamento sul, no troço compreendido entre o n.º 1 e a Travessa de S. Bento) estará condicionado.

Já na Rua de S. Bento da Vitória, está prevista uma alteração de sentido (passando o sentido a ser sul-norte) e na Rua da Restauração (lado sul entre a rua Doutor Alberto Aires Gouveia e o Campo Mártires da Pátria) a via terá um estreitamento e as paragens da STCP serão relocalizadas.

No domingo, dia 01 de maio, devido à Missa da Bênção das Pastas, vão decorrer alguns condicionamentos entre as 08:00 e as 14:00, como o corte de via no Campo dos Mártires da Pátria (arruamento sul, no troço compreendido entre a Travessa de S. Bento e a Rua de S. Filipe Nery).

Nesta artéria da cidade, o transito estará também condicionado no troço compreendido entre o n.º 170 e a Rua de S. Filipe de Nery e no troço entre o n.º 1 e a Travessa de S. Bento.

Devido a esta cerimónia, o sentido da Rua de S. Bento da Vitória será também alterado, passando a ser no sentido sul-norte.

Com a passagem do Cortejo, a paragem e o estacionamento estão proibidos entre as 10:00 de dia 03 de maio e a 01:00 de dia 04 de maio na Rua de Camões, na Rua de Gonçalo Cristóvão, na Rua de Alferes Malheiro, na Rua dos Heróis e dos Mártires de Angola, na Praça do General Humberto Delgado, na Avenida dos Aliados, na Rua da Trindade, na Rua de João das Regras, na Rua das Musas e na Rua do Paraíso.

Estes condicionamentos vão também verificar-se na Travessa de S. Brás, na Rua da Regeneração, na Praça da República, na Rua do Dr. Ricardo Jorge, na Rua de Ramalho Ortigão, na Rua de Fernandes Tomás, na Rua do Estêvão, na Rua de Rodrigues Sampaio, na Rua de Guilherme da Costa Carvalho e na Rua de Alexandre Herculano.

Ao mesmo tempo, o transito será proibido na Rua de Camões, Travessa da Senhora da Conceição, Rua dos Heróis e dos Mártires de Angola, Praça da Trindade, Rua do Clube dos Fenianos, Avenida dos Aliados, Praça do General Humberto Delgado, Rua do Dr. António Luis Gomes, Rua da Trindade, Rua de Alferes Malheiro, Rua de Gonçalo Cristóvão, Rua de João das Regras, Travessa da Regeneração, Rua das Musas, Rua do Paraíso, Rua da Regeneração, Praça da República, Rua do Dr. Ricardo Jorge, Rua de Ramalho Ortigão, Rua de Fernandes Tomás, Rua do Estêvão, Rua de Rodrigues Sampaio e na Rua de Guilherme da Costa Carvalho.

Devido ao Cortejo serão estabelecidos “dois sentidos de trânsito”, com supressão do corredor BUS entre as 12:00 de terça-feira e a 01:00 de quarta-feira na Rua de Antero de Quental (no troço entre o Largo da Lapa e a Travessa de Antero de Quental).

Já no Largo da Lapa, Rua da Lapa e Praça da República serão estabelecidos, no mesmo período, dois sentidos de transito.

Por sua vez, na Rua do Paraíso, Rua do Almada, Rua de José Falcão e na Praça de Guilherme Gomes Fernandes será estabelecido no mesmo horário, um sentido único da via (norte-sul), à semelhança do que acontecerá na Praça de D. Filipa de Lencastre (via de sentido único nascente-poente).

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VILA REAL: GRANIZO PROVOCA ESTRAGOS EM CAMPOS AGRÍCOLAS EM CAMPEÃ

A chuva intensa e a queda de granizo provocaram hoje estragos em campos agrícolas de milho e batata e poderão ter afetado a produção de castanha no vale da Campeã, em Vila Real, segundo o presidente da junta.

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A chuva intensa e a queda de granizo provocaram hoje estragos em campos agrícolas de milho e batata e poderão ter afetado a produção de castanha no vale da Campeã, em Vila Real, segundo o presidente da junta.

Jorge Maio, presidente da Junta da Campeã e da Associação de Agricultores do Concelho de Vila Real, descreveu à agência Lusa cerca de 30 minutos de uma intensa queda de granizo e de chuva forte que afetaram os campos agrícolas deste vale.

A tempestade atingiu esta região pelas 17:30.

“Tudo que é batata e milho ficou destruído”, referiu, salientado que nesta freguesia ainda há pessoas que vivem só da agricultura e outras que cultivam para consumo próprio.

O autarca acredita que “cerca de 90%” da produção agrícola neste território ficou destruída, no entanto advertiu que se está a proceder a um levantamento dos prejuízos.

“A trovoada começou a vir muito forte, veio um granizo muito grande e o vento e atirou com tudo ao chão. O milho está todo esfarrapado, as batatas estão todas deitadas, o cebolo está todo partido. Enfim, uma miséria, anda a gente a trabalhar para nada”, afirmou à Lusa o agricultor José Coelho, de Vila Nova, na zona da Campeã.

O milho é usado para alimentação dos animais, nomeadamente o gado bovino para produção de leite, ainda ovelhas ou galinhas.

Jorge Maio salientou ainda que, nesta altura, os castanheiros estão na fase de floração, pelo que se prevê, também, que a produção deste ano fique afetada.

O autarca disse que o mau tempo provocou ainda a queda de ramos de algumas árvores, que foi arrastado muito lixo para as estradas, estando-se a proceder à desobstrução das vias, e que duas casas já em ruínas ficaram em “risco de queda”.

Caiu ainda granizo em outras localidades do concelho, como Torgueda ou Pena.

O mau tempo cruzou o distrito de Vila Real e há também registo de queda de granizo nos concelhos de Chaves e de Vila Pouca de Aguiar.

Os distritos de Vila Real, Bragança, Viseu e Guarda estiveram hoje, entre as 14:00 e as 21:00, sob aviso amarelo devido à previsão de aguaceiros por vezes fortes de granizo e acompanhados de trovoada e rajadas de vento forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

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LEIRIA: QUASE 78 MIL UTENTES SEM MÉDICO DE FAMÍLIA NO DISTRITO

Quase 78 mil utentes do distrito de Leiria não têm médico de família, segundo informação do Ministério da Saúde remetida ao PSD, que requereu a informação junto da Assembleia da República.

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Quase 78 mil utentes do distrito de Leiria não têm médico de família, segundo informação do Ministério da Saúde remetida ao PSD, que requereu a informação junto da Assembleia da República.

No Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Pinhal Interior, que abrange os concelhos de Alvaiázere, Ansião, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande, “existem 3.401 utentes sem médico de família atribuído”, o que “correspondem a 10% dos utentes inscritos”.

Já no ACES Pinhal Litoral (Batalha, Leiria, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós), há 36.547 utentes inscritos sem médico de família.

Quanto ao número de profissionais de saúde em falta nestes cinco concelhos, a lista enviada ao PSD aponta para 20 médicos de medicina geral e familiar, 16 enfermeiros e 21 assistentes técnicos.

No sul do distrito, no ACES Oeste Norte (Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos e Peniche), “existe atualmente um total de 37.959 utentes ainda sem médico de família atribuído”.

“Com vista a suprir a carência de profissionais médicos (…), a direção executiva do ACES Oeste Norte, em articulação com a ARS [Administração Regional de Saúde], está a promover diligências no sentido do reforço de recursos médicos especializados, de modo a permitir a atribuição de médicos de família à totalidade dos utentes daquelas localidades”, lê-se na resposta enviada aos sociais-democratas.

De acordo com o documento, nestes seis concelhos é “atualmente necessário o recrutamento” de 23 médicos.

Na semana passada, numa vigília realizada em Leiria, foi anunciado que no ACES Pinhal Litoral existiam quase 40 mil utentes sem médico de família.

“Temos no ACES [Agrupamento de Centros de Saúde] Pinhal Litoral 39.526 utentes sem médico de família. Isto é absolutamente vergonhoso, lastimável e preocupa-nos a todos”, afirmou Maria Felício, médica interna de Medicina Geral e Familiar numa Unidade de Saúde Familiar na Marinha Grande, uma das promotoras da vigília.

Segundo Maria Felício, “o ACES solicitou 30 vagas, foram atribuídas oito”, o que classificou igualmente como “absolutamente vergonhoso”.

“Portanto, como é que é possível que se espere que os portugueses tenham um atendimento e um acompanhamento adequado a nível do SNS [Serviço Nacional de Saúde]?”, questionou Maria Felício.

“Neste momento, temos listas de profissionais de médicos de família que estão absolutamente repletas. Todos os profissionais têm entre 1.700, 1.800, 1.900 utentes a seu cargo. Isto já é um desafio quase sobre-humano de conseguir dar a resposta adequada”, declarou a médica.

Já Helder Balouta, também médico interno numa Unidade de Saúde Familiar em Pombal, alertou, na mesma ocasião, que, “abrindo só oito vagas”, face às “reformas [de clínicos] que vai haver nos próximos anos”, aquelas são “manifestamente insuficientes”.

Presente na vigília, Rui Passadouro, vogal do Conselho Clínico e de Saúde do ACES Pinhal Litoral, destacou, referindo-se aos quase 40 mil utentes sem médico de família, que “há mais de 10 anos” que a região não tinha “esta situação assim tão desequilibrada”.

“[São] 1.700 pessoas vezes 22 lugares que vão ficar em falta mais os médicos que se vão reformar entretanto. Estamos numa situação crítica”, garantiu Rui Passadouro.

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PAMPILHOSA DA SERRA: AUTARQUIA CONTRA A PROSPEÇÃO DE MINERAIS EM MINA A CÉU ABERTO

O Município da Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, anunciou hoje discordar da prospeção e pesquisa de depósitos minerais em mina a céu aberto, após um pedido de parecer por parte da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

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O Município da Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, anunciou hoje discordar da prospeção e pesquisa de depósitos minerais em mina a céu aberto, após um pedido de parecer por parte da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

A Câmara Municipal da Pampilhosa da Serra reuniu na segunda-feira para que se pudesse pronunciar sobre o novo pedido de parecer, por parte da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), acerca da atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de depósitos minerais numa área situada nos concelhos de Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Oleiros (distrito de Castelo Branco) e Pampilhosa da Serra (do distrito de Coimbra), referiu o município, numa nota de imprensa enviada à agência Lusa.

O pedido de parecer, que deu entrada nos serviços municipais na quarta-feira, remete para a designada área “Raposa” que, no concelho de Pampilhosa da Serra, “ocupa a bacia do Rio Zêzere que vai desde Dornelas do Zêzere, subindo até à Portela de Unhais e Barragem de Santa Luzia, terminando em Janeiro de Baixo”, recordou o Município da Pampilhosa da Serra.

Segundo a autarquia, no ano de 2019, a Direção-Geral de Energia e Geologia questionou a Câmara sobre se concordava ou não com uma licença de prospeção deste tipo de minérios, designadamente “ouro, cobre, estanho, volfrâmio, mas sobretudo o lítio”, tendo sido dado, de forma unânime, parecer desfavorável por parte da Câmara Municipal e da Assembleia Municipal.

Esta decisão é fundamentada pelo facto de se “estar a falar de uma exploração a céu aberto”, algo que, em última instância, se assemelha a uma pedreira e que é incompatível com um concelho “que se quer afirmar, em termos turísticos, em termos de natureza” e que pretende salvaguardar os seus “recursos naturais e paisagísticos”, disse, citado na nota de imprensa, o presidente da Câmara Municipal da Pampilhosa da Serra, Jorge Custódio.

O autarca admitiu que se continua “a achar que as desvantagens que iria trazer seriam sempre muito maiores, avançando num sentido de maior desertificação e colocando todas as aldeias da referida área num local pouco aprazível para viver”.

Jorge Custódio registou, “com agrado” que, à semelhança de 2019, “a decisão voltou outra vez a ser unânime”, demonstrando que “não importa se é do partido A ou do partido B, porque o que está aqui em causa é o desenvolvimento e a defesa do território”.

O autarca disse ainda esperar que na próxima Assembleia Municipal extraordinária, convocada para segunda-feira, também os deputados municipais “se manifestem de forma unânime a favor desta decisão”.

O presidente da Câmara Municipal apelou à ajuda dos pampilhosenses para marcar posição, referindo que “ninguém gostaria de ter uma coisa destas à sua porta” e que todos são “poucos para defender este interesse do concelho e do nosso território”.

“Se estragarmos o que a mãe natureza nos deixa de melhor, não estamos a estragar o nosso património, estamos a estragar o património dos nossos filhos e dos nossos netos”, concluiu.

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PORTO: UM GUARDA PRISIONAL E DOIS RECLUSOS ACUSADOS DE TRÁFICO DE DROGA

O Ministério Público (MP) acusou um guarda prisional do Estabelecimento Prisional (EP) do Porto e dois reclusos imputando-lhes a prática de um crime de tráfico de estupefacientes agravado, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional (PGR) do Porto.

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O Ministério Público (MP) acusou um guarda prisional do Estabelecimento Prisional (EP) do Porto e dois reclusos imputando-lhes a prática de um crime de tráfico de estupefacientes agravado, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional (PGR) do Porto.

Numa nota publicada na sua página na Internet, a PGR-P refere que um guarda prisional, com funções de chefia, e um dos arguidos reclusos engendraram um plano para introduzir no EP do Porto estupefaciente, com vista à comercialização aos outros reclusos.

O despacho do MP proferido a 25 de junho refere que, no dia 31 de julho de 2019, aqueles dois arguidos “introduziram no estabelecimento prisional duas placas de haxixe, com o peso de 197,286 gramas”.

Uma vez que o arguido recluso não tinha acesso ao compartimento onde exercia funções o guarda prisional, estes arguidos, diz a acusação, solicitaram a ajuda de um terceiro arguido para recolher o estupefaciente junto do guarda prisional e entregá-lo ao arguido a quem incumbia a distribuição do produto, a troco do pagamento da quantia de 25 euros por cada placa.

“Perante as movimentações suspeitas do arguido que fez a recolha do estupefaciente, este acabou por ser abordado por outros guardas prisionais, tendo atirado o estupefaciente para o chão no momento em que se preparava para ser revistado”, conclui a nota da PGR-P.

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