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BRAGANÇA: NUNO MORENO ACUSA ISABEL FERREIRA DE OCULTAÇÃO E INTIMIDAÇÃO

O vereador independente da Câmara Municipal de Bragança, Nuno Moreno , acusa a presidente da autarquia de ocultar à Assembleia Municipal um parecer da CCDR-N sobre a nomeação de dirigentes e de promover uma estratégia de intimidação contra a imprensa. O autarca alega que foi apresentada uma versão truncada do documento para esconder a ilegalidade das nomeações, anunciando que irá requerer a intervenção de entidades externas para apurar responsabilidades administrativas, financeiras e penais.

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O vereador independente da Câmara Municipal de Bragança, Nuno Moreno, emitiu um comunicado de imprensa onde acusa a Presidente da autarquia de ocultar informação à Assembleia Municipal. O caso refere-se a um parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) relativo à nomeação de cargos dirigentes intermédios de 3.º grau.

O Município terá recebido duas versões do mesmo parecer da CCDR-N sobre o assunto, datadas de 24 e 25 de fevereiro de 2026. O vereador afirma que o primeiro documento continha cinco páginas e dois grupos de texto, enquanto o segundo, que foi apresentado à Assembleia Municipal, possuía apenas três páginas e omitia o primeiro grupo.

Nuno Moreno alega que a parte ocultada confirmaria a ilegalidade das nomeações, ao evidenciar que a deliberação que aprovou a nova orgânica deveria conter a definição dos critérios de recrutamento. O vereador independente sublinha que a autarca havia sido alertada para esta exigência a 9 de janeiro de 2026, por si próprio e pela vereação do PSD.

O comunicado aborda ainda o anúncio de uma queixa-crime por perseguição, interposta pela Presidente da Câmara, relacionada com a cobertura noticiosa deste caso. Nuno Moreno descreve a queixa como um ato de coação e uma “estratégia de intimidação à imprensa” com o objetivo de “matar o mensageiro”. O subscritor defende que a notícia em causa é fundamentada, provada por documentação e de manifesto interesse público.

Face ao que classifica como uma recusa em prestar contas aos munícipes, o vereador independente anunciou que irá solicitar a intervenção de entidades externas competentes. Esta diligência, apresentada como uma solução de último recurso, visa o apuramento de responsabilidades administrativas, financeiras e eventuais responsabilidades penais por alegada manipulação de documentos públicos oficiais.


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Redação

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