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BENFICA PERDE EM CASA COM O GIL VICENTE E FICA MAIS LONGE DO LÍDER SPORTING (VÍDEO)

O Benfica perdeu hoje por 2-1 na receção ao Gil Vicente, na 27.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, terminando uma série de seis vitórias seguidas na prova e distanciando-se ainda mais do líder Sporting.

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O Benfica perdeu hoje por 2-1 na receção ao Gil Vicente, na 27.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, terminando uma série de seis vitórias seguidas na prova e distanciando-se ainda mais do líder Sporting.

Os visitantes chegaram a dispor de uma vantagem de dois golos, marcados por Léautey, aos 35 minutos, e Lourency, aos 81, de pouco valendo aos anfitriões – que não perdiam no campeonato há 10 jogos – o autogolo de Vítor Carvalho, aos 87, que fixou o resultado final.

O Benfica manteve-se com 57 pontos, menos três do que o FC Porto, segundo colocado, que apenas joga no domingo, no estádio do Nacional, e menos 12 relativamente ao líder Sporting, enquanto o Gil Vicente passou a somar 31.

O Gil Vicente adiantou-se no marcador ao minuto 35, após boa jogada individual de Leautey, finalizada com um remate colocado. Já na segunda parte, Lourency, aos 81, dobrou a vantagem da equipa de Barcelos e o 2-1 final foi da autoria de Vítor Carvalho, que marcou na própria baliza, os 87.

Com este desaire, o Benfica vê chegar ao fim um ciclo de seis vitórias consecutivas na I Liga e pode atrasar-se na luta pelo segundo lugar, ficando ainda mais longe do líder Sporting, que passou a dispor de 12 pontos de vantagem.

Os ‘encarnados’, que mantêm os 57 pontos com que entraram esta tarde na Luz, podem ver fugir o FC Porto, que, com 60 pontos, joga no domingo, na Madeira, frente ao Nacional, e ser apanhados pelo Sporting de Braga, que, com 54 pontos, visita ainda este sábado o Rio Ave.

Já o Gil Vicente regressa às vitórias no campeonato, depois do desaire da última ronda, frente ao Moreirense, e soma agora 31 pontos.

Sem mexer no ‘onze’ que goleou na última jornada, em Paços de Ferreira, por 5-0, o Benfica, orientado por Jorge Jesus, entrou na Luz a controlar as operações, mas com pouca acutilância na hora de atacar a baliza defendida por Denis, com Seferovic muito bem controlado pelos centrais gilistas.

À passagem do minuto 15, o Gil Vicente deixou um primeiro aviso, num contra-ataque ‘oferecido’ por um mau passe de Adel Taarabt, e, aos 35, materializou mesmo a ameaça e fez ‘mexer’ o marcador.

Numa jogada individual, o extremo francês Leautey arrancou para área benfiquista, ‘dançou’ frente a Vertonghen e colocou a bola entre o poste e Helton Leite, com o brasileiro a voar tarde e a ser batido.

Sem conseguir responder, o Benfica demonstrou grandes dificuldades em ligar o jogo entre defesa e o ataque e o melhor que conseguiu foi um cabeceamento de Waldschmidt, com a bola a perder-se pela linha de fundo, num exemplo contundente do desacerto das ‘águias’ na primeira parte.

O Benfica reentrou para a segunda parte sem Lucas Veríssimo na defesa e com Everton no ataque, e o Gil aproveitou as mudanças para criar a primeira oportunidade após o reatamento, com Lourency a chegar ligeiramente atrasado ao cruzamento milimétrico de Joel e a já só apanhar a bola de raspão.

Depois foi a vez de Seferovic desperdiçar o golo, por duas vezes: o suíço, melhor marcador do Benfica na liga, com 16 golos, protagonizou a melhor oportunidade do Benfica, num remate que ‘tirou tinta’ do poste de Denis e, pouco depois, num remate acrobático, enviou a bola por cima da baliza gilista.

Em tarde completamente desinspirada, em contraponto com a exibição da última jornada, o avançado helvético voltou a deixar Jorge Jesus desesperado com novo falhanço: Rafa ludibriou Talocha no flanco direito, cruzou para o coração da área, Darwin deixou passar para Seferovic, mas o suíço não acertou convenientemente na bola e esta passou ao lado do poste.

O Benfica não marcou e foram os visitantes que o conseguiram, por Lourency, ao minuto 81. Numa brecha aberta na defesa do Benfica, com Otamendi a falhar a marcação, o brasileiro do Gil Vicente arrancou que nem uma flecha para a baliza de Helton Leite e, já dentro da grande área, disparou forte e a meia altura, fazendo o 2-0.

O melhor que o Benfica conseguiu foi reduzir para 2-1, embora tenha sido, mais uma vez, o Gil Vicente a marcar, num autogolo de Vítor Carvalho, os 87 minutos.

Desde a defesa, Vertonghen, com um passe em profundidade, isolou Rafa, o extremo ‘disparou’ para defesa de Denis, mas a bola acabou por embater no médio gilista e encaminhar-se para o fundo da baliza.

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PORTUGAL PERDE COM ESPANHA E FALHA ‘FINAL FOUR’ DA LIGA DAS NAÇÕES

A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

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A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

Um golo de Álvaro Morata, aos 88 minutos, selou o triunfo da ‘roja’, finalista vencida em 2021, que ganhou o agrupamento, com 11 pontos, contra 10 de Portugal e nove da Suíça, que venceu em casa a República Checa (2-1), regelada à Liga B, com quatro.

Portugal, vencedor em 2019, só precisava de empatar com a Espanha para selar um lugar na ‘final four’ da terceira edição da Liga das Nações, que se disputará de 14 a 18 de junho de 2023, com Espanha, Croácia, Itália e Países Baixos.

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LIGA PORTUGAL: SETE ANOS CONSECUTIVOS DE CONTAS POSITIVAS

O Relatório e Contas da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), relativo à época 2021/22 foi hoje aprovado por unanimidade, refletindo, pelo sétimo ano consecutivo, um resultado líquido positivo, que desta vez se saldou em 1,182 milhões de euros.

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O Relatório e Contas da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), relativo à época 2021/22 foi hoje aprovado por unanimidade, refletindo, pelo sétimo ano consecutivo, um resultado líquido positivo, que desta vez se saldou em 1,182 milhões de euros.

O documento espelha um valor de receitas totais de 21,9 milhões, ultrapassando pela primeira vez na história da instituição a barreira dos 20 milhões, muito alavancando pelo contrato de ‘naming’ da principal competição de futebol, celebrado com uma empresa de apostas desportivas, que é o maior de sempre firmado pela LPFP.

A primeira tranche desse acordo, com um valor global de 35 milhões de euros, já está refletido neste relatório referente a 2021/22, que marcou o encerrar de um ciclo marcado pelas restrições provocadas pela pandemia de covid-19.

“Estas contas refletem um caminho de rigor orçamental e de uma crescente profissionalização da atividade, que esta Direção da LPFP e todas as sociedades desportivas querem continuar a desenvolver”, disse Rui Caeiro, diretor executivo da instituição.

Ainda nesta assembleia geral da LPFP foi aprovada uma verba de 288 mil euros, oriunda do saldo positivo da exploração comercial, para ser aplicada num reforço do fundo de contingência para as questões judiciais e fiscais existentes.

O valor do passivo contingente, apesar de ter diminuído no exercício em questão, ainda se cifra em 35 milhões euros, sendo que atualmente a LPFP tem um fundo de cerca de um milhão para encarar eventuais questões prementes neste âmbito fiscal e judicial.

“As contas da LPFP encontram-se robustas e preparadas para o que possa surgir no futuro. Nesta época [2021/22] não foi utilizada qualquer verba deste fundo e o passivo contingente até reduziu”, disse Telmo Viana, diretor financeira da instituição.

O responsável realçou “um aumento das receitas e do investimento” e notou que “o grau de execução do orçamento [de 107%] só foi possível pelo rigor aplicado em todas as faces de gestão”.

Além da aprovação do Relatório e Contas, que mereceu um voto de louvor apresentado pelo Marítimo, e seguido por unanimidade pelas sociedades desportivas presentes, foi ainda ratificada nesta assembleia geral uma verba de 550 mil euros para um Fundo de Apoio ao Desenvolvimento de Infraestruturas Tecnológicas das sociedades desportivas.

Para aceder a verbas, os clubes vão ter de apresentar candidatura de projeto nesta área do desenvolvimento digital, que engloba, por exemplo, iniciativas tecnológicas de bilhética.

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LIGA NAÇÕES: PORTUGAL DEFRONTA ESPANHA COM A ‘MIRA’ NA SEGUNDA FINAL FOUR

A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

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A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

O triunfo na República Checa (4-0), no sábado, deixou Portugal a depender apenas de si próprio para alcançar a próxima fase da competição, uma vez que, à entrada para a sexta e última jornada, lidera o grupo, com mais dois pontos do que a Espanha, que perdeu na receção à Suíça (1-2).

A formação comandada por Fernando Santos tem, assim, tudo a seu favor para voltar – três anos depois de conquistar a primeira edição, no Dragão – à ‘final four’ da prova da UEFA, até porque o histórico recente com a Espanha só ostenta empates.

Com João Félix recuperado dos problemas físicos que o afastaram do encontro com os checos, o selecionador luso tem disponíveis os 25 jogadores que se encontram às suas ordens, inclusive João Cancelo, que cumpriu suspensão e falhou o duelo em Praga.

Portugueses ou espanhóis vão fechar o lote das seleções presentes na ‘final four’, para a qual já se apuraram Croácia, Itália e Países Baixos, que venceram os grupos A1, A3 e A4, respetivamente.

O encontro entre Portugal e Espanha, da sexta e última jornada do Grupo A2 da Liga das Nações de 2022/23, tem início marcado para as 19:45, no Estádio Municipal de Braga, com arbitragem do italiano Daniele Orsato.

Após cinco rondas, a formação das ‘quinas’ lidera o agrupamento, com 10 pontos, contra oito da Espanha, seis da Suíça e quatro da República Checa, sendo que o primeiro classificado segue para a ‘final four’ e o último é despromovido à Liga B.

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TRÊS ADEPTOS DO ESTORIL FORA DOS ESTÁDIOS POR INTOLERÂNCIA

Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

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Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

Em comunicado, a Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD) deu hoje conta da decisão proferida na semana passada, relativamente ao caso dos insultos a um homem, com uma criança ao colo, ambos vestidos com camisolas do FC Porto, que terão sido cuspidos enquanto se encontravam numa zona da bancada destinada aos adeptos anfitriões.

“Os três adeptos do Estoril identificados pela GNR, a propósito dos incidentes do jogo Estoril Praia-FC Porto de 16 de setembro, estão já proibidos de entrar em recintos desportivos. Os suspeitos foram notificados pela PSP da decisão da APCVD, que impõe medida cautelar de interdição de acesso a recintos desportivos, e assim aguardarão a conclusão do respetivo processo de contraordenação”, lê-se na referida nota.

Estes três indivíduos podem ser punidos com coimas entre os 1.000 e os 10.000 euros e com pena de interdição de acesso a recintos desportivos até dois anos.

Na sequência do incidente ocorrido no recinto cascalense, e segundo apurado pela APCVD, o pai e a criança com a camisola do FC Porto, vítimas de atos de intolerância, mantiveram-se na mesma bancada, ainda que com a necessidade de os deslocar alguns metros para manter salvaguardada a sua integridade física.

Criança e pai continuaram assim com a camisola do respetivo clube, acolhidos entre adeptos do Estoril, que se demarcaram e mostraram indignados com os atos de intolerância ocorridos.

No dia seguinte, o Estoril Praia lamentou o ocorrido, condenando “todo e qualquer ato de violência, seja ele de que natureza for”.

“Lamentamos profundamente a situação vivida pela filha do adepto do FC Porto no Estádio António Coimbra da Mota, pedindo-lhe desculpas e desejando que nunca deixe de apreciar a verdadeira essência do Desporto. Condenamos as atitudes de quem não consegue controlar as suas emoções e permite que atitudes provocatórias de supostos adeptos de futebol se transformem num momento lamentável de agressividade que não tem lugar num estádio de futebol”, lê-se no comunicado do emblema cascalense.

O Estoril Praia rematou a nota disponibilizando-se “para continuar a colaborar com as entidades competentes na procura das soluções adequadas que possam impedir este género de episódio de voltar a ocorrer num recinto desportivo”.

Antes, já o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, e o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, tinham repudiado este incidente.

Esta foi a segunda vez no espaço de uma semana que tanto o secretário de Estado da Juventude e do Desporto como o presidente da LPFP lamentaram incidentes ocorridos com adeptos em estádios da I Liga.

Em 10 de setembro, uma criança foi obrigada a despir uma camisola do Benfica no estádio do Famalicão, por se encontrar, juntamente com o pai, numa bancada com maioria de adeptos locais.

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