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ARTE & CULTURA

EUNICE MUÑOZ: ATRIZ MARCOU DE FORMA DEFINITIVA O TEATRO PORTUGUÊS

O primeiro-ministro considerou hoje que a atriz Eunice Muñoz marcou de forma definitiva o teatro português, salientando a sua constante comunhão com o público e a sua permanente renovação e reinvenção que conquistou gerações sucessivas.

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O primeiro-ministro considerou hoje que a atriz Eunice Muñoz marcou de forma definitiva o teatro português, salientando a sua constante comunhão com o público e a sua permanente renovação e reinvenção que conquistou gerações sucessivas.

Eunice Muñoz morreu hoje, no Hospital de Santa Cruz, em Lisboa, aos 93 anos, disse à agência Lusa o filho da atriz.

Nascida na Amareleja, no distrito de Beja, em 1928, Eunice Muñoz completou em novembro 80 anos de carreira.

“Eunice Muñoz marcou de forma definitiva o teatro português, trabalhando com os mais importantes encenadores e companhias, sem nunca deixar de se renovar, de se reinventar, de conquistar gerações sucessivas”, escreveu António Costa, numa mensagem que publicou na sua conta na rede social Twitter.

Na mesma mensagem, o primeiro-ministro assinalou que a comunhão de Eunice Muñoz com o público “foi uma constante ao longo da sua carreira, crente de que o teatro só faz sentido se for feito em função dos outros”.

“Eunice, muito obrigado por tudo o que fez pelo teatro e pela cultura portuguesa”, acrescentou António Costa.

Filha e neta de atores de teatro e de artistas de circo, ao longo da carreira Eunice Muñoz entrou em perto de duas centenas de peças, trabalhou com cerca de uma centena de companhias, segundo a base de dados do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e, no cinema e na televisão, o seu nome está associado a mais de oito dezenas de produções de ficção, entre filmes, telenovelas e programas de comédia.

Em abril do ano passado, Eunice Muñoz foi condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, cerca de três anos depois de ter recebido a Grã-Cruz da Ordem de Mérito.

Ao longo de 2021, contracenou com a neta Lídia Muñoz, na peça “A margem do tempo”, em diferentes palcos do país, numa digressão que culminou no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, em 28 de novembro, exatamente 80 anos após a sua estreia.

No final da sessão, a que assistiram o primeiro-ministro, António Costa, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, foi prestada uma homenagem à atriz.

“Este teatro foi a minha casa durante muito anos, fui feliz no palco, em tudo o que cá fiz”, afirmou então Eunice Muñoz, no final da sessão.

“Agradeço sobretudo a vocês, ao público, que me acarinhou, que me aplaudiu desde que comecei, até agora que comemoro os meus 80 anos de carreira”, salientou.

“O teatro precisa de nós, de nós no palco e de vocês que recebem o melhor que temos para dar”, acrescentou ainda Eunice Muñoz, concluindo que, “apesar dos dias estranhos e difíceis, o belo continua a existir”.

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SALAS DE CINEMA PORTUGUESAS RECEBEM 862 MIL ESPECTADORES EM ABRIL

As salas de cinema em Portugal receberam 862 mil espectadores em abril deste ano, revelou hoje o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), um número ainda distante dos valores pré-pandemia de covid-19.

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As salas de cinema em Portugal receberam 862 mil espectadores em abril deste ano, revelou hoje o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), um número ainda distante dos valores pré-pandemia de covid-19.

De acordo com os dados mensais do ICA, hoje divulgados, as salas de cinema faturaram 4,9 milhões de euros em abril, mais de um milhão acima dos números alcançados em março deste ano. Devido ao impacto da pandemia de covid-19, é impossível comparar com o mês homólogo de 2021 ou 2020.

Para referência, em abril de 2019, houve 1,5 milhões de espectadores de cinema, o que totalizou 8,2 milhões de euros de receita bruta.

Desta forma, nos quatro primeiros meses de 2022, os cinemas portugueses faturaram 13,7 milhões de euros, num total de 2,4 milhões de espectadores.

O filme mais visto em abril foi “Monstros Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, de David Yates, que em menos de um mês de exibição acumulou quase 200 mil espectadores e assim se tornou no quarto filme mais visto do ano, em Portugal.

Em 2022, o filme mais visto, até agora, é “Uncharted”, de Ruben Fleischer, com 329,9 mil espectadores, seguindo-se “The Batman”, de Matt Reeves, com 272,5 mil espectadores, e “Homem Aranha: Sem Volta a Casa”, de Jon Watts, com a soma de 218,3 mil espectadores.

Na lista de filmes portugueses, o mais visto do ano é “Salgueiro Maia – o Implicado”, de Sérgio Graciano, com 13.433 pessoas. No segundo lugar da lista, surge a coprodução nacional “O Homem que Matou D. Quixote”, de Terry Gilliam, com 6.876 espectadores, e, depois, o mais recente filme de António-Pedro Vasconcelos, “Km 224”, com 2.878.

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MORREU EUNICE MUÑOZ. A ESTRELA MAIOR DO TEATRO PORTUGUÊS TINHA 93 ANOS

A atriz Eunice Muñoz morreu, esta sexta-feira, no Hospital de Santa Cruz, em Lisboa, aos 93 anos, revelou à agência Lusa o filho da atriz.

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A atriz Eunice Muñoz morreu, esta sexta-feira, no Hospital de Santa Cruz, em Lisboa, aos 93 anos, revelou à agência Lusa o filho da atriz.

Nascida na Amareleja, no distrito de Beja, em 1928, Eunice Muñoz completou em novembro 80 anos de carreira.

A estreia de Eunice Muñoz aconteceu exatamente no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, em 28 de novembro de 1941, na peça “Vendaval”, de Virgínia Vitorino, com a Companhia Rey Colaço/Robles Monteiro, que aí se encontrava sediada.

Filha e neta de atores de teatro e de artistas de circo, ao longo da carreira Eunice Muñoz entrou em perto de duas centenas de peças, trabalhou com cerca de uma centena de companhias, segundo a base de dados do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e, no cinema e na televisão, o seu nome está associado a mais de oito dezenas de produções de ficção, entre filmes, telenovelas e programas de comédia.

Em abril do ano passado, Eunice Muñoz foi condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, cerca de três anos depois de ter recebido a Grã Cruz da Ordem de Mérito.

Ao longo de 2021, contracenou com a neta Lídia Muñoz, na peça “A margem do tempo”, em diferentes palcos do país, numa digressão que culminou no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, em 28 de novembro, exatamente 80 anos após a sua estreia.

No final da sessão, a que assistiram o primeiro-ministro, António Costa, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, foi prestada uma homenagem à atriz.

Este teatro foi a minha casa durante muito anos, fui feliz no palco, em tudo o que cá fiz”, afirmou então Eunice Muñoz, no final da sessão.

“Agradeço sobretudo a vocês, ao público, que me acarinhou, que me aplaudiu desde que comecei, até agora que comemoro os meus 80 anos de carreira”, salientou.

“O teatro precisa de nós, de nós no palco e de vocês que recebem o melhor que temos para dar”, acrescentou ainda Eunice Muñoz, concluindo que, “apesar dos dias estranhos e difíceis, o belo continua a existir”.

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WILL SMITH É BANIDO DA CERIMÓNIA DOS ÓSCARES DURANTE 10 ANOS – ACADEMIA

A academia de cinema norte-americana proibiu hoje o ator Will Smith de comparecer à cerimónia dos Óscares ou qualquer evento daquele organismo por 10 anos, na sequência do “comportamento nocivo” que demonstrou ao agredir o comediante Chris Rock.

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A academia de cinema norte-americana proibiu hoje o ator Will Smith de comparecer à cerimónia dos Óscares ou qualquer evento daquele organismo por 10 anos, na sequência do “comportamento nocivo” que demonstrou ao agredir o comediante Chris Rock.

A interdição surge uma semana depois de o ator ter apresentado a demissão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, depois de ter dado uma bofetada a Chris Rock na 94.ª cerimónia dos Óscares.

Numa carta aberta hoje divulgada após a reunião matinal dos 54 dos governadores da Academia, o presidente do grupo, David Rubin, e o presidente-executivo, Dawn Hudson, consideraram “inaceitável” o comportamento de Will Smith, admitindo que não lidaram com situação de forma adequada durante o evento que ocorreu em 27 de março.

“(…) Lamentamos. Esta foi uma oportunidade para darmos um exemplo para os nossos convidados, espetadores e à nossa família da Academia em todo o mundo, e ficamos aquém – incapacitados para o inédito”, lê-se na carta.

O ator norte-americano Will Smith apresentou na passada sexta-feira a demissão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela organização dos Óscares, depois de ter agredido o humorista Chris Rock no domingo durante a 94.º cerimónia do evento.

“Respondi diretamente ao aviso de uma audição disciplinar da Academia e vou aceitar plenamente todas quaisquer consequências pela minha conduta. As minhas ações (…) foram chocantes, dolorosas e imperdoáveis”, adiantou Will Smith num comunicado divulgado pela imprensa norte-americana.

“A lista daqueles que magoei é longa e inclui o Chris [Rock], a sua família, muitos dos meus queridos amigos e entes queridos, todos os presentes e o público global em casa”, indicou.

No comunicado, Will Smith disse ainda que traiu a “confiança da Academia” e, por isso, apresentou a demissão.

“(…) Estou a demitir-me da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e aceitarei quaisquer outras consequências que o Conselho considerar apropriadas. A mudança leva tempo e estou e comprometido em fazer o trabalho para garantir que nunca mais permita que a violência se sobreponha à razão”, salientou.

Will Smith lamentou também ter privado “outros nomeados e vencedores de terem tido a sua oportunidade de celebrar e ser celebrado pelo seu trabalho extraordinário”.

“Estou de coração partido. Quero colocar o foco de volta naqueles que merecem atenção pelas suas realizações e permitir que a Academia volte ao incrível trabalho que faz para apoiar a criatividade e a arte no cinema”, sustentou.

A Academia de Cinema dos Estados Unidos condenou segunda-feira a agressão do ator Will Smith ao humorista Chris Rock, na cerimónia dos Óscares, no domingo, e revelou que iria analisar o caso e tirar daí as consequências.

“Iniciámos oficialmente uma análise sobre o incidente e iremos considerar possíveis ações e consequências, de acordo com os nossos regulamentos, padrões de conduta e segundo a lei da Califórnia”, afirmou a academia em comunicado citado pela imprensa norte-americana.

Na terça-feira, Will Smith pediu publicamente desculpas a Chris Rock, admitindo que passou dos limites e que o seu comportamento foi “inaceitável e indesculpável”.

“A violência, em todas as formas, é venenosa e destrutiva. O meu comportamento ontem [domingo] à noite nos prémios da Academia foi inaceitável e indesculpável. (…) Passei dos limites e errei. Tenho vergonha e os meus atos não corresponderam ao homem que eu quero ser”, afirmou o ator numa declaração escrita partilhado no Instagram.

Dirigindo-se diretamente a Chris Rock, Will Smith pediu-lhe desculpas pela agressão, que aconteceu em palco, em direto, na cerimónia dos Óscares, na qual acabou por ser distinguido como melhor ator, pela participação no filme “King Richard: Para além do jogo”.

O incidente aconteceu durante a cerimónia dos Óscares quando o humorista Chris Rock, que ia apresentar o Óscar de Melhor Documentário, iniciou a sua intervenção com um número de comédia, durante o qual comparou a mulher de Smith, a atriz Jada Pinkett-Smith – que não tem cabelo, por sofrer de uma doença autoimune -, à tenente O’Neil, “GI Jane”, do filme de Ridley Scott.

Will Smith levantou-se, subiu a palco deu uma bofetada em Chris Rock e regressou ao lugar, de onde continuou a gritar: “Mantém o nome da minha mulher fora da sua ‘fucking mouth'”.

Em palco, Chris Rock ainda tentou minimizar a situação, mas sem disfarçar o incómodo, dizendo que tinha sido um momento para “a história da televisão”.

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ATOR BRUCE WILLIS DEIXA DE REPRESENTAR POR QUESTÕES DE SAÚDE

O ator norte-americano Bruce Willis deixará de representar por questões de saúde, na sequência de um diagnóstico de afasia, que afeta a fala e a linguagem, revelou hoje a família.

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O ator norte-americano Bruce Willis deixará de representar por questões de saúde, na sequência de um diagnóstico de afasia, que afeta a fala e a linguagem, revelou hoje a família.

Na rede social Instagram, uma das filhas do ator explica que Bruce Willis foi diagnosticado recentemente com afasia, doença que interfere nas capacidades cognitivas, pelo que “depois de muita reflexão”, decidiu retirar-se da representação.

A afasia é descrita como uma perturbação da linguagem e que decorre de uma lesão ou doença no cérebro, afetando a capacidade de comunicação, de escrita e de leitura.

Bruce Willis tem 67 anos e a carreira no cinema começou nos anos 1980, discretamente e em pequenos papéis, nomeadamente no filme “O Veredicto” (1980), de Sidney Lumet, escreveu a revista Variety.

O verdadeiro arranque de carreira do ator, que nasceu na Alemanha e cresceu nos Estados Unidos, aconteceu com a série televisiva “Modelo e Detective”, entre 1985 e 1989, ao lado da atriz Cybill Shepherd, e em “Die Hard – Assalto ao Arranha-Céus”, o primeiro de uma popular série de quatro filmes de ação.

Bruce Willis também fez comédia, nomeadamente em “Olha quem fala” (1989) e “A morte fica-vos tão bem” (1992), sendo ainda de sublinhar a participação em “A fogueira das vaidades” (1990), de Brian de Palma, “Pulp Fiction” (1994), de Quentin Tarantino e no qual contracena com a atriz portuguesa Maria de Medeiros, e em “O sexto sentido” (1999) e “O protegido” (2000), ambos de M. Night Shyamalan.

De acordo com o portal IMDB, há pelo menos nove projetos em pós-produção ou ainda por estrear que contam com a participação de Bruce Willis.

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