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NACIONAL

SETOR DO TOMATE ENFRENTA CARÊNCIA DE 400 TRABALHADORES SAZONAIS

A campanha do tomate para a indústria em Portugal enfrenta dificuldades devido à falta de cerca de 400 trabalhadores sazonais. A carência de mão de obra, identificada em unidades na Castanheira do Ribatejo e Marateca, ameaça o cumprimento dos prazos de colheita e a capacidade de transformação.

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A campanha do tomate para a indústria em Portugal enfrenta dificuldades devido à falta de cerca de 400 trabalhadores sazonais. A carência de mão de obra, identificada em unidades na Castanheira do Ribatejo e Marateca, ameaça o cumprimento dos prazos de colheita e a capacidade de transformação.


A campanha agrícola do tomate para a indústria entrou numa fase crítica com a identificação de um défice de aproximadamente 400 trabalhadores sazonais, essenciais para as unidades de produção nacionais. Segundo dados avançados pela empresa de recursos humanos Clan, as necessidades mais prementes localizam-se nas fábricas instaladas na Castanheira do Ribatejo e na Marateca.

Esta escassez de recursos humanos coloca sob pressão um dos pilares da agricultura nacional, comprometendo o fluxo normal entre a colheita e a transformação industrial da matéria-prima.

O setor manifesta preocupação com o impacto direto desta carência no abastecimento do mercado interno e no volume de exportações. A ausência de mão de obra suficiente aumenta o risco de perda de colheitas, uma vez que o processamento do tomate exige rapidez para garantir a qualidade do produto final. Perante este cenário, as empresas têm reforçado as estratégias de recrutamento, oferecendo condições mais competitivas e incentivos financeiros na tentativa de atrair colaboradores para suprir as vagas em aberto.

Esta problemática não é inédita no panorama agrícola português, mas acentua-se pela natureza cíclica e intensiva da atividade. A dependência de contingentes sazonais expõe a fragilidade estrutural do setor, gerando um debate recorrente sobre a necessidade de soluções a longo prazo que garantam a estabilidade produtiva. A dificuldade em preencher estas funções específicas continua a condicionar a competitividade das explorações agrícolas e das unidades de transformação perante a procura externa.


Redação

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