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VILA REAL: NOVO “SILO AUTO” CUSTOU 4,5 MILHÕES PARA 285 VIATURAS
Foi inaugurado esta terça-feira o novo parque de estacionamento de Vila Real. O “silo auto”, situado junto ao Seminário, representou um investimento de 4,5 milhões de euros e oferece 285 lugares. O presidente da Câmara, Alexandre Favaios, anunciou ainda a criação de um novo parque nos Ferreiros e dois parques periféricos gratuitos.
A cidade de Vila Real conta, a partir desta terça-feira, 9 de dezembro, com uma nova resposta para o estacionamento no centro urbano. O novo “silo auto”, localizado numa zona de grande pressão junto ao Seminário e ao Mercado Municipal, foi inaugurado e disponibiliza 285 lugares distribuídos por cinco pisos.
A infraestrutura representa um investimento de 4,5 milhões de euros, suportado integralmente pela empresa ESSE, concessionária do estacionamento tarifado na cidade por um período de 25 anos. O acesso ao novo parque é pago, visando garantir a rotatividade numa área crucial para residentes, trabalhadores e visitantes.
“Este espaço novo, que está muito bem equipado, será certamente uma excelente resposta às necessidades de estacionamento nesta zona”, afirmou Alexandre Favaios, presidente da Câmara Municipal, durante a cerimónia.
O autarca socialista aproveitou a ocasião para desenhar o futuro da mobilidade na cidade, garantindo que o município procura “respostas diferenciadas”. Nesse sentido, anunciou o arranque, ainda este ano, da infraestruturação do piso -5 do antigo “Hotel do Parque”, na Rua dos Ferreiros. Este espaço criará 104 lugares (50 no edifício e 54 no logradouro), privilegiando os moradores, mas acessível à comunidade.
Alexandre Favaios adiantou ainda que já existe verba em orçamento para adquirir terrenos destinados a dois parques de estacionamento periféricos. As localizações prováveis são a Entrada Norte (para quem vem de Chaves) e a zona de Mateus. Ao contrário do silo, estes parques serão gratuitos, funcionando como complemento para retirar trânsito do centro.
Para suportar estas decisões, a autarquia vai avançar com um estudo de trânsito para analisar os novos fluxos, dado que a intervenção em mais de 80 artérias nos últimos anos “alterou as dinâmicas existentes no concelho”.
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