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CHAVES: GRUPO CORTIZO INVESTE 100 MILHÕES EM NOVA FÁBRICA COM 450 EMPREGOS
Chaves recebeu o lançamento da primeira pedra da nova fábrica da Cortizo, um investimento de 100 milhões de euros que criará até 450 empregos. A unidade de transformação de alumínio, classificada como Projeto de Interesse Nacional, deverá estar operacional no final de 2027.
O concelho de Chaves assinalou um marco histórico no seu desenvolvimento económico com o lançamento da primeira pedra da nova unidade industrial do grupo espanhol Cortizo.
A cerimónia, realizada na passada sexta-feira, contou com a presença do Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida. Este projeto representa um investimento superior a 100 milhões de euros e será instalado no Parque Empresarial de Chaves, ocupando uma área de 30 hectares. A futura fábrica, com 80 mil metros quadrados, será dedicada à transformação de alumínio e deverá iniciar atividade no final de 2027.
Estima-se a criação de 450 postos de trabalho diretos, tornando este num dos maiores projetos empresariais de sempre na região. Classificado como Projeto de Interesse Nacional (PIN), o investimento resulta de uma cooperação institucional iniciada em 2020 entre o município e a multinacional galega. A unidade será a mais moderna do grupo, integrando sistemas automatizados que cobrem todo o ciclo de produção, desde a extrusão aos acabamentos finais, reforçando a atratividade do Alto Tâmega para novos investimentos.
O impacto desta unidade industrial ultrapassa a mera criação de emprego qualificado, prevendo-se uma forte dinamização do tecido económico local e regional. A Cortizo, com mais de cinco décadas de história e sede na Galiza, é uma referência internacional em sistemas de alumínio e PVC, e a escolha de Chaves para esta fábrica tecnológica sublinha o potencial estratégico do território transmontano na ligação ibérica.
Durante a cerimónia, foi enfatizado que a tecnologia de ponta a aplicar nesta planta permitirá uma produção eficiente e sustentável, posicionando o Alto Tâmega como um centro de competências na indústria transformadora. A chegada deste gigante industrial é vista como um motor para a fixação de pessoas e para o incentivo à instalação de empresas complementares na região, beneficiando de mecanismos de apoio específicos para investimentos de elevada relevância nacional.




