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OEIRAS CRIA FUNDO PARA AJUDAR A RECUPERAR DOS ESTRAGOS DO MAU TEMPO

A Câmara de Oeiras vai criar um fundo, cujo valor será ainda determinado, para apoiar os comerciantes na sequência dos estragos provocados pelo mau tempo, adiantou hoje o presidente, acrescentando que a avaliação dos danos será feita na sexta-feira.

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A Câmara de Oeiras vai criar um fundo, cujo valor será ainda determinado, para apoiar os comerciantes na sequência dos estragos provocados pelo mau tempo, adiantou hoje o presidente, acrescentando que a avaliação dos danos será feita na sexta-feira.

Em comunicado, o presidente daquela câmara no distrito de Lisboa, Isaltino Morais, anunciou que vai constituir um fundo, “de acordo com a capacidade financeira municipal”, para ajudar os comerciantes a recuperarem as suas atividades, “independentemente de eventuais apoios que o Governo venha a considerar atribuir”.

O montante do fundo será em “função do prejuízo”, resultante dos estragos provocados pelo mau tempo da noite de quarta-feira, e será “determinado após a avaliação dos prejuízos no terreno”.

Isaltino Morais adiantou que durante a manhã de sexta-feira serão destacadas equipas que contactarão “comerciante a comerciante” para “avaliar os prejuízos de cada um”.

No documento, o autarca eleito pelo movimento de cidadãos IN-OV salienta que “há mais de quatro décadas que não havia uma tal concentração de precipitação, num intervalo tão curto, em Oeiras” e que os serviços envolvidos na ocorrência “comportaram-se de acordo com o planeado ao nível da Proteção Civil municipal”.

Também em comunicado, o movimento Evoluir Oeiras lamenta a morte da cidadã, moradora em Algés, na sequência das inundações, bem como as perdas materiais provocadas pelas cheias que ocorreram em várias habitações e estabelecimentos comerciais.

Realçando que o município e a Proteção Civil municipal “necessitam de outro tipo de resposta” para estes fenómenos extremos, nomeadamente, na evacuação de fogos em zonas vulneráveis ou colocação de barreiras para proteger a entrada de água”, o movimento defende a necessidade de serem criadas “medidas preventivas de adaptação”.

“O ordenamento do território é um elemento-chave na adaptação às alterações climáticas”, observa o movimento, acusando o executivo liderado por Isaltino Morais de “ignorar sistematicamente” as suas propostas e “reiteradamente agravado o problema com planos, loteamento e alvarás” em zonas que exigem “uma política prudente na gestão dos recursos”.

“As pessoas do concelho de Oeiras, sobretudo de Algés e de Tercena, onde a situação é urgente e já se verificaram vítimas, merecem uma resposta rápida e decisiva para que esta situação não se volte a repetir com esta gravidade”, acrescenta.

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