O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros inaugurou a exposição HOLOCENOSE (+), inserida na terceira Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra, numa iniciativa que junta arte contemporânea, ciência e indústria da fundição.
O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros inaugurou no final da tarde deste domingo a exposição “HOLOCENOSE (+)”, inserida na programação oficial da terceira Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra. A iniciativa, promovida pela Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM), estende-se a nove municípios da região até ao final de dezembro.
Com curadoria de Rui Ferro e Marta Lima e direção artística de Inês Falcão, o núcleo expositivo agora apresentado em Macedo de Cavaleiros resulta de uma plataforma de cooperação entre a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e a Associação Portuguesa de Fundição. O projeto artístico explora as potencialidades plásticas da técnica de fundição a altas temperaturas, cruzando investigação académica, indústria e linguagens da escultura contemporânea.
A mostra reúne obras de onze criadores, designadamente Alexandre Costa, Ana Raquel Silva, Carlos Barreira, Daniel Sorrentino, Maria Isabel Neves, Maria Palma, Marta Lima, Norberto Jorge, Rita Machado, Rui Ferro e Teresa Bastos. O conjunto de intervenções visa refletir sobre a transformação da matéria, a memória coletiva e as dinâmicas socioterritoriais da paisagem transmontana.
A Bienal envolve perto de cento e sessenta artistas em catorze exposições, procurando descentralizar a oferta cultural e envolver as populações. A exposição em Macedo de Cavaleiros pode ser visitada até 31 de dezembro.


