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BANDA NORTE-AMERICANA AEROSMITH ANUNCIA DIGRESSÃO DE DESPEDIDA

Após mais de meio século de carreira, a banda norte-americana Aerosmith, liderada por Steven Tyler, anunciou na segunda-feira a sua digressão de despedida, “Peace Out”, para arrancar em setembro.

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Após mais de meio século de carreira, a banda norte-americana Aerosmith, liderada por Steven Tyler, anunciou na segunda-feira a sua digressão de despedida, “Peace Out”, para arrancar em setembro.

“Após 50 anos, 10 digressões mundiais e mais de 100 milhões de fãs… Está na hora de mais uma antes de nos irmos embora!”, partilhou a banda, na rede social Instagram.

A banda de rock clássico composta por Tyler (voz), Joe Perry (guitarra principal), Brad Whitford (guitarra), Tom Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria) tem programados 40 espetáculos a partir de 12 de setembro, com início em Filadélfia, nos Estados Unidos, prolongando-se até 26 de janeiro de 2024, com o último concerto agendado para Montreal, no Canadá.

Os Aerosmith serão acompanhados pelos The Black Crowes, que vão atuar como banda de abertura na digressão, que incluirá para além do Canadá, apenas cidades norte-americanas como Boston, Nova Iorque, São Francisco e Seattle.

“É uma espécie de oportunidade para celebrar os 50 anos em que estamos por cá. Nunca se sabe quanto tempo mais toda a gente vai ter saúde para fazer isto”, disse Perry à televisão Fox News.

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A banda, fundada em Boston em 1970, anunciou em comunicado que Kramer não irá participar na digressão por razões de saúde.

O grupo não lança um novo álbum desde “Another Dimension!”, o 15.º álbum da carreira, em 2012.

Em maio de 2022, os Aerosmith cancelaram espetáculos em Las Vegas devido à recaída de Tyler no consumo de drogas.

Além disso, o vocalista foi indiretamente implicado em dezembro num processo de agressão sexual decorrente de um suposto relacionamento com uma menor de idade na década de 1970.

A queixa não mencionava explicitamente o seu nome, mas, de acordo com a revista Rolling Stone, a queixosa já tinha tornado pública a sua experiência com Tyler no passado.

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BRYAN ADAMS EM PORTUGAL COM CONCERTOS EM LISBOA E PORTO (NOVEMBRO DE 2024)

O músico canadiano Bryan Adams vai dar dois concertos no final do ano em Portugal, a 19 de novembro em Gondomar e no dia seguinte em Lisboa, revelou hoje a promotora.

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O músico canadiano Bryan Adams vai dar dois concertos no final do ano em Portugal, a 19 de novembro em Gondomar e no dia seguinte em Lisboa, revelou hoje a promotora.

De acordo a Ritmos & Blues, o concerto a 19 de novembro será no Multiusos de Gondomar e o de dia 20 vai ser no Meo Arena (antigo Pavilhão Atlântico), precisamente as mesmas salas onde esteve pela última vez, em 2022.

Os bilhetes serão colocados à venda a partir da próxima sexta-feira.

O regresso de Bryan Adams a Portugal dar-se-á no contexto da digressão “So happy it hurts”, iniciada em 2022, quando o músico lançou um álbum com o mesmo título.

Para este ano, e de acordo com o calendário publicado na página oficial, Bryan Adams tem mais de 40 atuações previstas, a maioria na Europa.

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Em 2022, além das atuações em Gondomar e Lisboa, Bryan Adams também esteve no festival Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia.

Músico, produtor, filantropo e ativista, Bryan Adams, de 64 anos, é um dos artistas canadianos mais conhecidos e premiados internacionalmente.

Com uma presença regular em palcos nacionais há pelo menos três décadas, Bryan Adams também já teve patente em Portugal uma exposição de fotografia – em 2014 em Cascais – com uma centena de retratos a personalidades do entretenimento, desporto, cultura e moda, nomeadamente o treinador José Mourinho e as fadistas Gisela João, Ana Moura, Aldina Duarte, Cuca Roseta e Carminho.

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CINEMA: FILME “OPPENHEIMER” FOI O GRANDE VENCEDOR DOS PRÉMIOS BAFTA

O filme “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, foi o grande vencedor dos prémios britânicos de cinema Bafta, vencendo sete das 13 categorias em que estava nomeado, entre as quais as de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Ator Principal.

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O filme “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, foi o grande vencedor dos prémios britânicos de cinema Bafta, vencendo sete das 13 categorias em que estava nomeado, entre as quais as de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Ator Principal.

A longa-metragem sobre o físico norte-americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Cillian Murphy, um dos criadores da bomba atómica, venceu ainda nas categorias de Melhor Banda Sonora Original, Melhor Ator Secundário (Robert Downey Jr.), Melhor Fotografia e Melhor Edição.

O segundo filme mais premiado, que era também o segundo mais nomeado, “Pobres Criaturas”, de Yorgos Lanthimos, arrecadou cinco dos sete Baftas para os quais estava indicado.

O filme valeu a Emma Stone o prémio de Melhor Atriz Principal, e foi ainda distinguido com os Bafta de Melhor Caracterização, Melhor Guarda-Roupa, Melhor Direção Artística e Melhores Efeitos Visuais.

Tanto “Oppenheimer” como “Pobres Criaturas” somam já vários prémios, nomeadamente Globos de Ouro, atribuídos em 08 de janeiro em Hollywood, Estados Unidos.

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Os dois filmes são também dos mais nomeados aos Óscares, cuja 96.ª cerimónia acontece em 10 de março.

“Oppenheimer” soma 13 nomeações, incluindo para Melhor Ator, para Cillian Murphy, Melhor Filme, Realização e Direção de Fotografia.

Já “Pobres Criaturas” está indicado em onze categorias, com destaque para a nomeação de Emma Stone como Atriz Principal, e como coprodutora do filme, e para a inclusão do filme na categoria de Melhor Banda Sonora Original, composta por Jerskin Fendrix e que inclui um fado cantado pela portuguesa Carminho.

Na 77.ª edição dos BAFTA foram ainda premiados filmes como “A Zona de Interesse”, de Jonathan Glazer, a partir do romance homónimo de Martin Amis, “Os Excluídos”, de Alexaner Payne, “O Rapaz e a Garça”, de Hayao Miyazaki, e “Anatomia de uma queda”, de Justine Triet.

O filme de Jonathan Glazer venceu nas categorias de Melhor Filme britânico, Som e Filme em Língua Não Inglesa, e o de Alexander Payne as de Melhor Atriz Secundária (Da’Vine Joy Randolph) e Melhor Elenco.

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“O Rapaz e a Garça”, apresentado como o último filme do mestre japonês de animação, venceu o Bafta de Melhor Filme de Animação, e “Anatomia de uma queda”, distinguido em maio do ano passado com a Palma de Ouro do Festival de Cannes, venceu o Bafta de Melhor Argumento Original.

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