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PORTUGAL APOIOU A UCRÂNIA COM MAIS DE MIL TONELADAS DE EQUIPAMENTO MILITAR

O primeiro-ministro realçou hoje que Portugal já entregou à Ucrânia mais de mil toneladas de material militar, entre carros de combate Leopard 2 ou sistemas de drones, e mostrou-se empenhado em agilizar e acelerar processos de envio.

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O primeiro-ministro realçou hoje que Portugal já entregou à Ucrânia mais de mil toneladas de material militar, entre carros de combate Leopard 2 ou sistemas de drones, e mostrou-se empenhado em agilizar e acelerar processos de envio.

Este dado foi avançado por Luís Montenegro na conferência de imprensa conjunta com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em São Bento, Lisboa, depois de os dois países terem assinado um acordo de cooperação de segurança no domínio bilateral. Um acordo com um prazo de dez anos, mas com a possibilidade, se necessário, de ser prorrogado.

Perante os jornalistas, Luís Montenegro defendeu que o acordo agora assinado com a Ucrânia se caracteriza por ser “transversal, porque abrange domínios como a cultura, a ciência, a economia, a política ou a formação”.

“O nosso compromisso contribui para a interoperabilidade global das forças de segurança da Ucrânia com NATO e também visa o apoio a parcerias ao nível das indústrias de defesa. Esta é uma ajuda de Portugal multifacetada, que, do ponto de vista quantitativo — embora esse não seja o aspeto mais importante — ascende já hoje a mais de 250 milhões de euros”, estimou o líder do executivo português.

Para este ano, de acordo com Luís Montenegro, os compromissos de apoio militar ascendem a 126 milhões de euros, entre contribuições em espécie e financeira nos planos bilateral e multilateral, designadamente no âmbito da União Europeia, NATO e outras instâncias internacionais”.

“Até ao momento, entregámos mais de mil toneladas de material militar”, incluindo carros de combate Leopard 2, sistemas de veículos aéreos não tripulados, veículos blindados de transporte pessoal M113 e veículos blindados de socorro médico M577. Tentaremos acelerar os processos de entrega de material, porque estamos cientes das necessidades do povo e do exército ucraniano”, declarou o líder do executivo — uma ideia que, aliás, repetiu para realçá-la no final da conferência de imprensa.

Na cooperação ao nível de aviões caças F16, Luís Montenegro destacou a formação e apoio a técnicos e pilotos ucranianos.

Neste contexto, apontou que Portugal integra a coligação internacional de capacidades marítimas e os programas de aquisição conjunta de munições de grande calibre. A presença de Portugal nestes programas, segundo as estimativas do executivo de Lisboa, traduz-se num apoio na ordem dos 100 milhões de euros.

Luís Montenegro referiu depois que a ajuda humanitária nacional ronda os cinco milhões de euros e que Portugal destinou mais dez milhões de euros no quadro de iniciativas de auxílio à Ucrânia.

“No acolhimento de refugiados, em Portugal, foram destinados 92 milhões de euros para habitação, cuidados de saúde, apoio ao emprego, inclusão no ensino (inclusivamente no Ensino Superior) e para o apoio à integração de imigrantes. Nos últimos meses, tivemos mais de 60 mil pedidos de proteção temporária de cidadãos ucranianos, foram deferidos cerca de 50 mil. Mas não nos esquecemos de tantos milhares de ucranianos que j+a tinham escolhido Portugal para viver mesmo antes desta guerra”, observou.

No plano político, Luís Montenegro fez questão de transmitir a seguinte mensagem a Volodymyr Zelensky: “No primeiro dia do meu mandato como primeiro-ministro falei consigo para reiterar o apoio e a solidariedade de Portugal em relação à Ucrânia ao nível político, financeiro, jurídico e humanitário”.

“Assumi esse compromisso pelo tempo que for necessário e hoje tive a oportunidade de lhe reafirmar e de lhe dar nota da disponibilidade de Portugal de estar ao lado da Ucrânia, numa perspetiva bilateral, mas também na União Europeia, NATO e Nações Unidas. Estamos empenhados em contribuir para a reconstrução da Ucrânia. Estamos perante um combate que, sendo travado na Ucrânia, é um combate de todos nós: É o combate da liberdade, da democracia e de uma clara rejeição do uso da força, ou da utilização da lei do mais forte para resolver disputas internacionais”, acrescentou.

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INTERNACIONAL

PAPA FRANCISCO PEDE QUE SE REZE PELA PAZ NO MUNDO

O Papa Francisco pediu hoje que se continue a rezar pela paz na República Democrática do Congo, na Ucrânia, na Terra Santa, no Sudão, em Mianmar e em todos os lugares onde a guerra está a causar sofrimento.

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O Papa Francisco pediu hoje que se continue a rezar pela paz na República Democrática do Congo, na Ucrânia, na Terra Santa, no Sudão, em Mianmar e em todos os lugares onde a guerra está a causar sofrimento.

Na oração dominical do Angelus na praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco falou das “tristes notícias de confrontos e massacres” que tem recebido e apelou à paz no mundo.

“Tenho recebido tristes notícias na parte oriental da República Democrática do Congo. Apelo às autoridades nacionais e às comunidades internacionais para que façam todo o possível para acabar com a violência e salvaguardar as vidas dos civis”, disse.

Debruçado na janela do palácio papal, Francisco disse que entre as vítimas “muitas são cristãs e morreram como mártires”.

“O seu sacrifício é uma semente que germina e nos ensina a dar testemunho do Evangelho com coragem e coerência”, referiu.

Mais tarde, pediu também para se continuar a rezar pela paz na “martirizada” Ucrânia, na Terra Santa, no Sudão, em Mianmar e “em todos os lugares onde as pessoas sofrem com a guerra”.

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ZELENSKY AGRADECE ATRIBUIÇÃO DE 50 MIL MILHÕES DE DÓLARES PELO G7

A cimeira do grupo dos sete países mais ricos do mundo (G7) deu um apoio claro à Ucrânia com um pacote de 50 mil milhões de dólares, anunciou na rede social X o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

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A cimeira do grupo dos sete países mais ricos do mundo (G7) deu um apoio claro à Ucrânia com um pacote de 50 mil milhões de dólares, anunciou na rede social X o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Cimeira do G7. Apoio inequívoco à Ucrânia, ao direito internacional e a uma paz justa”, afirmou o líder ucraniano, publicando uma foto com os líderes mundiais durante o encontro, que decorre em Itália.

“Todos os dias reforçamos as nossas posições e a nossa defesa da vida”, afirmou.

O pacote de apoio de 46,3 mil milhões de euros será financiado pelos juros sobre os ativos russos congelados.

“Cada reunião serve o objetivo de dar à Ucrânia novas oportunidades de vitória. Estou grato a todos os nossos parceiros”, acrescentou ainda Zelensky.

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