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ARTE & CULTURA

TRABALHADORES DA CULTURA SEM TRABALHO PASSAM A TER DIREITO A UM ‘SUBSÍDIO’ ENTRE 438 E 1097 EUROS

Os trabalhadores da Cultura passam a ter direito, ao fim de um mês de inatividade, a um subsídio similar ao subsídio de desemprego, que variará entre 438,81 euros e 1.097 euros, anunciou hoje a ministra da Cultura.

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Os trabalhadores da Cultura passam a ter direito, ao fim de um mês de inatividade, a um apoio similar ao subsídio de desemprego, que variará entre 438,81 euros e 1.097 euros, anunciou hoje a ministra da Cultura.

Graça Fonseca falava aos jornalistas no final da reunião do Conselho de Ministros, na qual o Governo aprovou o Estatuto do Profissional da Cultura, cuja versão preliminar tinha sido aprovada em abril passado.

Segundo a ministra da Cultura, quando o estatuto entrar em vigor, o trabalhador da Cultura passará a “ter direito a um subsídio em caso de suspensão de atividade cultural, que se verifica quando estiver um mês sem atividade”.

“O subsídio terá um valor mínimo de 438,81 euros (1 IAS – Indexante dos Apoios Sociais) e um máximo de 1.097 euros (2,5 IAS)”, afirmou.

Graça Fonseca recordou que, para ter acesso ao subsídio, o trabalhador da Cultura “tem de perfazer o prazo de garantia de seis meses de prestação de atividade”.

“O prazo de garantia é contabilizado através da conversão do valor de ‘recibo-fatura’ em dias de prestação de atividade. Cada trinta dias correspondem a 2,5 IAS, ou seja, 1.097 euros”, disse.

Na conferência de imprensa, Graça Fonseca sublinhou que o Estatuto dos Profissionais da Cultura “representa um novo inovador enquadramento jurídico”.

“Há milhares de trabalhadores de Cultura que, no caso de inatividade, não têm direito a proteçã

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COVID-19: MELANIE C CANCELA DIGRESSÃO QUE ARRANCAVA EM LISBOA (EX SPICE GIRLS)

A cantora britânica Melanie C cancelou a digressão europeia, que teria início em Lisboa, “devido ao recrudescimento da situação pandémica” na Europa, anunciou a promotora do espetáculo em Portugal.

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A cantora britânica Melanie C cancelou a digressão europeia, que teria início em Lisboa, “devido ao recrudescimento da situação pandémica” na Europa, anunciou a promotora do espetáculo em Portugal.

O espetáculo de Melanie C, uma das quatro Spice Girls, em Lisboa, estava marcado para 21 de janeiro de 2022, no Capitólio.

A promotora, num comunicado hoje divulgado, refere que “os portadores de bilhetes podem reaver, a partir de hoje e no prazo de 30 dias, o valor dos bilhetes adquiridos, devendo para o efeito contactar os pontos de venda”.

O concerto de Melanie C em Lisboa esteve inicialmente marcado para 28 de abril de 2021, mas acabou por ser adiado para 2022 devido à situação pandémica.

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MARISA MONTE ATUA EM 2022 NO PORTO E EM OEIRAS

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A cantora brasileira Marisa Monte regressa a Portugal em 2022 para dois concertos, no Porto e em Oeiras, que deverão servir para apresentar ao vivo “Portas”, álbum que editou em julho.

De acordo com a promotora dos espetáculos, num comunicado hoje divulgado, Marisa Monte atua em 28 de junho no Pavilhão Rosa Mota, no Porto, e em 05 de julho no Festival Jardins do Marquês, em Oeiras.

Marisa Monte editou em julho deste ano “Portas”, ao fim de dez anos sem lançar discos de originais.

O álbum foi “gravado durante a pandemia e com as bases feitas em estúdio, no Rio de Janeiro”, tendo havido depois “sessões remotas em Lisboa, Los Angeles, Madrid, Barcelona e Nova Iorque”.

“Portas” conta com a participação de Seu Jorge e Flor e arranjos de Arthur Verocai, Antonio Neves e Marcelo Camelo.

A carreira de Marisa Monte iniciou-se na década de 1980. O primeiro álbum da cantora, “MM”, que “trazia samba, jazz, black music, blues, soul, bossa nova e rock” foi editado em 1989.

Do repertório de Marisa Monte fazem parte temas como “Amor, I Love You”, “Não é fácil”, “Beija eu” ou “Não vá embora”.

No início dos anos 2000, a cantora juntou-se a Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes formando os Tribalistas, que criaram canções como “Já sei namorar”, “Velha infância” e “Passe em casa”.

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CINEMAS TIVERAM ATÉ OUTUBRO MAIS ESPECTADORES E RECEITAS DO QUE EM TODO 2020

Os cinemas portugueses registaram, em outubro, quase um milhão de espectadores e 5,7 milhões de euros de receita, os valores mais altos desde o começo da pandemia, que fizeram com que este ano já se tenha ultrapassado 2020.

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Os cinemas portugueses registaram, em outubro, quase um milhão de espectadores e 5,7 milhões de euros de receita, os valores mais altos desde o começo da pandemia, que fizeram com que este ano já se tenha ultrapassado 2020.

De acordo com os números divulgados hoje pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), foram 971 mil as pessoas a ir às salas, em outubro, mais do triplo dos números verificados no mesmo mês de 2020.

Em termos de receita, em outubro fixou-se em 5,7 milhões de euros, quando, no homólogo de 2020, havia sido 1,4 milhões.

Isto significa que o acumulado de 2021 até outubro, em termos de números de espectadores e de receita, já ultrapassou o total alcançado nos 12 meses de 2020.

Em 2020, foram às salas de cinema 3,802 milhões de pessoas e registaram-se 20,6 milhões de euros de receita, enquanto, entre janeiro e outubro de 2021, foram 3,84 milhões os espectadores e 21,5 milhões de euros as receitas.

Na lista dos filmes mais vistos do ano, o mais recente capítulo da série James Bond, de Cary Joji Fukunaga, saltou para o topo, com apenas um mês em sala, tendo sido visto por 386 mil pessoas, acima das 376 mil que viram o segundo classificado, “Velocidade Furiosa 9”, de Justin Lin, entre junho e outubro.

Duas outras estreias de outubro figuram entre os 10 filmes mais vistos do ano: “Venom: Tempo de Carnificina”, em 5.º lugar, com 149 mil espectadores em duas semanas, e “Duna”, com 117 mil, em 10 dias.

O filme português mais visto do ano continua a ser “Bem Bom”, de Patrícia Sequeira, com 87 mil espectadores, seguindo-se “Sombra”, de Bruno Gascon, visto por 10 mil pessoas desde a estreia no dia 14 de outubro.

Os números do ICA são recolhidos de um total de 160 recintos, com 527 ecrãs e capacidade para 100.904 pessoas.

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FPF PEDE LEVANTAMENTO DAS LIMITAÇÕES NOS RECINTOS DESPORTIVOS

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A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) solicitou à Direção-Geral da Saúde (DGS) o levantamento das limitações em relação à lotação dos recintos desportivos, com efeitos já em outubro, foi hoje anunciado.

“Face à evolução do combate à pandemia em que se está próximo de atingir os 85% de população vacinada e com o levantamento de medidas de confinamento, a FPF pede à DGS o aumento da lotação de público, mantendo a exigência de apresentação do certificado digital”, refere o organismo, salientando que enviou uma carta à DGS com este objetivo.

De modo a garantir a presença de mais adeptos nos estádios, a FPF manifesta ainda a sua “total disponibilidade para assegurar todas as condições necessárias” para o cumprimento das medidas e salvaguarda da saúde pública.

A taxa de ocupação do público nos recintos desportivos é atualmente de 50% da lotação, depois de já ter sido ampliada em relação aos 33%, no âmbito das restrições da pandemia de covid-19.

Os grandes eventos desportivos vão manter a necessidade de apresentação de certificado digital de vacinação contra a covid-19, de acordo com o plano de desconfinamento apresentado na quinta-feira pelo primeiro-ministro.

Nas medidas apresentadas por António Costa, a presença em grandes eventos desportivos é uma das situações em que se mantém a necessidade de ter um certificado digital.

“Caberá à Direção-Geral de Saúde definir o que entende por grandes eventos culturais, desportivos ou corporativos”, disse o primeiro-ministro.

Em relação à lotação dos espaços, António Costa não revelou se os recintos desportivos se mantêm com os atuais 50% de lotação.

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