NACIONAL
SAÚDE: MORTALIDADE POR DOENÇAS CARDIOVASCULARES ATINGE MÍNIMO DE 30 ANOS
A mortalidade por doenças do aparelho circulatório em Portugal atingiu, em 2023, o valor mais baixo das últimas três décadas. A conclusão consta do relatório “10 Anos das Doenças Cérebro e Cardiovasculares em Portugal (2013-2023)”, divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Apesar de continuarem a ser a principal causa de morte no país, representando cerca de 25% dos óbitos, a incidência destas patologias tem vindo a diminuir de forma sustentada, aproximando-se dos valores registados nos tumores malignos.
O documento destaca melhorias significativas na prevenção e nos cuidados primários, nomeadamente no controlo da pressão arterial, da diabetes e no aumento das consultas de cessação tabágica. Na última década, os internamentos diminuíram 19%, com reduções acentuadas no enfarte agudo do miocárdio (-20,7%) e no AVC hemorrágico (-20,1%). A DGS aponta, no entanto, a insuficiência cardíaca como o grande desafio para os próximos anos, devido ao envelhecimento da população, e alerta para a persistência de “desigualdades regionais” no acesso a cuidados de saúde de alta complexidade, apesar do sucesso comprovado das “Vias Verdes”.
A mortalidade por doenças do aparelho circulatório em Portugal atingiu, em 2023, o valor mais baixo das últimas três décadas. A conclusão consta do relatório “10 Anos das Doenças Cérebro e Cardiovasculares em Portugal (2013-2023)”, divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Apesar de continuarem a ser a principal causa de morte no país, representando cerca de 25% dos óbitos, a incidência destas patologias tem vindo a diminuir de forma sustentada, aproximando-se dos valores registados nos tumores malignos.
O documento destaca melhorias significativas na prevenção e nos cuidados primários, nomeadamente no controlo da pressão arterial, da diabetes e no aumento das consultas de cessação tabágica.
Na última década, os internamentos diminuíram 19%, com reduções acentuadas no enfarte agudo do miocárdio (-20,7%) e no AVC hemorrágico (-20,1%). A DGS aponta, no entanto, a insuficiência cardíaca como o grande desafio para os próximos anos, devido ao envelhecimento da população, e alerta para a persistência de “desigualdades regionais” no acesso a cuidados de saúde de alta complexidade, apesar do sucesso comprovado das “Vias Verdes”.




