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ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: INVERNO MAIS QUENTE NO BRASIL DESDE 1952

Os termómetros continuaram a subir em grande parte do Brasil, devido a uma onda de calor invulgar em pleno inverno austral, cujos efeitos se fazem sentir especialmente no sudeste do país.

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Os termómetros continuaram a subir em grande parte do Brasil, devido a uma onda de calor invulgar em pleno inverno austral, cujos efeitos se fazem sentir especialmente no sudeste do país.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) do Brasil emitiu um alerta para esta onda de calor atípica, que resultou em temperaturas 5° graus acima no normal máximo e níveis de humidade muito baixos.

As previsões indicam que, entre hoje e quinta-feira, a cidade de São Paulo, a mais populosa do país, com 12 milhões de habitantes, poderá registar os dias mais quentes do ano em pleno inverno.

A capital paulista deverá mesmo atingir hoje uma temperatura recorde para agosto, ultrapassando os 33,1 graus registados no mesmo mês em 1952.

O Rio de Janeiro, a cidade mais turística do Brasil, também sofreu hoje com o aumento das temperaturas, situação que os moradores tentam amenizar com um banho de mar nas icónicas praias de Copacabana e Ipanema.

No Gama, no Distrito Federal de Brasília, chegou a 32 graus pela manhã, com uma taxa de humidade de apenas 15%, embora o calor seja mais comum no centro do Brasil nesta época tradicionalmente seca do ano.

É também um mês seco na região amazónica, embora alguns locais registem temperaturas acima do normal, como é o caso de Manaus, onde hoje se registou mais um dia abrasador, depois de no domingo se ter registado o dia mais quente do ano (37,4º).

De acordo com o Instituto Brasileiro de Meteorologia, o calor começará a diminuir entre quinta-feira e sexta-feira devido à chegada de uma frente fria.

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TRUMP PROMETE A ZELENSKY “ACABAR COM A GUERRA NA UCRÂNIA” SE FOR PRESIDENTE

O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

Trump afirma frequentemente que seria capaz de colocar um termo ao conflito na Ucrânia, muito rapidamente, se regressar ao poder após as presidenciais de novembro, mas sem explicar como o faria.

Os seus frequentes elogios ao presidente russo, Vladimir Putin, bem como as suas críticas a outros países membros da NATO, causam preocupações entre os aliados ocidentais da Ucrânia.

Os Estados Unidos, sob a presidência de Joe Biden, são o maior doador de ajuda militar a Kiev e uma vitória de Donald Trump poderia colocar em risco qualquer ajuda e enfraquecer a posição ucraniana no campo de batalha.

Volodymyr Zelensky confirmou o telefonema, durante o qual felicitou o multimilionário pela sua investidura oficial como candidato republicado à presidência dos Estados Unidos.

“Frisei o apoio vital de ambos os partidos e de ambas as câmaras do Congresso norte-americano para proteger a liberdade e a independência da nossa nação. Acordámos com o presidente Trump discutir, numa reunião presencial, as medidas a tomar para uma paz justa e duradoura”, escreveu o presidente ucraniano no X.

Zelensky condenou ainda a tentativa “chocante” de assassinato que teve Donald Trump como alvo, no sábado, na Pensilvânia.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, anexada em 2014.

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RYANAIR COM PERTURBAÇÕES NA OPERAÇÃO DEVIDO A FALHA DA MICROSOFT

A Ryanair anunciou hoje que está “a enfrentar perturbações na rede devido a uma interrupção global de informática de um terceiro”, após ter sido anunciada uma falha no sistema da Microsoft que está a causar problemas em inúmeras empresas.

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A Ryanair anunciou hoje que está “a enfrentar perturbações na rede devido a uma interrupção global de informática de um terceiro”, após ter sido anunciada uma falha no sistema da Microsoft que está a causar problemas em inúmeras empresas.

“Aconselhamos todos os passageiros a chegarem ao aeroporto pelo menos três horas antes da hora prevista de partida”, acrescentou a companhia aérea irlandesa, nos seus canais oficiais.

A Ryanair disse ainda que quem vai viajar hoje e ainda não fez o ‘ckeck-in’ do voo, pode fazê-lo no aeroporto.

Já a Autoridade Britânica de Aviação Civil (CAA) avisou, nas redes sociais, que “uma falha nos sistemas informáticos pode levar a tempos de espera mais longos do que o normal nos aeroportos”.

Os anúncios surgem após a ‘gigante’ tecnológica Microsoft ter anunciado que estava a adotar “medidas de mitigação” depois de uma interrupção ter afetado várias empresas em diferentes países.

Também a gestora aeroportuária ANA, disse que são esperados constrangimentos nos aeroportos portugueses, já que há companhias aéreas e empresas de ‘handling’ (assistência em terra) afetadas pela falha global no sistema da Microsoft, pedindo aos passageiros que se informem sobre o estado dos seus voos.

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