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BENFICA VENCE MARÍTIMO E CONTINUA A TRÊS PONTOS DO SEGUNDO LUGAR (VÍDEO)

O Benfica venceu hoje o Marítimo por 1-0, em jogo da 25.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, mantendo-se a três pontos do FC Porto, que está no segundo lugar do campeonato.

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O Benfica venceu hoje o Marítimo por 1-0, em jogo da 25.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, mantendo-se a três pontos do FC Porto, que está no segundo lugar do campeonato.

No estádio da Luz, o Benfica marcou o único golo do jogo aos 21 minutos, com o alemão Luca Waldschmidt a não desperdiçar uma grande penalidade, a primeira a beneficiar a equipa esta época no campeonato, com os ‘encarnados’ a somarem a quinta vitória seguida na prova.

Com este resultado, o Benfica recupera o terceiro lugar da I Liga, com 54 pontos, mais um que o Sporting de Braga, e está a três do FC Porto e a 10 do líder Sporting, que tem menos um jogo, enquanto o Marítimo vai em duas derrotas seguidas e está em 17.º e penúltimo, com 21 pontos.

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O alemão Waldschmidt fez a diferença, aos 21 minutos, ao apontar o penálti que ofereceu a quinta vitória consecutiva do Benfica no campeonato e a 250.ª do treinador Jorge Jesus ao leme da equipa lisboeta, que não sofreu qualquer golo nas últimas seis rondas.

A vitória permite ao Benfica manter-se na perseguição ao segundo classificado, o FC Porto, somando 54 pontos, a três dos ‘dragões’, enquanto o Marítimo encerra a jornada na zona de despromoção, no 17.º posto, com 21 pontos, os mesmos do rival madeirense Nacional, que ocupa a última posição.

Se Jorge Jesus abdicou do esquema de três centrais, com Vertonghen no banco e Everton no corredor esquerdo do ataque, Júlio Vélazquez decidiu apostar nesse sistema, com a inclusão de Andreas Karo e René Santos ao lado de Zainadine, bem como de Edgar Costa e Ali Alipour no apoio a Joel Tagueu, na frente, face à suspensão de Rodrigo Pinho.

Depois de tentativas iniciais de Seferovic, num cabeceamento torto, aos 10 minutos, e de Jean Irmer, com um remate fraco ao lado, no lance seguinte, Everton efetuou o primeiro remate enquadrado, aos 17, num ‘tiro’ rasteiro em zona frontal que Amir agarrou.

O Benfica chegou à vantagem beneficiando da primeira grande penalidade a seu favor na presente edição da I Liga, a castigar uma falta de Marcelo Hermes sobre Rafa, que Waldschmidt, na conversão, não desperdiçou, ao atirar colocado para o lado esquerdo de Amir, que ainda adivinhou o lado, aos 21 minutos.

Solicitado por Grimaldo, Seferovic dispôs de nova oportunidade logo de imediato, ao desmarcar-se entre os centrais, mas, apesar do bom domínio, atirou já em esforço ao lado, replicando aos 29, em jogada construída com Rafa, que o suíço rematou para defesa de Amir, com o pé.

A turma madeirense logrou chegar com perigo à baliza das ‘águias’ aos 40 minutos, através de uma bola parada, dirigida a Zainadine ao segundo poste, com o moçambicano a amortecer para Andreas Karo, que permitiu a defesa segura de Helton Leite.

Uma bela jogada de ‘laboratório’ por parte do Benfica deu o mote para um segundo tempo de grande desperdício, quando Otamendi, aos 54 minutos, atirou ao lado, já na pequena área adversária e com a baliza escancarada, após combinação entre Everton e Waldschmidt.

A vencer apenas pela margem mínima, o Benfica voltou, mais uma vez, a adormecer no jogo e a permitir algumas investidas dos forasteiros, a mais flagrante das quais aos 62, salva com uma enorme defesa de Helton Leite com a coxa direita, numa ‘bomba’ de Cláudio Winck no ‘coração’ da área, após um canto, superiorizando-se à defensiva ‘encarnada’.

Na sequência da defesa do guarda-redes brasileiro, o Benfica progrediu no terreno em grande velocidade e Seferovic, completamente isolado diante de Amir, viu o iraniano levar a melhor, levando o treinador Jorge Jesus ao desespero.

As ‘águias’ limitaram-se a controlar as incidências até final, mas, nos descontos e já a defender com três centrais, Correa assustou com um remate ligeiramente ao lado, com o Benfica a desperdiçar nova ocasião flagrante no último minuto do jogo, desta feita pelo recém-entrado Chiquinho, a rematar contra o corpo de Amir.

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PORTUGAL PERDE COM ESPANHA E FALHA ‘FINAL FOUR’ DA LIGA DAS NAÇÕES

A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

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A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

Um golo de Álvaro Morata, aos 88 minutos, selou o triunfo da ‘roja’, finalista vencida em 2021, que ganhou o agrupamento, com 11 pontos, contra 10 de Portugal e nove da Suíça, que venceu em casa a República Checa (2-1), regelada à Liga B, com quatro.

Portugal, vencedor em 2019, só precisava de empatar com a Espanha para selar um lugar na ‘final four’ da terceira edição da Liga das Nações, que se disputará de 14 a 18 de junho de 2023, com Espanha, Croácia, Itália e Países Baixos.

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LIGA PORTUGAL: SETE ANOS CONSECUTIVOS DE CONTAS POSITIVAS

O Relatório e Contas da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), relativo à época 2021/22 foi hoje aprovado por unanimidade, refletindo, pelo sétimo ano consecutivo, um resultado líquido positivo, que desta vez se saldou em 1,182 milhões de euros.

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O Relatório e Contas da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), relativo à época 2021/22 foi hoje aprovado por unanimidade, refletindo, pelo sétimo ano consecutivo, um resultado líquido positivo, que desta vez se saldou em 1,182 milhões de euros.

O documento espelha um valor de receitas totais de 21,9 milhões, ultrapassando pela primeira vez na história da instituição a barreira dos 20 milhões, muito alavancando pelo contrato de ‘naming’ da principal competição de futebol, celebrado com uma empresa de apostas desportivas, que é o maior de sempre firmado pela LPFP.

A primeira tranche desse acordo, com um valor global de 35 milhões de euros, já está refletido neste relatório referente a 2021/22, que marcou o encerrar de um ciclo marcado pelas restrições provocadas pela pandemia de covid-19.

“Estas contas refletem um caminho de rigor orçamental e de uma crescente profissionalização da atividade, que esta Direção da LPFP e todas as sociedades desportivas querem continuar a desenvolver”, disse Rui Caeiro, diretor executivo da instituição.

Ainda nesta assembleia geral da LPFP foi aprovada uma verba de 288 mil euros, oriunda do saldo positivo da exploração comercial, para ser aplicada num reforço do fundo de contingência para as questões judiciais e fiscais existentes.

O valor do passivo contingente, apesar de ter diminuído no exercício em questão, ainda se cifra em 35 milhões euros, sendo que atualmente a LPFP tem um fundo de cerca de um milhão para encarar eventuais questões prementes neste âmbito fiscal e judicial.

“As contas da LPFP encontram-se robustas e preparadas para o que possa surgir no futuro. Nesta época [2021/22] não foi utilizada qualquer verba deste fundo e o passivo contingente até reduziu”, disse Telmo Viana, diretor financeira da instituição.

O responsável realçou “um aumento das receitas e do investimento” e notou que “o grau de execução do orçamento [de 107%] só foi possível pelo rigor aplicado em todas as faces de gestão”.

Além da aprovação do Relatório e Contas, que mereceu um voto de louvor apresentado pelo Marítimo, e seguido por unanimidade pelas sociedades desportivas presentes, foi ainda ratificada nesta assembleia geral uma verba de 550 mil euros para um Fundo de Apoio ao Desenvolvimento de Infraestruturas Tecnológicas das sociedades desportivas.

Para aceder a verbas, os clubes vão ter de apresentar candidatura de projeto nesta área do desenvolvimento digital, que engloba, por exemplo, iniciativas tecnológicas de bilhética.

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LIGA NAÇÕES: PORTUGAL DEFRONTA ESPANHA COM A ‘MIRA’ NA SEGUNDA FINAL FOUR

A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

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A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

O triunfo na República Checa (4-0), no sábado, deixou Portugal a depender apenas de si próprio para alcançar a próxima fase da competição, uma vez que, à entrada para a sexta e última jornada, lidera o grupo, com mais dois pontos do que a Espanha, que perdeu na receção à Suíça (1-2).

A formação comandada por Fernando Santos tem, assim, tudo a seu favor para voltar – três anos depois de conquistar a primeira edição, no Dragão – à ‘final four’ da prova da UEFA, até porque o histórico recente com a Espanha só ostenta empates.

Com João Félix recuperado dos problemas físicos que o afastaram do encontro com os checos, o selecionador luso tem disponíveis os 25 jogadores que se encontram às suas ordens, inclusive João Cancelo, que cumpriu suspensão e falhou o duelo em Praga.

Portugueses ou espanhóis vão fechar o lote das seleções presentes na ‘final four’, para a qual já se apuraram Croácia, Itália e Países Baixos, que venceram os grupos A1, A3 e A4, respetivamente.

O encontro entre Portugal e Espanha, da sexta e última jornada do Grupo A2 da Liga das Nações de 2022/23, tem início marcado para as 19:45, no Estádio Municipal de Braga, com arbitragem do italiano Daniele Orsato.

Após cinco rondas, a formação das ‘quinas’ lidera o agrupamento, com 10 pontos, contra oito da Espanha, seis da Suíça e quatro da República Checa, sendo que o primeiro classificado segue para a ‘final four’ e o último é despromovido à Liga B.

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TRÊS ADEPTOS DO ESTORIL FORA DOS ESTÁDIOS POR INTOLERÂNCIA

Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

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Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

Em comunicado, a Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD) deu hoje conta da decisão proferida na semana passada, relativamente ao caso dos insultos a um homem, com uma criança ao colo, ambos vestidos com camisolas do FC Porto, que terão sido cuspidos enquanto se encontravam numa zona da bancada destinada aos adeptos anfitriões.

“Os três adeptos do Estoril identificados pela GNR, a propósito dos incidentes do jogo Estoril Praia-FC Porto de 16 de setembro, estão já proibidos de entrar em recintos desportivos. Os suspeitos foram notificados pela PSP da decisão da APCVD, que impõe medida cautelar de interdição de acesso a recintos desportivos, e assim aguardarão a conclusão do respetivo processo de contraordenação”, lê-se na referida nota.

Estes três indivíduos podem ser punidos com coimas entre os 1.000 e os 10.000 euros e com pena de interdição de acesso a recintos desportivos até dois anos.

Na sequência do incidente ocorrido no recinto cascalense, e segundo apurado pela APCVD, o pai e a criança com a camisola do FC Porto, vítimas de atos de intolerância, mantiveram-se na mesma bancada, ainda que com a necessidade de os deslocar alguns metros para manter salvaguardada a sua integridade física.

Criança e pai continuaram assim com a camisola do respetivo clube, acolhidos entre adeptos do Estoril, que se demarcaram e mostraram indignados com os atos de intolerância ocorridos.

No dia seguinte, o Estoril Praia lamentou o ocorrido, condenando “todo e qualquer ato de violência, seja ele de que natureza for”.

“Lamentamos profundamente a situação vivida pela filha do adepto do FC Porto no Estádio António Coimbra da Mota, pedindo-lhe desculpas e desejando que nunca deixe de apreciar a verdadeira essência do Desporto. Condenamos as atitudes de quem não consegue controlar as suas emoções e permite que atitudes provocatórias de supostos adeptos de futebol se transformem num momento lamentável de agressividade que não tem lugar num estádio de futebol”, lê-se no comunicado do emblema cascalense.

O Estoril Praia rematou a nota disponibilizando-se “para continuar a colaborar com as entidades competentes na procura das soluções adequadas que possam impedir este género de episódio de voltar a ocorrer num recinto desportivo”.

Antes, já o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, e o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, tinham repudiado este incidente.

Esta foi a segunda vez no espaço de uma semana que tanto o secretário de Estado da Juventude e do Desporto como o presidente da LPFP lamentaram incidentes ocorridos com adeptos em estádios da I Liga.

Em 10 de setembro, uma criança foi obrigada a despir uma camisola do Benfica no estádio do Famalicão, por se encontrar, juntamente com o pai, numa bancada com maioria de adeptos locais.

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