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ELON MUSK PONDERA ALTERAR NOME E LOGÓTIPO DA REDE SOCIAL TWITTER

O empresário multimilionário e proprietário do Twitter, Elon Musk, disse no sábado estar a considerar alterar o nome da marca e logótipo daquela rede social, conhecida pelo seu minúsculo passarinho azul.

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O empresário multimilionário e proprietário do Twitter, Elon Musk, disse no sábado estar a considerar alterar o nome da marca e logótipo daquela rede social, conhecida pelo seu minúsculo passarinho azul.

“Em breve diremos adeus à marca Twitter e, gradualmente, a todos os pássaros”, escreveu Elon Musk, antes de sugerir que o novo logótipo venha a ser um “X”.

Musk colocou no seu perfil do Twitter um vídeo de um utilizador da plataforma, mostrando o logótipo atual do Twitter, um pássaro azul, substituído por um X intermitente.

“Se um logótipo X suficientemente bom for postado hoje à noite, vamos colocá-lo no mundo inteiro amanhã”, acrescentou.

Depois de comprar o Twitter, em outubro de 2022, por 44 mil milhões de dólares (39 mil milhões de euros), Elon Musk mudou o nome da empresa para “X Corp” em abril de 2023, e fala regularmente sobre transformar a rede social num aplicativo multifacetado, com serviços financeiros, à semelhança do WeChat na China.

Respondendo no Twitter a uma questão de um utilizador que perguntou se o Twitter seria acessível a partir do endereço x.com, Elon Musk respondeu: “Claro”.

X.com era o nome e o site do banco online fundado pelo empresário que mais tarde se tornou o serviço de pagamento online PayPal.

Caso a mudança do nome se verifique, essa alteração aconteceria num momento difícil para o Twitter, em que Elon Musk demitiu cerca de metade da equipa e cuja receita de publicidade caiu pela metade.

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CIÊNCIA & TECNOLOGIA

FACEBOOK DESTRONADO POR WHATSAPP APÓS NOVE ANOS A LIDERAR COMO REDE SOCIAL

O Facebook foi destronado pelo WhatsApp como a rede social mais utilizada em geral, depois de nove anos na liderança, de acordo com o relatório Reuters Digital News Report 2024, hoje divulgado.

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O Facebook foi destronado pelo WhatsApp como a rede social mais utilizada em geral, depois de nove anos na liderança, de acordo com o relatório Reuters Digital News Report 2024, hoje divulgado.

Após nove anos a figurar como a rede social mais utilizada em geral, o Facebook (64%) foi destronado pela ‘app’ de mensagens WhatsApp (65%), também ela propriedade da Meta, refere o 13.º relatório anual do Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ).

“A plataforma de ‘streaming’ Youtube, propriedade da Google, é utilizada por 59% dos respondentes, o Instagram por 51% e o Facebook Messenger por 41%”, segundo as conclusões do estudo.

A rede social TikTok, propriedade da empresa chinesa ByteDance, é utilizada por 22%.

“No entanto o Facebook, continua a ser a plataforma mais usada para consumo de notícias (35%), seguida pelo Whatsapp (23%), Youtube e Instagram (com a mesma percentagem 21%)”, enquanto o X (ex-Twitter) “é usado apenas por 11%, para fins gerais e 6% para consumo de notícias”, segundo o estudo.

Destaque para uma “pequena quebra na utilização de todas as redes, sem exceção, quer em termos gerais quer para fins informativos, não só entre os mais velhos como também entre os jovens”.

Apesar de não ter havido qualquer tipo de mudança na configuração metodológica do Digital News Report 2024, face aos anos anteriores, “e sendo esta uma tendências geral, identificada em praticamente todos os 47 mercados em estudo, há duas razões que podem justificar esta diminuição: as relacionadas com o uso, nomeadamente a saturação/aborrecimento com este tipo de plataforma e razões de mercado, com a crescente fragmentação das audiências e, por consequência, das redes, bem como uma mudança na estratégia das plataformas”, refere o relatório.

Em termos de fontes de notícias das redes sociais, “há diferenças entre as redes, com o TikTok a destacar-se como a rede em que os utilizadores mais têm os seus pares como fontes (55%), seguida pelo Facebook (44%).

Já no X é dada maior atenção a atores políticos (51%) a marcas de notícias ou jornalistas alternativos (47%). Portanto, a rede TikTok é rede onde a comunicação social menos tende a ser utilizada como fonte de notícias (23%), sendo importante salientar que estamos a falar de redes em que as marcas de notícias têm diferentes graus de presença e estratégias comunicacionais”.

O Reuters Digital News Report 2024 (Reuters DNR 2024) é o 13.º relatório anual do Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) e o 10.º a contar com informação sobre Portugal. Em 2024 participaram 47 mercados de notícias, Portugal incluído.

Enquanto parceiro estratégico, o OberCom — Observatório da Comunicação colaborou com o RISJ na conceção do questionário para Portugal, bem como na análise e interpretação final dos dados.

O inquérito foi realizado em 47 mercados: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Portugal, Irlanda, Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, Países Baixos, Suíça, Áustria, Hungria, Eslováquia, República Checa, Polónia, Croácia, Roménia, Bulgária, Grécia, Turquia, Coreia do Sul, Japão, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinas, Taiwan, Tailândia, Singapura, Austrália, Canadá, Brasil, Argentina, Colômbia, Chile, Peru, México, Marrocos, Nigéria, Quénia e África do Sul.

O trabalho de campo foi realizado no final de janeiro/início de fevereiro.

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ESTUDO AVALIOU O CÉREBRO DE BOMBEIROS EM SITUAÇÃO CRÍTICA DE INCÊNDIOS

Uma investigação da Universidade de Coimbra (UC), hoje divulgada, analisou a resposta cerebral de bombeiros perante ações de resgate em incêndios e os cientistas acreditam que o estudo pode ser importante para melhorar as decisões em situações de risco.

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Uma investigação da Universidade de Coimbra (UC), hoje divulgada, analisou a resposta cerebral de bombeiros perante ações de resgate em incêndios e os cientistas acreditam que o estudo pode ser importante para melhorar as decisões em situações de risco.

O trabalho, liderado pela investigadora Isabel Duarte e por Miguel Castelo-Branco, coordenador científico do Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (CIBIT/ICNAS), implicou a realização de jogos virtuais de salvamento, por parte de 47 bombeiros de várias corporações do distrito de Coimbra.

A equipa de investigação concluiu que a visualização de imagens implicando decisões de resgate de pessoas em incêndios pode “ter grande importância para melhorar e treinar a tomada de decisão em situações de risco”, referiu a UC, em comunicado enviado à agência Lusa.

“Ao analisar de que forma o cérebro resolve dilemas que envolvem decisões que podem salvar vidas, foi possível estudar o papel da experiência e o uso de estratégias de `coping` [conjunto de estratégias cognitivas e comportamentais usadas pelas pessoas para enfrentar situações de stress, perante condições de elevada sobrecarga emocional para o indivíduo], por parte de bombeiros”, explicou, citado na nota, o neurocientista Miguel Castelo-Branco.

O também docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) adiantou que a investigação permitiu perceber que os dilemas de decisão levaram à ativação de redes neuronais envolvidas na gestão da recompensa emocional e outras redes relacionadas com dilemas éticos e deontológicos.

A equipa científica, onde se incluiu, igualmente, o Centro de Prevenção e Tratamento do Trauma Psicológico do Centro de Responsabilidade Integrada de Psiquiatria da Unidade Local de Saúde de Coimbra, conseguiu verificar que “a atividade neural relacionada com a decisão de resgatar pessoas diminuía em certas regiões cerebrais quanto maior a capacidade de usar estratégias de `coping`, o que sugere uma aprendizagem compensatória adquirida com a prática”, vincou o neurocientista.

Os bombeiros participantes no estudo “visualizaram cenários realísticos envolvendo vidas em risco para eles próprios e potenciais vítimas, tendo que tomar uma decisão de resgate”, adiantou Miguel Castelo Branco.

O exercício simulava o combate a incêndios com situações de risco de vida, como casas a arder com pessoas em risco no interior, situação em que a formação prévia e a especialização dos bombeiros desempenham um papel importante, tendo o cérebro dos participantes sido estudado através de imagem por ressonância magnética funcional.

“Descobrimos ainda que a atividade cerebral em regiões relacionadas com a memória e a decisão — como o hipocampo e a ínsula — aumentava proporcionalmente à medida que o risco aumentava”, ilustrou Miguel Castelo-Branco.

“Foi possível identificar áreas cerebrais cuja atividade se relacionava diretamente com o cálculo da probabilidade de eventos adversos, como a queda de uma casa em chamas ou a perda de vidas”, notou o investigador.

Paralelamente, pessoas que não possuem a função de bombeiro, quando sujeitas às mesmas tarefas de decisão, apresentaram resultados cerebrais diferentes, levando os cientistas a concluir que a forma como o cérebro controla a decisão depende da experiência e do treino.

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