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INTERNACIONAL

RÚSSIA DIZ QUE ATACOU 500 ALVOS ENTRE OS QUAIS 17 DEPÓSITOS DE ARMAMENTO

As forças russas realizaram na noite de terça-feira mais de 500 ataques contra alvos militares na Ucrânia e destruíram 17 depósitos de munições, além de 59 unidades de material militar, divulgou hoje o Ministério da Defesa russo.

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As forças russas realizaram na noite de terça-feira mais de 500 ataques contra alvos militares na Ucrânia e destruíram 17 depósitos de munições, além de 59 unidades de material militar, divulgou hoje o Ministério da Defesa russo.

De acordo com o porta-voz militar russo, general Igor Konashenkov, durante a noite de terça-feira a aviação russa atingiu 93 alvos, incluindo dois postos de comando, 69 áreas com regimentos de soldados e material militar, além de três depósitos de munições das Forças Armadas ucranianas.

Além disso, tropas com foguetes e unidades de artilharia atacaram 407 áreas com regimentos de soldados e material militar, destruíram 13 postos de comando, quatro posições de sistemas de mísseis antiaéreos Osa-AKM e 14 depósitos de munições.

Como resultado dos ataques, a Rússia matou mais de 280 soldados e destruiu 59 unidades de material militar, segundo Konashenkov.

Da mesma forma, os sistemas de defesa aérea destruíram nove ‘drones’ ucranianos durante a noite de terça-feira, incluindo quatro perto da vila de Balakliya, na região de Kharkiv; três perto de Rubizhne, em Lugansk; um outro perto da Ilha Zmeiny (Ilha da Serpente) e um Bayraktar-TB2 de fabricação turca perto de Arkhangelsk, na região de Mykolaiv.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de três mil civis, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A ofensiva militar causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, das quais mais de 5,6 milhões para fora do país, de acordo com a ONU.

Esta é a pior crise de refugiados na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945) e as Nações Unidas calculam que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

INTERNACIONAL

COMO SERIA DE ESPERAR RUSSOS ANUNCIAM VITÓRIA DO ‘SIM’ NOS REFERENDOS

As autoridades pró-Rússia nas regiões ucranianas de Zaporijia, Kherson e Lugansk reivindicaram hoje uma vitória do “sim” à anexação pela Rússia, estando ainda a aguardar-se pelos resultados da quarta região ucraniana ocupada pela Federação Russa.

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As autoridades pró-Rússia nas regiões ucranianas de Zaporijia, Kherson e Lugansk reivindicaram hoje uma vitória do “sim” à anexação pela Rússia, estando ainda a aguardar-se pelos resultados da quarta região ucraniana ocupada pela Federação Russa.

De acordo com autoridades eleitorais instaladas pela Rússia nas quatro regiões, 93,11% dos cidadãos de Zaporijia votaram a favor da anexação à Rússia, após a contagem de 100% dos boletins de voto.

Na região de Kherson, a administração de Moscovo informou que 87,05% dos eleitores votaram a favor do “sim” à anexação, tendo sido também contados todos os votos.

Pouco depois, as autoridades em Lugansk também anunciaram a vitória do “sim”, enquanto a contagem na quarta região ucraniana onde também se realizou um “referendo”, o Donbass (leste), continua, apesar de as autoridades já terem anunciado que “o sim prevaleceu largamente”.

Hoje, a presidência russa (Kremlin) voltou a ameaçar com o uso de armas nucleares para defender os territórios em causa.

Os referendos, contestados tanto por Kiev como pelo Ocidente, deverão servir de pretexto para Moscovo anexar as quatro regiões, o que poderá acontecer já na sexta-feira.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kouleba, ignorou os números relativos à votação, que foram sendo anunciados durante o dia, e assegurou que “não muda nada” nas ações militares de Kiev.

Os aliados da Ucrânia também denunciaram estas votações, organizadas com caráter de urgência pela Rússia face ao progresso das forças de Kiev.

O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Políticos reiterou, numa reunião do Conselho de Segurança sobre os “referendos” de anexação hoje realizada, o apoio da ONU à “integridade territorial da Ucrânia” e das “suas fronteiras reconhecidas”.

O G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) prometeu “jamais reconhecer” os resultados enquanto Washington garantiu que dará “uma resposta severa” através de novas sanções económicas.

Em 2014, a Rússia usou o resultado de um referendo realizado sob ocupação militar para legitimar a anexação da península ucraniana da Crimeia, no Mar Negro.

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INTERNACIONAL

DINAMARCA CONSIDERA ‘AÇÕES DELIBERADAS’ FUGAS NOS GASODUTOS NORD STREAM

A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, considerou hoje as fugas identificadas nos gasodutos submarinos Nord Stream no mar Báltico “ações deliberadas” por criminosos desconhecidos, juntando-se assim a outros líderes que apontaram para uma possível sabotagem.

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A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, considerou hoje as fugas identificadas nos gasodutos submarinos Nord Stream no mar Báltico “ações deliberadas” por criminosos desconhecidos, juntando-se assim a outros líderes que apontaram para uma possível sabotagem.

Questionada se um incidente constituiu um ataque à Dinamarca, Frederiksen respondeu que não, porque as fugas aconteceram em águas internacionais.

A primeira explosão foi registada na segunda-feira a sudeste da ilha dinamarquesa de Bornholm, segundo o diretor da Rede Sísmica Nacional Sueca, Bjorn Lund.

Um segundo rebentamento mais forte a nordeste da ilha naquela noite equivaleu a um sismo de magnitude 2,3 na escala de Richter.

As estações sísmicas na Dinamarca, Noruega e Finlândia também registaram as explosões.

Frederiksen disse que “não há informações sobre quem poderia estar por trás” do sucedido.

Na quarta-feira, o ministro da Defesa dinamerquês, Morten Bødskov, vai viajar para Bruxelas para se encontrar com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, para falar sobre o assunto.

Também o ministro do Petróleo e da Energia norueguês, Terje Aasland, juntou-se à torrente de suspeitas de sabotagem.

“O Governo norueguês está a acompanhar os eventos no mar Báltico, onde há fugas de gás do Nord Stream 1 e do Nord Stream 2. De acordo com informações recolhidas até agora, indica atos de sabotagem”, observou Aasland.

Durante a tarde do hoje, o primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, também considerou o incidente de “ato de sabotagem”.

“A era do domínio russo no setor do gás está a chegar ao fim. Uma era marcada por chantagens, ameaças e roubos”, declarou Morawiecki.

Por seu turno, os Estados Unidos declararam-se hoje “prontos” para ajudar os seus parceiros europeus a solucionar as fugas identificadas nos gasodutos submarinos Nord Stream no mar Báltico.

“Os nossos parceiros europeus estão a realizar uma investigação. Nós estamos prontos para apoiar os seus esforços”, declarou hoje o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, através de um porta-voz, a propósito das fugas detetadas nos gasodutos submarinos Nord Stream no mar Báltico.

Recusando-se a “especular” sobre as causas de tais fugas numa infraestrutura essencial para o abastecimento de gás russo, o porta-voz acrescentou: “Isso ilustra a importância dos nossos esforços conjuntos para encontrar fornecimentos de gás alternativos para a Europa”.

Um instituto sísmico sueco anunciou hoje que a Suécia detetou duas explosões submarinas, “muito provavelmente devido a detonações”, perto dos locais onde foram detetadas fugas nos gasodutos que transportam gás russo para a Europa.

As autoridades dinamarquesas e suecas detetaram fugas no gasoduto Nord Stream 1, que a Rússia encerrou no início de setembro, e no gasoduto Nord Stream 2, que nunca foi posto em funcionamento, devido à falta de autorização da Alemanha, na sequência da invasão russa da Ucrânia, a 24 de fevereiro.

Apesar de não estarem operacionais, os dois gasodutos operados por um consórcio da gigante russa Gazprom estavam cheios de gás.

A Ucrânia acusou hoje a Rússia de responsabilidade pelas fugas nos gasodutos, denunciando um “ataque terrorista” contra a União Europeia.

“A fuga de gás em grande escala do Nord Stream 1 não é mais do que um ataque terrorista planeado pela Rússia e um ato de agressão contra a União Europeia”, disse o conselheiro presidencial ucraniano Mykhailo Podoliak no Twitter, citado pela agência de notícias francesa AFP.

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INTERNACIONAL

NATO ANALISARÁ ‘ATENTAMENTE’ SITUAÇÃO DOS GASODUTOS NORD STREAM

O secretário-geral da NATO considerou hoje “extremamente importante” esclarecer todos os factos sobre as fugas detetadas nos gasodutos russos Nord Stream 1 e 2, afirmando que a organização “acompanhará de perto” a questão nos próximos dias.

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O secretário-geral da NATO considerou hoje “extremamente importante” esclarecer todos os factos sobre as fugas detetadas nos gasodutos russos Nord Stream 1 e 2, afirmando que a organização “acompanhará de perto” a questão nos próximos dias.

“É extremamente importante pôr todos os factos em cima da mesa e, para tal, é algo que acompanharemos de perto nas próximas horas e nos próximos dias, em estreita cooperação com os aliados da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte) e o nosso parceiro, convidado, que em breve se tornará membro da NATO, a Suécia”, declarou Jens Stoltenberg.

O responsável da Aliança Atlântica (o bloco de defesa ocidental) pronunciou-se sobre esta matéria durante uma reunião do grupo social-democrata do Parlamento Europeu (PE) a que assistiu.

Stoltenberg sublinhou que a Aliança acompanha “com grande preocupação” as informações sobre as fugas nos gasodutos russos e insistiu que a organização transatlântica “monitorizará de perto” a situação, “em estreito contacto” com a Dinamarca e a Suécia, afirmando que agora a Rússia “está a usar a energia como arma”.

“Usar a energia como um instrumento num conflito armado tem consequências para todos nós, como um forte aumento nos preços da energia e também um aumento da inflação”, sublinhou.

As suspeitas de possível sabotagem pairam sobre as três fugas identificadas nos gasodutos russos Nord Stream 1 e Nord Stream 2, que “alarmaram” o Kremlin e fizeram com que a Dinamarca decretasse uma emergência nos setores da eletricidade e do gás no país. Ambos os gasodutos se encontravam fora de serviço antes das fugas, mas cheios de gás.

As autoridades dinamarquesas tinham inicialmente informado de uma fuga no Nord Stream 2, em águas dinamarquesas no mar Báltico, e, posteriormente, indicaram haver mais duas fugas no Nord Stream 1, uma em águas do país nórdico e outra nas da vizinha Suécia, perto da ilha de Bornholm.

“Nenhuma versão deve ser descartada”, disse o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, na sua conferência de imprensa telefónica diária, ao ser questionado sobre se se tratará de um caso de sabotagem.

Informações procedentes de círculos de segurança na Alemanha sustentam que há muitos indícios que apontam para que os gasodutos tenham sido deliberadamente danificados num ato de sabotagem, escreveu o diário Tagesspiegel.

O Serviço Sísmico Nacional Sueco indicou hoje que foram detetadas duas explosões perto do local onde ocorreram as fugas nos gasodutos russos Nord Stream 1 e 2, em águas do Báltico.

As explosões submarinas foram registadas pouco antes de se identificar estas fugas incomuns.

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EUA ‘PRONTOS’ A APOIAR EUROPA EM FUGAS NOS GASODUTOS NORD STREAM

Os Estados Unidos declararam-se hoje “prontos” para ajudar os seus parceiros europeus a solucionar as fugas identificadas nos gasodutos submarinos Nord Stream no mar Báltico.

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Os Estados Unidos declararam-se hoje “prontos” para ajudar os seus parceiros europeus a solucionar as fugas identificadas nos gasodutos submarinos Nord Stream no mar Báltico.

“Os nossos parceiros europeus estão a realizar uma investigação. Nós estamos prontos para apoiar os seus esforços”, declarou hoje o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, através de um porta-voz, a propósito das fugas detetadas nos gasodutos submarinos Nord Stream no mar Báltico.

Recusando-se a “especular” sobre as causas de tais fugas numa infraestrutura essencial para o abastecimento de gás russo, o porta-voz acrescentou: “Isso ilustra a importância dos nossos esforços conjuntos para encontrar fornecimentos de gás alternativos para a Europa”.

Um instituto sísmico sueco anunciou hoje que a Suécia detetou duas explosões submarinas, “muito provavelmente devido a detonações”, perto dos locais onde foram detetadas fugas nos gasodutos que transportam gás russo para a Europa.

Uma primeira “emissão maciça de energia” de magnitude 1,9 foi registada na noite de domingo às 02:03 locais (01:03 em Lisboa), no sudeste da ilha dinamarquesa de Bornholm, indicou Peter Schmidt, da Rede Nacional Sísmica Sueca.

O instituto sueco registou uma segunda ocorrência de magnitude 2,3 às 19:04 locais de segunda-feira (18:04 em Lisboa), no nordeste da ilha.

“Interpretamo-las como procedentes com a maior probabilidade de alguma forma de explosão”, afirmou Schmidt.

As autoridades dinamarquesas e suecas detetaram fugas no gasoduto Nord Stream 1, que a Rússia encerrou no início de setembro, e no gasoduto Nord Stream 2, que nunca foi posto em funcionamento, devido à falta de autorização da Alemanha, na sequência da invasão russa da Ucrânia, a 24 de fevereiro.

Apesar de não estarem operacionais, os dois gasodutos operados por um consórcio da gigante russa Gazprom estavam cheios de gás.

A Ucrânia acusou hoje a Rússia de responsabilidade pelas fugas nos gasodutos, denunciando um “ataque terrorista” contra a União Europeia.

“A fuga de gás em grande escala do Nord Stream 1 não é mais do que um ataque terrorista planeado pela Rússia e um ato de agressão contra a União Europeia”, disse o conselheiro presidencial ucraniano Mykhailo Podoliak no Twitter, citado pela agência de notícias francesa AFP.

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