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SÉRGIO CONCEIÇÃO E DARWIN ELEITOS MELHORES TREINADOR E JOGADOR DO ANO

Sérgio Conceição, campeão pelo FC Porto, e Darwin Núñez, que jogou no Benfica, foram hoje eleitos melhor treinador e futebolista da edição 2021/22 da I Liga, na cerimónia do sorteio das competições profissionais de 2022/23, no Porto.

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Sérgio Conceição, campeão pelo FC Porto, e Darwin Núñez, que jogou no Benfica, foram hoje eleitos melhor treinador e futebolista da edição 2021/22 da I Liga, na cerimónia do sorteio das competições profissionais de 2022/23, no Porto.

Otécnico, de 47 anos, bateu Ricardo Soares (Gil Vicente) e Rúben Amorim (Sporting) na votação efetuada pelos seus homólogos e ‘capitães’ dos 18 clubes primodivisionários, ao passo que o avançado internacional uruguaio, de 23 anos, que já estava englobado na equipa do ano, suplantou Ricardo Horta (Sporting de Braga) e Vítor Ferreira (FC Porto).

Sérgio Conceição recebeu o prémio ‘Vítor Oliveira’ pela terceira ocasião, após 2017/18 e 2019/20, épocas em que também conduziu os ‘dragões’ à conquista do título nacional, sucedendo a Rúben Amorim, vencedor do mesmo galardão em 2020/21 pelos ‘leões’.

“Estou cá para receber o prémio, mas podiam estar 60 pessoas que trabalham no [centro de estágios do] Olival diariamente e que permitiram conquistar este título tão saboroso e apetecível. Se foi o campeonato que deu mais prazer? Ganhar dá-me sempre prazer e todos os títulos são diferentes. O primeiro foi muito importante por tudo aquilo que o FC Porto vivia naquele momento, não só a nível desportivo, mas também pelas dificuldades financeiras, que continua a ter”, expressou o técnico, numa reação à distinção recebida.

Além da vitória em pleno Estádio da Luz ante o Benfica (1-0), à 33.ª e penúltima ronda, com um golo do defesa nigeriano Zaidu, aos 90+4 minutos, que ‘selou’ o 30.º título dos ‘dragões’, Sérgio Conceição lembrou a reviravolta na casa do Estoril Praia (3-2), à 17.ª.

“Conheço a forma determinada e ambiciosa como os meus jogadores trabalham e esse jogo foi a confirmação disso, mas também percebi que iríamos ter muitos desafios pela frente. Tínhamos o mercado de janeiro a aproximar e não nos podemos esquecer que saíram três jogadores importantíssimos, que foram só os últimos melhores jogadores da nossa Liga, como [Jesús] Corona, Sérgio Oliveira e Luis Díaz. [O título] É um trabalho principalmente dos jogadores e das pessoas que trabalham com esta equipa técnica, composta por gente muito competente e que dá diariamente o seu melhor”, adicionou.

Já Darwin Núñez, recentemente transferido para os ingleses do Liverpool, foi o melhor marcador da I Liga em 2021/22, com 26 golos, tendo recebido uma inédita distinção de melhor jogador, um ano depois do compatriota Sebastián Coates, ‘capitão’ do Sporting.

“Estou muito feliz por ter sido considerado o melhor jogador da I Liga, na qual estive bastante bem e aprendi muitas coisas. É uma competição muito boa para os jogadores jovens continuarem a aprender e a somar experiência, tal como aconteceu comigo, tendo em vista o ‘salto’ para um [clube] grande da Europa. Muito obrigado a todos”, comentou.

Conquistada por Pedro Gonçalves nas últimas duas temporadas ao serviço de Famalicão e Sporting, a distinção de melhor jogador jovem foi atribuída ao médio internacional luso Vítor Ferreira, que recentemente se transferiu para o Paris Saint-Germain.

“Queria agradecer aos ‘capitães’ e treinadores que votaram. É um orgulho receber este prémio, que irá ficar para o resto da minha vida. Resta-me também agradecer a todos os meus colegas e equipa técnica, que tirou o melhor de mim. Nada disto aconteceria sem o sucesso coletivo que tivemos. Estou feliz, muito realizado e agradeço o prémio”, referiu.

Na II Liga, Filipe Martins (Casa Pia) e Henrique Araújo (Benfica B) ganharam os prémios de treinador e jogador jovem do ano, respetivamente, com Guga (Rio Ave) a bater João Teixeira (Desportivo de Chaves) e Saviour Godwin (Casa Pia) enquanto melhor jogador.

Benfica e Trofense, em termos coletivos, bem como o guarda-redes internacional grego Odysseas Vlachodimos (Benfica) e Mika (Académica), no capítulo individual, impuseram-se nos prémios de ‘fair play’, que prestam homenagem ao falecido ex-‘guardião’ Neno.

Em matéria de golos, sobressaíram um ‘chapéu’ ainda antes da linha de meio-campo do avançado brasileiro André Silva, no triunfo do Arouca sobre o Gil Vicente (2-1), da 28.ª ronda da I Liga, e um remate de ‘bicicleta’ do dianteiro luso-cabo-verdiano Fábio Fortes, perto do fim da derrota da Académica ante o Nacional (1-2), na 10.ª jornada da II Liga.

Entre outros reconhecimentos, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) deu o prémio Prestígio a Tiago Craveiro, que passou a administrador da UEFA, após 10 anos como diretor-geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), destinando o galardão Mérito Fundação à Fundação Benfica, responsável pela iniciativa “Juntos pela Ucrânia”.

Os prémios individuais relativos à última edição da I e II Ligas foram entregues durante a cerimónia ‘Kick-Off 2022/23’, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, marcada igualmente pelo sorteio do calendário dos dois campeonatos profissionais para 2022/23.

Na próxima época vai iniciar o ‘Talent Legends’, diversificado programa de eventos que visará reconhecer jogadores e treinadores com impacto nas duas principais provas sob alçada da LPFP, em simultâneo com a primeira edição do circuito nacional de ‘Legends’.

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MORREU O EX-FUTEBOLISTA FERNANDO CHALANA

O antigo futebolista Fernando Chalana morreu hoje aos 63 anos, informou nas redes sociais o Benfica, clube no qual o avançado fez grande parte da carreira.

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O antigo futebolista Fernando Chalana morreu hoje aos 63 anos, informou nas redes sociais o Benfica, clube no qual o avançado fez grande parte da carreira.

“Fernando Chalana, o nosso Pequeno Genial, faleceu, aos 63 anos, na madrugada desta quarta-feira, 10 de agosto”, lê-se numa mensagem dos ‘encarnados’ no Twitter.

Com início da formação no Barreirense, Chalana, 37 vezes internacional por Portugal, chegou ao Benfica em 1974/75, ainda com idade de júnior e mudou-se em 1984/85 para o Bordéus, clube no qual esteve três anos antes de regressar às ‘águias’, terminando a carreira com uma época no Belenenses (1990/91) e outra no Estrela da Amadora (1991/92).

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GD CHAVES: DERROTA NO ARRANQUE DA PRIMEIRA LIGA MARCA REGRESSO DE ‘PÉ ESQUERDO’

O Vitória de Guimarães venceu hoje em casa do Desportivo de Chaves, equipa que regressa ao primeiro escalão, por 1-0, em jogo da primeira jornada da I Liga portuguesa de futebol.

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O Vitória de Guimarães venceu hoje em casa do Desportivo de Chaves, equipa que regressa ao primeiro escalão, por 1-0, em jogo da primeira jornada da I Liga portuguesa de futebol.

André Silva marcou, aos 45+3 minutos, o golo do triunfo dos vimaranenses, que terminaram a partida reduzidos a nove jogadores por expulsão de Alfa Semedo, aos 82, e de Matheus Índio, aos 90+5.

Depois de uma vitória e um empate com a Puskas Akademia e da derrota em casa do Hajduk Split, nas pré-eliminatórias da Liga Conferência Europa, o Vitória somou o segundo triunfo vitória da temporada, juntando-se a FC Porto, Benfica, Estoril Praia, Vizela e Boavista como equipas que somaram três pontos na primeira ronda.

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LEIXÕES E ACADÉMICA COM MENOS UM PONTO DEVIDO A IRREGULARIDADES SALARIAIS

O Leixões, da II Liga, e a Académica, despromovida à Liga 3, vão iniciar a nova temporada com menos um ponto, ambos devido a salários em atraso, revelou hoje o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

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O Leixões, da II Liga, e a Académica, despromovida à Liga 3, vão iniciar a nova temporada com menos um ponto, ambos devido a salários em atraso, revelou hoje o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

Em comunicado publicado no site oficial da Liga Portugal, o organismo explicou que foram “detetadas infrações” de natureza salarial tanto no clube de Matosinhos, bem como no emblema de Coimbra, e que os dois foram punidos com a “subtração de um ponto pela prática do ilícito imputado”.

Isto significa que, em 2022/23, tanto Leixões como Académica vão iniciar a temporada com um ponto negativo nas respetivas competições.

Na última época, o Leixões terminou a II Liga no oitavo posto, enquanto a Académica foi a 18.ª e última classificada.

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FC PORTO VENCE A 23ª SUPERTAÇA FRENTE AO DESPROMOVIDO CD TONDELA

O FC Porto conquistou hoje pela 23.ª vez, em 44 edições, a Supertaça Cândido de Oliveira em futebol, ao vencer o estreante Tondela, da II Liga, por 3-0, no Estádio Municipal de Aveiro.

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O FC Porto conquistou hoje pela 23.ª vez, em 44 edições, a Supertaça Cândido de Oliveira em futebol, ao vencer o estreante Tondela, da II Liga, por 3-0, no Estádio Municipal de Aveiro.

O iraniano Taremi, aos 30 e 82 minutos, e o brasileiro Evanilson, aos 33, marcaram os golos dos portistas, campeões nacionais em título e detentores da Taça de Portugal.

Os ‘azuis e brancos’ somaram o terceiro troféu sob o comando de Sérgio Conceição, que igualou o recordista Artur Jorge, e a 25.º vitória consecutiva dos ‘grandes’, sendo que, com 23 troféus, fugiram ainda mais a Sporting (nove) e Benfica (oito).


Como em 22 de maio, no Jamor, na final da Taça de Portugal, o iraniano Taremi voltou a ser a figura do jogo e a ‘bisar’, aos 30 e 82 minutos, sendo que participou ainda no outro golo, com um remate ao ‘ferro’ que Edmilson emendou, aos 33.

Face a um conjunto que caiu na II Liga e está impedido de inscrever novos jogadores, a vitória portista era ‘obrigatória’ e aconteceu com toda a naturalidade, tal a sua supremacia, bem visível durante todo o encontro e que só não teve outros números por culpa do guarda-redes tondelense Niasse.

Num embate em que estreou o reforço brasileiro Gabriel Veron, que entrou apenas aos 87 minutos, o treinador Sérgio Conceição abriu, assim, a sua sexta época no Dragão com o sétimo título e terceira Supertaça, registos que igualam os do recordista Artur Jorge.

O FC Porto entrou com uma grande novidade, na presença de Danny Loader – somou apenas dois jogos, como suplente utilizado, na equipa principal na época passada -, que atuou nas costas dos pontas de lança Taremi e Evanilson.

Completaram o ‘onze’ o guarda-redes Marchesín, que estará de partida para o Celta de Vigo, os defesas João Mário, Pepe, Marcano e Zaidu e os médios Uribe, mais recuado, Grujic e Pepê.

Por seu lado, o Tondela começou com Tiago Almeida e Khacef nas laterais e Jota, Marcelo e Manu Hernando como centrais, à frente de Niasse, Iker Undabarrena e Pedro Augusto como médios mais defensivos e Arcanjo e Bebeto a tentarem apoiar Daniel dos Anjos.

O conjunto da II Liga, que procurava transformar o ’5-4-1’ em ‘3-4-3’, para atacar, deu o primeiro sinal de perigo, logo aos três minutos, num livre de Arcanjo que ninguém desviou, com o mesmo jogador a atirar para Marchesín segurar, aos oito.

Estes dois lances foram, porém, exceções, já que o FC Porto assumiu o comando do jogo desde o início e, mesmo sem impor um ritmo elevado, foi acumulando oportunidades e fazendo de Babacar Niasse a figura do encontro.

O guarda-redes nascido no Senegal e também com nacionalidade mauritana negou o golo a Danny Loader, aos seis e 29 minutos, a Evanilson, aos 10 e 26, e a Uribe, aos 27, para ‘desespero’ dos adeptos do FC Porto, em esmagadora maioria nas bancadas.

O golo, que parecia desde o início nada mais do que uma questão de tempo, acabou por acontecer, inevitavelmente, aos 30 minutos: no sexto canto para os ‘dragões’, João Mário marcou à esquerda, Evanilson desviou de cabeça ao primeiro poste e, ao segundo, Taremi apareceu sozinho para inaugurar o marcador.

A vantagem mínima só durou três minutos, já que, aos 33, Taremi ‘furou’ por entre os centrais tondelenses e atirou ao poste esquerdo, com Evanilson a chegar mais rápido à recarga e a apontar o segundo, para exasperação de Niasse.

O jogo pareceu, claramente, ficar resolvido, sendo que, até ao intervalo, o FC Porto ainda poderia ter chegado ao terceiro, novamente por Loader, que, em boa posição, rematou fraco para a defesa fácil de Niasse, após assistência de Grujic.

Os ‘dragões’ também tiveram a noção de que não precisavam de fazer muito mais, o que, perante um Tondela incapaz de sequer assustar, transformou a segunda parte numa ‘interminável’ monotonia, sempre comandada pelos campeões nacionais.

Depois de uma tentativa falhada de ‘chapéu’ de Danny Loader, aos 49 minutos, o lance seguinte verdadeiramente empolgante só aconteceu aos 82, quando, lançado por Pepê, Taremi se desviou dos defesas e voltou a bater Niasse com um remate colocado.

Até ao final, destaque para a entrada do ‘menino’ Gabriel Veron (ex-Palmeiras), que foi para o campo aos 87 minutos e, aos 90+2, quase cumpria uma estreia de sonho, o que não aconteceu porque o seu cabeceamento saiu pouco ao lado do poste direito.

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