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NACIONAL

DGS ALERTA: “POEIRAS ORIUNDAS DO NORTE DE ÁFRICA” E RECOMENDA FICAR EM CASA

Uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar esta segunda-feira Portugal Continental, segundo um comunicado da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar esta segunda-feira Portugal Continental, segundo um comunicado da Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Prevê-se a ocorrência de uma situação de fraca qualidade do ar no Continente, registando-se um aumento das concentrações de partículas inaláveis de origem natural no ar afetando, nomeadamente, as regiões do Alentejo e Algarve e o interior da Região Centro”, destaca.

Este poluente (partículas inaláveis – PM10) provoca efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, como crianças e idosos, cujos cuidados de saúde a DGS recomenda a serem “redobrados” durante a ocorrência destas situações.

Enquanto este fenómeno se mantiver, a DGS diz que a população em geral deve evitar os esforços prolongados, limitar a atividade física ao ar livre e evitar a exposição a fatores de risco, tais como o fumo do tabaco e o contacto com produtos irritantes.

Crianças, idosos, doentes com problemas respiratórios crónicos (como asma) e doentes do foro cardiovascular, devido à sua maior vulnerabilidade aos efeitos das poeiras, para além de cumprirem as recomendações para a população em geral, “devem, sempre que viável, permanecer no interior dos edifícios e, preferencialmente, com as janelas fechadas”.

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Quanto aos doentes crónicos, a DGS recorda que devem manter os tratamentos médicos em curso.

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NACIONAL

SARAMPO: SOBE PARA 12 NÚMERO DE CASOS EM PORTUGAL DESDE 11 DE JANEIRO

Portugal confirmou hoje três novos casos de sarampo, dois em Lisboa e Vale do Tejo e um na Madeira, elevando para 12 o total de casos registados desde 11 de janeiro, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Portugal confirmou hoje três novos casos de sarampo, dois em Lisboa e Vale do Tejo e um na Madeira, elevando para 12 o total de casos registados desde 11 de janeiro, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo um comunicado da DGS, os novos casos reportam-se a dois homens e uma mulher, entre os 15 e os 34 anos, “sem evidência de vacinação contra o sarampo”.

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NACIONAL

ESTUDO REVELA STRESS ELEVADO NOS MAGISTRADOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Os magistrados do Ministério Público portugueses revelaram níveis preocupantes de stresse (47,8%), problemas em dormir (41,8) e sintomas depressivos (34%) num inquérito do Observatório Permanente da Justiça do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

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Os magistrados do Ministério Público portugueses revelaram níveis preocupantes de stresse (47,8%), problemas em dormir (41,8) e sintomas depressivos (34%) num inquérito do Observatório Permanente da Justiça do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Os resultados preliminares do “Estudo sobre condições de trabalho, desgaste profissional e bem-estar dos magistrados do Ministério Público portugueses” mostram o elevado potencial de risco destes profissionais entrarem em ‘burnout’, um tipo de esgotamento físico e mental associado à atividade profissional.

Das respostas, 32,7% dos magistrados revelaram um nível de risco “médio-alto” de ‘burnout’ e 14,8% risco “elevado” (perto de 225 magistrados do Ministério Público).

Os magistrados do Ministério Público revelaram também fatores de risco psicossociais com “preocupantes riscos para a saúde”, devido às fortes exigências cognitivas (80,6%), ao elevado ritmo de trabalho (80,2%), ao conflito entre trabalho e família (78,7%) e às exigências emocionais (71,3%).

Em termos de indicadores de saúde, esta magistratura revelou valores “muito preocupantes” no nível de stresse (47,8%), destacando-se entre as causas o elevado volume processual (70,4%), a falta de apoio à conciliação entre trabalho e família (64,3%), o impacto das inspeções judiciais ao desempenho profissional (60,7%), a participação nos concursos para movimentos (57,2%) e a falta de oficiais de justiça (55,8%).

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Sobre a perceção do seu estado de saúde, 30% dos magistrados considerou ter um mau ou muito mau ao nível de saúde mental e 20% referiu que tal ocorre igualmente ao nível da saúde física.

Sobre o tempo de trabalho, o estudo mostrou que um magistrado trabalha, em média, 45,7 horas por semana e que perto de metade (48,8%) dos inquiridos afirmou trabalhar entre 36 e 51 horas semanais, 30% mais de 52 horas semanais e cerca de 20% até 35 horas semanais.

Já os magistrados do Ministério Público que realizam exclusivamente investigação afirmaram trabalhar em média 46,2 horas, enquanto os que realizam julgamentos 44,6 horas.

Cerca de 60% dos magistrados admitiu trabalhar durante o seu tempo livre várias vezes por semana ou todos os dias para responder a solicitações do trabalho, e mais de 80% afirmou trabalhar ao sábado ou ao domingo pelo menos uma vez por mês.

O inquérito foi feito em junho e julho últimos por questionário ‘online’, a 1.512 magistrados em exercício de funções nos tribunais, e teve uma taxa de resposta de 21,4%.

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Em média, os inquiridos têm 46,4 anos de idade e 14,6 anos de serviço, cerca de 30% está atualmente deslocado da residência para exercer funções e 27,3% acumula funções noutro tribunal, juízo ou serviço para além do local de colocação.

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