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CHAVES: ULSTMAD REFORÇA RESPOSTA NA CIRURGIA ONCOLÓGICA DA MAMA

A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro triplicou os dias de bloco operatório dedicados à cirurgia oncológica da mama no hospital de Chaves. A medida, que passa de um para três dias semanais, visa reduzir as listas de espera e assegurar uma resposta clínica mais rápida e eficaz.

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A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro triplicou os dias de bloco operatório dedicados à cirurgia oncológica da mama no hospital de Chaves. A medida, que passa de um para três dias semanais, visa reduzir as listas de espera e assegurar uma resposta clínica mais rápida e eficaz.


A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD) iniciou um plano de reforço da capacidade cirúrgica na Unidade Hospitalar de Chaves, focado na área da oncologia da mama. O planeamento estabelece o aumento de um para três dias de bloco operatório dedicados a esta patologia, permitindo elevar a produção cirúrgica tanto na atividade regular como adicional.

Este esforço é coordenado pelo Serviço de Cirurgia Geral, com suporte da Anatomia Patológica e uma articulação reforçada na Consulta de Grupo da Mama.

Segundo o diretor do Serviço de Cirurgia Geral, António Pinto Sousa, a recuperação das listas de espera é prioritária dada a natureza da doença e a exigência de cuidados atempados. Além da patologia mamária, o hospital de Chaves mantém a atividade cirúrgica noutras áreas oncológicas, nomeadamente colorretal e tiroide, consolidando a sua posição na rede da ULSTMAD.

A presidente do Conselho de Administração, Sara Mota, destaca que a otimização da capacidade instalada é um passo determinante para melhorar o acesso dos utentes aos serviços de saúde. Este alargamento da resposta cirúrgica sucede a um investimento de 1,8 milhões de euros na requalificação do bloco operatório da unidade flaviense.

A intervenção permitiu modernizar duas salas destinadas a atividade programada, a sala de urgência e o respetivo recobro, criando as condições técnicas necessárias para sustentar o atual incremento da atividade oncológica na região.


Redação

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