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POLÍCIA: JÁ FORAM DETIDAS 430 PESSOAS NA OPERAÇÃO “CARNAVAL 2024”

A PSP deteve 430 pessoas no continente e nas ilhas da Madeira e Açores, das quais mais de uma centena por crimes rodoviários, durante a operação Carnaval em Segurança 2024, que termina na terça-feira, anunciou a corporação.

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A PSP deteve 430 pessoas no continente e nas ilhas da Madeira e Açores, das quais mais de uma centena por crimes rodoviários, durante a operação Carnaval em Segurança 2024, que termina na terça-feira, anunciou a corporação.

Em comunicado, a PSP explica que das 104 detenções por crimes rodoviários entre os dias 05 e 11 de fevereiro, 56 foram por condução sob efeito do álcool e 48 por falta habilitação legal para conduzir.

Foram ainda detidos 45 pessoas por suspeita de tráfico de droga e apreendidas mais de 15.000 doses individuais.

A PSP deteve ainda 35 pessoas por crimes contra a propriedade e cumpriu 155 mandados de detenção judiciais.

No mesmo período, foram apreendidas 39 armas de fogo e 22 armas brancas, quer como medida cautelar, quer no seguimento das 13 detenções efetuadas por posse de armas proibidas.

Desde o início da operação, a PSP fiscalizou, em todo o território nacional e na sua área de intervenção, 9.225 condutores e controlou por radar 43.639 viaturas.

No total foram registadas 2.203 contraordenações, das quais 402 por excesso de velocidade, 76 por condução sob efeito do álcool, 208 por falta de inspeção periódica obrigatória, 74 por falta de seguro e 41 por uso do telemóvel durante a condução.

Foram registados 1.038 acidentes, dos quais resultaram duas vítimas mortais, cinco feridos graves e 326 ligeiros.

Na nota hoje divulgada, a PSP apela a todos os condutores que adaptem a sua condução às condições climatéricas e ao estado do piso, sublinhando a importância de reduzir a velocidade e não ingerir bebidas alcoólicas, evitando assim duas das principais causas da sinistralidade rodoviária.

A propósito das festividades carnavalescas, e relativamente à aquisição/uso de artigos de pirotecnia, a PSP relembra que, para garantir a segurança de todos, qualquer utilização destes artigos terá de cumprir sempre os requisitos legais.

Recorda que a venda de artigos de pirotecnia só é permitida em estabelecimentos devidamente licenciados pela PSP, não sendo permitida a venda ‘online’ destes artigos.

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NACIONAL

PROVAS DE AFERIÇÃO ACABAM NO 2º, 5º E 8º ANO E PASSAM PARA O 4º E 6º ANO

As provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º anos desaparecem e serão os alunos do 4.º e 6.º ano a ser avaliados, anunciou hoje o Governo, que quer que estas avaliações “tenham consequências”.

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As provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º anos desaparecem e serão os alunos do 4.º e 6.º ano a ser avaliados, anunciou hoje o Governo, que quer que estas avaliações “tenham consequências”.

As mudanças do modelo de avaliação externa já estavam previstas no programa do Governo e foram hoje anunciadas pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, que revelou que as novidades entram em vigor já no próximo ano letivo de 2024/2025.

Em vez das atuais provas de aferição, as novas avaliações passam a chamar-se Provas de Monitorização de Aprendizagens e serão realizadas no final do 1.º e do 2.º ciclos, sendo que os resultados ficarão registados no boletim do aluno, revelou o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, defendendo que o novo modelo irá “garantir a igualdade de oportunidades”.

O secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, acrescentou que as provas serão em formato digital e os enunciados nunca serão divulgados, uma vez que a ideia é fazer provas que “terão alguns itens que se repetem”, para que os resultados possam ser comparados com os resultados obtidos nos anos anteriores.

“As provas não são de acesso público”, disse o secretário de Estado, sublinhando que esta “é uma metodologia cada vez mais utilizada em vários países”, dando como exemplo as provas internacionais do PISA.

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NACIONAL

REFORMADOS E PENSIONISTAS ALERTAM PARA A FALTA DE LARES PARA IDOSOS

Cerca de 30 reformados e pensionistas participaram hoje numa tribuna pública em Lisboa para alertar para “a insuficiência de respostas” do Estado ao nível de estruturas de acolhimento de idosos, bem como para proliferação de lares clandestinos.

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Cerca de 30 reformados e pensionistas participaram hoje numa tribuna pública em Lisboa para alertar para “a insuficiência de respostas” do Estado ao nível de estruturas de acolhimento de idosos, bem como para proliferação de lares clandestinos.

A iniciativa da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI) e da Inter-Reformados da CGTP-IN decorre na Praça Paiva Couceiro, um mês depois de as organizações terem entregado no parlamento uma petição com mais de 8.000 assinaturas a exigir uma rede pública de lares e o reforço do apoio aos idosos que permaneçam em casa.

Em declarações à agência Lusa, a presidente do MURPI, Isabel Gomes, explicou que há uma “necessidade imperiosa de que os mais velhos” tenham uma rede de apoio.

“Temos necessidade de uma rede pública de lares que dependa da Segurança Social, que seja o Estado a dirigir, (…) que tenha pessoas competentes e suficientes para tratar daqueles que vão ter necessidades”, salientou.

Isabel Gomes recordou que há lares “sem condições” e que não há inspeção às estruturas clandestinas.

Fazendo um ponto da situação das assinaturas recolhidas para a petição entregue em 18 de junho, a dirigente disse que o documento deu entrada na Assembleia de República com 8.400 subscritores, tendo atualmente mais de 2.000 para entregar.

“Já está aceite. Estamos a aguardar que a comissão da Assembleia da República nos chame e para depois os partidos, assim o entenderem, apresentarem projetos-lei”, sustentou.

Já o coordenador da Inter-Reformados da CGTP-IN, Arlindo Costa, afirmou que “cada vez mais” os idosos “estão abandonados”, sublinhando que “não conseguem ter dinheiro para poder ir para um lar”.

“É muito marcante as pessoas que trabalharam toda uma vida chegarem ao fim do ciclo da vida e não terem hipótese de viver condignamente o resto da sua vida, porque os lares são caros, inexistentes e aqueles que há são clandestinos e são igualmente caros e sem condições para ter um espaço e uma vida digna”, realçou.

Arlindo Costa disse ainda que os partidos “não têm tido em conta este problema”.

“É um problema de todos, porque mais tarde ou mais cedo – o ciclo de vida sendo normal — irão ser velhos e estão confrontados com esta triste realidade: baixas pensões. O aumento dos salários é primordial, o aumento das pensões é necessário. Com baixas pensões não é possível pagar um lar e era bom o Governo, os sucessivos governos pusessem isto na agenda para discussão na Assembleia da República”, afirmou.

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