A Guarda Nacional Republicana reforçou a prontidão do seu dispositivo em Portugal Continental perante o agravamento do risco de incêndio rural. A força de segurança foca-se agora na fiscalização e monitorização, após ter realizado milhares de ações de sensibilização desde o início do ano.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou o reforço do seu dispositivo de segurança perante as previsões meteorológicas que indicam um agravamento do risco de incêndio rural em Portugal. Esta prontidão operacional visa assegurar a proteção das populações e a preservação do património florestal, incidindo no cumprimento das normas de segurança em todo o território nacional.
Desde o início do presente ano, a GNR realizou 4 680 ações de sensibilização e procedeu a 8 549 sinalizações no terreno. Estas iniciativas serviram para prestar aconselhamento aos proprietários sobre a mitigação de riscos. Concluída a fase de sensibilização, o esforço dos militares centra-se agora na monitorização e na fiscalização diária para evitar ignições rurais.
Até ao dia 3 de julho de 2026, as autoridades detiveram 134 indivíduos pelo crime de incêndio, sendo a maioria dos casos resultante do uso negligente do fogo. Em períodos de risco muito elevado ou máximo, permanecem proibidas atividades como a realização de queimadas, o lançamento de foguetes ou a circulação de máquinas pesadas sem sistemas de retenção de faúlhas.

