A Guarda Nacional Republicana assinala o Dia Mundial do Ambiente com um balanço da atividade operacional. No último ano, a força de segurança registou 6.798 processos-crime e 20.535 autos de contraordenação, reforçando o apelo à prevenção e à denúncia de práticas lesivas para os ecossistemas.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, a Guarda Nacional Republicana divulgou dados relativos à fiscalização e proteção da natureza em Portugal. Durante o ano transato, a instituição contabilizou mais de vinte e sete mil infrações, divididas entre crimes e contraordenações ambientais. A par da vertente repressiva, a GNR destacou o papel da Linha SOS Ambiente e Território, que em 2025 processou 15.546 denúncias.
Este canal de comunicação, estabelecido em 2002, permanece disponível ininterruptamente para a receção de alertas sobre irregularidades. O balanço operacional aponta ainda para a realização de 6.196 ações de sensibilização, que envolveram cerca de 113 mil cidadãos. Segundo a força de segurança, as principais ameaças identificadas incluem a degradação de habitats naturais, a poluição, o abandono de resíduos e a ocorrência de incêndios rurais. A GNR sublinha que estes resultados demonstram a persistência de comportamentos prejudiciais à conservação da natureza e à gestão sustentável dos recursos.
A proteção do meio ambiente é apresentada como uma responsabilidade coletiva, sendo essencial a adoção de práticas que minimizem o impacto negativo na vida selvagem.
Os contactos para denúncia incluem o número 808 200 520 e plataformas digitais específicas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), que permitem uma intervenção célere das autoridades competentes na preservação do património natural português.



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