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MARCELO: ‘SOBRE OS INCÊNDIOS O BALANÇO FAZ-SE NO FIM’

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que o balanço dos incêndios deve ser feito no final e não numa altura em que ainda estão a acontecer.

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que o balanço dos incêndios deve ser feito no final e não numa altura em que ainda estão a acontecer.

“Acho que o balanço de uma campanha que dura até setembro e que pode ir ou não até outubro deve ser feito no fim porque, pelo meio, estar a concentrar a atenção em balanços provisórios quando temos de estar mobilizados para o combate não me parece muito prudente”, sublinhou o Chefe de Estado em declarações aos jornalistas, à margem da Romaria de Nossa Senhora d´Agonia, em Viana do Castelo.

Marcelo Rebelo de Sousa, que está a ser “engolido” pela multidão que assiste à festividade, considerou que haverá oportunidade de, no fim dessa campanha, fazer o balanço daquilo que aconteceu durante tantos meses.

Além do Presidente da República, também o líder do PSD, Luís Montenegro, vai esta noite marcar presença nas festas de Viana do Castelo, presença que Marcelo Rebelo de Sousa assumiu não evitar.

“Porque é que havia de evitar a sua presença, sou Presidente de todos os portugueses. Ainda por cima, o PSD é o meu partido de origem”, comentou o chefe de Estado quando questionado sobre a presença do social-democrata.

O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, anunciou hoje que o território continental vai estar em situação de alerta entre os dias 21 e 23 de agosto devido ao risco de incêndios.

“Tomámos a decisão de determinar a situação de alerta para os dias 21, 22 e 23 — domingo, segunda e terça-feira, com reavaliação na segunda-feira ao fim do dia, tendo em vista reavaliar a necessidade de manter ou alterar a situação de alerta. Toda esta circunstância se aplica ao território continental”, afirmou o governante, após uma reunião na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide (Oeiras).

O ministro explicou também que a determinação da situação de alerta pressupõe “especiais limitações quanto ao uso do fogo, ao uso de máquinas e ao uso de trabalhos agrícolas, bem como no que diz respeito ao acesso aos espaços florestais”, sublinhando que a utilização do fogo é apontada como causa em 54% das ocorrências, aos quais se juntam outros 10% de causas diversas.

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