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O QUE PRECISA DE SABER SOBRE EMPRÉSTIMOS PARA CIRURGIA PLÁSTICA

Uma intervenção cosmética não consiste apenas numa transformação física, mas também num compromisso financeiro. Na verdade, são muitas as pessoas que recorrem a soluções como um crédito ou empréstimo pessoal para poderem financiar este género de cirurgia; ao compreender as nuances de um crédito para cirurgia plástica, já conseguirá tomar uma decisão muito mais informada.

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Imagem gerada por Inteligência Artificial

Uma intervenção cosmética não consiste apenas numa transformação física, mas também num compromisso financeiro. Na verdade, são muitas as pessoas que recorrem a soluções como um crédito ou empréstimo pessoal para poderem financiar este género de cirurgia; ao compreender as nuances de um crédito para cirurgia plástica, já conseguirá tomar uma decisão muito mais informada.

Ao longo deste artigo, abordaremos várias opções de crédito para intervenções de cirurgia cosmética, assim como aquilo que precisa de saber antes de proceder à respetiva solicitação.

OS VÁRIOS TIPOS DE CRÉDITO PARA CIRURGIA PLÁSTICA

1. Créditos pessoais;

Os créditos pessoais destacam-se logo à partida pela facilidade com que o processo decorre: basta selecionar uma entidade credora de renome, definir o montante de que necessita, aguardar pela análise do seu mapa de responsabilidades de crédito e, em cerca de dois dias úteis (senão mesmo no próprio dia), o procedimento fica concluído.

Bastará, posteriormente, aguardar que a quantia seja transferida para a conta bancária cujo IBAN tiver indicado, algo que é também executado com substancial celeridade.

Considerando que este tipo de crédito não possui um propósito predefinido, pode ser utilizado para o que bem entender, incluindo intervenções cirúrgicas de natureza cosmética.

2. Empréstimos consignados;

Os créditos consignados são semelhantes aos créditos pessoais, embora menos burocráticos; este tipo de empréstimo utiliza como garantia o seu salário ou demais rendimentos, sendo que o reembolso é automaticamente deduzido em prestações a partir da conta em que o seu vencimento se encontra domiciliado.

Esta característica reduz a possibilidade de falhar no cumprimento do plano de pagamento de prestações, simultaneamente disponibilizando quantias mais elevadas ou taxas de juro mais atrativas, comparativamente a créditos pessoais.

3. Créditos com garantia;

Um empréstimo com garantia compreende a existência de mais-valias, garantindo, precisamente, que o contraente tem como concluir o contrato, caso falhe no pagamento das prestações mensais previamente definidas; estas mais-valias poderão traduzir-se por automóveis ou propriedades, por exemplo.

Na eventualidade de não ser possível ao contraente reembolsar na totalidade a entidade credora, esta passa a ser a proprietária das mais-valias apresentadas como garantias.

Este tipo de empréstimo tipicamente disponibiliza montantes mais elevados e melhores termos e condições de reembolso, uma vez que o risco para o credor é substancialmente reduzido.

PASSOS ESSENCIAIS A DAR E CONSIDERAÇÕES A FAZER

1. Selecione um profissional de confiança;

É fundamental escolher um profissional experiente e com uma boa reputação para executar a sua intervenção cirúrgica. Optar por um cirurgião que cobre menos devido a constrangimentos financeiros poderá conduzir a resultados indesejáveis, pelo que assegurar a qualidade do profissional clínico deverá ser prioritário, podendo pensar depois na componente financeira.

2. Mantenha uma boa pontuação de crédito;

Independentemente do tipo de crédito que vier a solicitar, a análise às suas condições financeiras é um passo relativamente comum.

Pagar todas as suas dívidas e evitar um historial de devedor é crucial para conseguir assegurar o montante desejado ou necessário para realizar a intervenção cirúrgica que pretende custear.

3. Compreenda as taxas de juro e os termos e condições aplicáveis;

Familiarize-se com as taxas de juro e potenciais encargos aplicáveis; se não compreender adequadamente os termos e condições do empréstimo, poderá vir a pagar muito mais do que aquilo que pediu emprestado, o que se traduz pelo montante total imputado ao consumidor (MTIC).

Compare as propostas de vários credores para conseguir encontrar a melhor opção.

4. Tenha o orçamento já preparado;

Independentemente de a entidade credora o requerer ou não, tenha já o orçamento para a sua intervenção cirúrgica delineado, preferencialmente assinado pelo cirurgião responsável, de modo a simplificar o processo de solicitação do crédito.

5. Tome conhecimento das regulamentações bancárias;

Ao ambientar-se com as regras impostas pelas entidades reguladoras do sistema financeiro, conseguirá evitar cair em determinadas armadilhas, como a subscrição de apólices de seguros desnecessárias que muitas vezes são impingidas pelos credores.

Efetue uma pesquisa e consulte especialistas na banca, se for caso disso, de forma a poder tomar decisões informadas.

Para concluir;

A obtenção de um crédito para realizar uma cirurgia plástica, de que é exemplo um empréstimo pessoal, requer uma atenção redobrada face a diversos fatores, incluindo o tipo de crédito, as taxas de juro aplicáveis e a credibilidade tanto do profissional clínico, como da entidade credora.

Ao conhecer as várias opções de crédito para cirurgia plástica e respetivas implicações, poderá financiar a intervenção com mais confiança, garantindo, simultaneamente, o seu bem-estar pessoal e financeiro.

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MENOPAUSA: 50% DAS MULHERES EM PORTUGAL ASSUMEM “SENTIR-SE MAL”

Cerca de metade das 1,2 milhões mulheres (12% da população) que passa atualmente pelo período da menopausa em Portugal “assume mal-estar” nesta fase, indica uma investigação do seguro de saúde Médis, cujas conclusões foram divulgadas esta quarta-feira.

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Cerca de metade das 1,2 milhões mulheres (12% da população) que passa atualmente pelo período da menopausa em Portugal “assume mal-estar” nesta fase, indica uma investigação do seguro de saúde Médis, cujas conclusões foram divulgadas esta quarta-feira.

Esta é “a maior de todas as fases da saúde da mulher, ocupando, em média, 40% das suas vidas” e “é, também, a fase em que mais sofrem: cerca de metade das mulheres assumem mal-estar nesta fase o que, comparando com o mal-estar exibido na puberdade (20% das mulheres) é um número 140% superior, e comparando com o mal-estar exibido na maternidade (12% das mulheres) é um número 300% superior”.

A investigação deu continuidade ao estudo, realizado através do projeto Saúdes da Médis e divulgado em 2022, “Saúde e bem-estar das Mulheres, um Potencial a alcançar”, aprofundando o tema da menopausa.

Realizado durante “27 meses”, o trabalho teve por base “245 entrevistas quantitativas, cinco grupos de referência e quatro conversas aprofundadas com profissionais de saúde”, tendo sido entrevistadas 33 mulheres entre os 45 e os 65 anos.

“Vivemos numa sociedade que não está preparada para falar abertamente sobre a menopausa e até a esconde. Isto colide com a necessidade, que ouvimos da boca da maioria das mulheres com quem falámos, que vai precisamente em sentido contrário, ou seja, querem e precisam expor, sem tabus, sintomas, medos e anseios em relação ao tema“, alertou Maria Silveira, responsável de Orquestração Estratégica, Ecossistema de Saúde do Grupo Ageas Portugal, ao qual pertence a Médis.

A investigação complementa a classificação médica e científica da menopausa, que a divide em três fases – perimenopausa, menopausa e pós-menopausa -, e “tendo em conta a visão e os sentimentos das mulheres (a subjetividade)” associa quatro “estados de alma” ao processo: desconhecimento, sofrimento, gestão e libertação.

Segundo o estudo, a fase da menopausa é “muito pouco valorizada e falada” também pelos “médicos e profissionais de saúde”, apesar de lhe serem associados “mais de 30 sintomas” e de 72% das mulheres entre os 45 e os 60 anos viverem num estado permanente de tensão e 50% afirmarem já ter tido um esgotamento ou depressão.

Por outro lado, o facto de não ser “pensada ou preparada (ao contrário da maternidade e da menstruação), aumenta a dificuldade” na sua gestão.

De acordo com os dados da investigação, 52% das mulheres afirmam estar mal ou medianamente preparadas para lidar com esta fase de vida.

Os “desconfortos mais manifestados” são os afrontamentos (69%), dores nas articulações (49%), suores noturnos e/ou perturbações do sono (48%), ansiedade (45%), secura vaginal (42%) e diminuição da libido (37%).

“A nível profissional, 65% das mulheres que se encontram nesta condição sentem discriminação no local de trabalho e 22% já pensou mudar ou abandonar o seu trabalho“.

Quanto à “libertação”, considera-se que, embora seja uma fase pouco falada, deve ser destacada, já que apesar de “alguns dos sintomas poderem durar mais de uma década, a maioria deles acaba por se desvanecer” e “apenas 20% das mulheres dizem ter sintomas há mais de cinco anos”.

“A menopausa não é uma doença, mas uma condição. Sendo diferente de mulher para mulher, existem tantas menopausas quantas as mulheres, o que também dificulta”, disse Maria Silveira, citada num comunicado sobre a iniciativa de hoje “Dar ouvidos e voz à Menopausa”, para divulgar o estudo e que incluiu uma mesa-redonda.

A responsável diz por isso que “ouvir estas mulheres, orientá-las e dar-lhes voz é, em si mesmo, um ótimo ‘medicamento’, além, claro, de um acompanhamento holístico (ginecologia, psicologia, nutrição, exercício físico)”.

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QUE MARCA DE AUTOMÓVEIS É MAIS ADEQUADA PARA SI?

A escolha da marca de automóvel mais adequada pode influenciar consideravelmente os seus conforto, experiência de condução e satisfação geral em relação à sua aquisição. Em Portugal, o mercado oferece uma vasta gama de marcas e modelos de veículos apropriados a todos os gostos e necessidades.

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Peter Varga/Unsplash

A escolha da marca de automóvel mais adequada pode influenciar consideravelmente os seus conforto, experiência de condução e satisfação geral em relação à sua aquisição. Em Portugal, o mercado oferece uma vasta gama de marcas e modelos de veículos apropriados a todos os gostos e necessidades.

De modo a podermos guiá-lo neste processo para comprar carro, vamos passar a explorar algumas das principais marcas, a par daquilo que as mesmas proporcionam, garantindo, assim, que toma uma decisão devidamente informada e enquadrada nos seus requisitos e padrão de vida.

1. Peugeot

A Peugeot destaca-se na qualidade de fabricante automóvel preferido entre os condutores portugueses, sendo que o seu modelo Peugeot 2008 segue na liderança como o carro mais vendido pelo terceiro ano consecutivo.
O sucesso da marca francesa é atribuído à combinação de fiabilidade, tecnologia avançada e um design elegante.
A gama da Peugeot (particularmente, o suprarreferido modelo) oferece uma experiência de SUV compacto e versátil, apto tanto para uma condução citadina, como para aventuras pela natureza.

2. Renault & Dacia;

A Renault e a sua subsidiária Dacia mantêm uma posição de relevo no mercado português; estas marcas são conhecidas pelos seus veículos práticos, comportáveis e eficientes.

O compromisso da Renault para com a inovação e a dedicação da Dacia à disponibilização de opções de menor valor (sem comprometer, contudo, a qualidade) são fatores que fazem com que estes fabricantes franceses sejam populares entre os consumidores.

O Renault Clio e o Dacia Sandero são particularmente notáveis pelo seu desempenho de vendas, apelando a quem procura por valor e fiabilidade.

3. Mercedes-Benz & BMW;

Se a sua inclinação é o luxo e o desempenho, as alemãs Mercedes-Benz e BMW são as marcas ideais para si, uma vez que fomentam a combinação de elegância e tecnologia de última geração.
Ambos os fabricantes registam uma forte presença em Portugal, sendo reconhecidos pelos seus interiores de alta qualidade, funcionalidades avançadas de segurança e poderoso desempenho.
A procura por estas marcas é demonstrativa de um crescente interesse numa experiência automobilística de excelência entre os condutores portugueses.

4. Tesla;

A americana Tesla tem vindo a conquistar cada vez mais relevância no mercado português, particularmente através dos Modelos 3 e Y, o que vem comprovar a crescente popularidade dos veículos elétricos (EVs).
O sucesso da Tesla é demonstrativo das consciencialização de e preferência por soluções inovadoras e sustentáveis de transportes particulares em Portugal.

5. Volkswagen, Toyota e outras marcas;

A alemã Volkswagen e a nipónica Toyota também registam uma presença significativa no mercado nacional; estas marcas são reconhecidas pelas suas fiabilidade, inovação e vasta gama de modelos adequados às mais variadas necessidades e preferências.

Outras marcas como a francesa Citroën, a espanhola Seat e a alemã Opel disponibilizam diversas opções, de automóveis compactos a SUVs familiares, de forma a garantirem que existe um veículo indicado para todos.

Para concluir;

Resumindo, a marca de automóveis mais adequada para si depende das suas preferências pessoais, do seu orçamento e das suas necessidades, consoante o seu padrão de vida.
Ao tomar a sua decisão de comprar carro, não é apenas a compra inicial que importa, mas também todo o processo de ser proprietário de um automóvel; um dos principais aspetos deste mesmo processo está relacionado com o serviço pós-vendas e a cobertura da garantia.

As marcas de luxo como a Mercedes-Benz e a BMW oferecem pacotes de extensão de garantia e serviços de manutenção premium, prometendo uma experiência de condução tranquila e livre de preocupações; estes serviços são fundamentais para quem valoriza a paz de espírito e está disposto a investir na mesma.

Por outro lado, marcas como a Dacia destacam-se pela sua abordagem à transformação da sua experiência enquanto proprietário de um automóvel, que procuram que seja tão comportável quanto possível, não só no momento da compra, mas também ao longo do tempo de vida útil do veículo.

Para os adeptos de tecnologia, conscientes da importância da redução da sua pegada ambiental através da condução de veículos elétricos, a inovadora abordagem da Tesla no que toca ao seu serviço pós-vendas através de atualizações de software com recurso a uma ligação à Internet sem fios garante que a viatura se mantém atualizada com as funcionalidades e melhorias de desempenho mais recentes.

Este serviço único sublinha a evolução da relação entre condutor e veículo na era digital, melhorando cada vez mais o período pós-compra.

Enfim, leve o seu tempo para considerar as vantagens de cada marca e certifique-se de que toma uma decisão que traz satisfação e alegria à sua experiência de condução e não se esqueça nunca de que escolher o carro certo tem que ver com encontrar o equilíbrio perfeito entre desejo e pragmatismo.

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