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VERÍSSIMO ASSUME QUE ÉPOCA DO BENFICA NÃO FOI BEM-SUCEDIDA

O treinador do Benfica assumiu hoje que a época da equipa de futebol não foi bem-sucedida, por não ter conquistado quaisquer títulos, mas preferiu olhar para o “copo meio cheio” no balanço da sua passagem pelas funções.

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O treinador do Benfica assumiu hoje que a época da equipa de futebol não foi bem-sucedida, por não ter conquistado quaisquer títulos, mas preferiu olhar para o “copo meio cheio” no balanço da sua passagem pelas funções.

“Não posso dizer que foi uma missão bem-sucedida, na medida em que não conquistámos qualquer título, portanto é uma época má. Mas também devemos olhar para o copo meio cheio e perceber que esta equipa também fez coisas interessantes”, resumiu Nelson Veríssimo, em conferência de imprensa que decorreu no Seixal.

Sem se deter, o treinador que sucedeu a Jorge Jesus, no final de dezembro, enumerou os aspetos positivos, começando pelo “percurso na Liga dos Campeões”, e que a equipa, “com mérito, foi passando as eliminatórias”, acabando por eliminar o Ajax e cair frente ao Liverpool, equipas que, a par do Bayern Munique, “tinham sido as únicas a passar [a fase de grupos] sem qualquer ponto perdido”.

Nas competições nacionais, os principais objetivos não foram conseguidos, mas o Benfica deu “uma boa resposta” em momentos em que “a ideia geral era que o resultado estava feito mesmo antes de a equipa ir a jogo”.

“A nível interno, obviamente, o objetivo passaria sempre por chegar em primeiro lugar ao final da Liga e não conseguimos. Não o conseguindo, seria alcançar o apuramento direto para a Liga dos Campeões, o que também não conseguimos. Fica esse jogo de Alvalade, em que, mais uma vez, a equipa deu uma boa resposta, tal como com o FC Porto, em casa, apesar de termos perdido”, analisou Veríssimo.

Por outro lado, o técnico destacou, também, “jogadores que acabaram por crescer ainda mais”, tais como “Darwin [Núñez], Everton e Julian [Weigl]”, e a “aposta na continuidade de Paulo Bernardo e Gonçalo Ramos”, bem como outros jovens oriundos da formação do clube.

“Olhando para o futuro do Benfica, abrimos portas à possibilidade de olhar para outros jovens como o Henrique Araújo, que se estreou, o Sandro [Cruz], o Tomás Araújo. Portanto, reconhecendo que não se conquistou qualquer título, podemos olhar para a temporada e encontrar uma série de situações positivais”, concluiu.

Ainda relativamente aos jogadores formados no clube, o técnico adiantou que vai levar para o desfio frente ao Paços de Ferreira, na sexta-feira, “jovens que ainda não tinham integrado a convocatória da equipa A”, tais como “Martim [Neto] e Diego [Moreira]”, além de promover os regressos de “Sandro [Cruz] e [Tiago] Gouveia”.

“É uma questão de oportunidade. Hoje, foram escolhidos estes, provavelmente amanhã [sexta-feira] alguns poderão jogar de início ou entrar com o jogo a decorrer. Todos eles têm qualidade, mas têm de continuar a lutar para merecer as oportunidades que os treinadores vão acabar por lhes dar”, vincou o técnico dos ‘encarnados’.

A visita a Paços de Ferreira, em encontro da 34.ª e última jornada da Liga, com início marcado para as 20:15 e arbitragem de Hugo Silva (AF Santarém), marca o último encontro de Nelson Veríssimo como treinador do Benfica, mas o técnico mostrou-se convicto de que voltará ao clube.

“É a segunda vez que passo por esta cadeira de sonho e tenho a plena convicção de que no futuro esta porta se irá abrir noutro contexto e noutras circunstâncias que permitam desenvolver outro tipo de trabalho”, afiançou o treinador.

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PORTUGAL PERDE COM ESPANHA E FALHA ‘FINAL FOUR’ DA LIGA DAS NAÇÕES

A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

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A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

Um golo de Álvaro Morata, aos 88 minutos, selou o triunfo da ‘roja’, finalista vencida em 2021, que ganhou o agrupamento, com 11 pontos, contra 10 de Portugal e nove da Suíça, que venceu em casa a República Checa (2-1), regelada à Liga B, com quatro.

Portugal, vencedor em 2019, só precisava de empatar com a Espanha para selar um lugar na ‘final four’ da terceira edição da Liga das Nações, que se disputará de 14 a 18 de junho de 2023, com Espanha, Croácia, Itália e Países Baixos.

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LIGA PORTUGAL: SETE ANOS CONSECUTIVOS DE CONTAS POSITIVAS

O Relatório e Contas da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), relativo à época 2021/22 foi hoje aprovado por unanimidade, refletindo, pelo sétimo ano consecutivo, um resultado líquido positivo, que desta vez se saldou em 1,182 milhões de euros.

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O Relatório e Contas da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), relativo à época 2021/22 foi hoje aprovado por unanimidade, refletindo, pelo sétimo ano consecutivo, um resultado líquido positivo, que desta vez se saldou em 1,182 milhões de euros.

O documento espelha um valor de receitas totais de 21,9 milhões, ultrapassando pela primeira vez na história da instituição a barreira dos 20 milhões, muito alavancando pelo contrato de ‘naming’ da principal competição de futebol, celebrado com uma empresa de apostas desportivas, que é o maior de sempre firmado pela LPFP.

A primeira tranche desse acordo, com um valor global de 35 milhões de euros, já está refletido neste relatório referente a 2021/22, que marcou o encerrar de um ciclo marcado pelas restrições provocadas pela pandemia de covid-19.

“Estas contas refletem um caminho de rigor orçamental e de uma crescente profissionalização da atividade, que esta Direção da LPFP e todas as sociedades desportivas querem continuar a desenvolver”, disse Rui Caeiro, diretor executivo da instituição.

Ainda nesta assembleia geral da LPFP foi aprovada uma verba de 288 mil euros, oriunda do saldo positivo da exploração comercial, para ser aplicada num reforço do fundo de contingência para as questões judiciais e fiscais existentes.

O valor do passivo contingente, apesar de ter diminuído no exercício em questão, ainda se cifra em 35 milhões euros, sendo que atualmente a LPFP tem um fundo de cerca de um milhão para encarar eventuais questões prementes neste âmbito fiscal e judicial.

“As contas da LPFP encontram-se robustas e preparadas para o que possa surgir no futuro. Nesta época [2021/22] não foi utilizada qualquer verba deste fundo e o passivo contingente até reduziu”, disse Telmo Viana, diretor financeira da instituição.

O responsável realçou “um aumento das receitas e do investimento” e notou que “o grau de execução do orçamento [de 107%] só foi possível pelo rigor aplicado em todas as faces de gestão”.

Além da aprovação do Relatório e Contas, que mereceu um voto de louvor apresentado pelo Marítimo, e seguido por unanimidade pelas sociedades desportivas presentes, foi ainda ratificada nesta assembleia geral uma verba de 550 mil euros para um Fundo de Apoio ao Desenvolvimento de Infraestruturas Tecnológicas das sociedades desportivas.

Para aceder a verbas, os clubes vão ter de apresentar candidatura de projeto nesta área do desenvolvimento digital, que engloba, por exemplo, iniciativas tecnológicas de bilhética.

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LIGA NAÇÕES: PORTUGAL DEFRONTA ESPANHA COM A ‘MIRA’ NA SEGUNDA FINAL FOUR

A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

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A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

O triunfo na República Checa (4-0), no sábado, deixou Portugal a depender apenas de si próprio para alcançar a próxima fase da competição, uma vez que, à entrada para a sexta e última jornada, lidera o grupo, com mais dois pontos do que a Espanha, que perdeu na receção à Suíça (1-2).

A formação comandada por Fernando Santos tem, assim, tudo a seu favor para voltar – três anos depois de conquistar a primeira edição, no Dragão – à ‘final four’ da prova da UEFA, até porque o histórico recente com a Espanha só ostenta empates.

Com João Félix recuperado dos problemas físicos que o afastaram do encontro com os checos, o selecionador luso tem disponíveis os 25 jogadores que se encontram às suas ordens, inclusive João Cancelo, que cumpriu suspensão e falhou o duelo em Praga.

Portugueses ou espanhóis vão fechar o lote das seleções presentes na ‘final four’, para a qual já se apuraram Croácia, Itália e Países Baixos, que venceram os grupos A1, A3 e A4, respetivamente.

O encontro entre Portugal e Espanha, da sexta e última jornada do Grupo A2 da Liga das Nações de 2022/23, tem início marcado para as 19:45, no Estádio Municipal de Braga, com arbitragem do italiano Daniele Orsato.

Após cinco rondas, a formação das ‘quinas’ lidera o agrupamento, com 10 pontos, contra oito da Espanha, seis da Suíça e quatro da República Checa, sendo que o primeiro classificado segue para a ‘final four’ e o último é despromovido à Liga B.

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TRÊS ADEPTOS DO ESTORIL FORA DOS ESTÁDIOS POR INTOLERÂNCIA

Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

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Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

Em comunicado, a Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD) deu hoje conta da decisão proferida na semana passada, relativamente ao caso dos insultos a um homem, com uma criança ao colo, ambos vestidos com camisolas do FC Porto, que terão sido cuspidos enquanto se encontravam numa zona da bancada destinada aos adeptos anfitriões.

“Os três adeptos do Estoril identificados pela GNR, a propósito dos incidentes do jogo Estoril Praia-FC Porto de 16 de setembro, estão já proibidos de entrar em recintos desportivos. Os suspeitos foram notificados pela PSP da decisão da APCVD, que impõe medida cautelar de interdição de acesso a recintos desportivos, e assim aguardarão a conclusão do respetivo processo de contraordenação”, lê-se na referida nota.

Estes três indivíduos podem ser punidos com coimas entre os 1.000 e os 10.000 euros e com pena de interdição de acesso a recintos desportivos até dois anos.

Na sequência do incidente ocorrido no recinto cascalense, e segundo apurado pela APCVD, o pai e a criança com a camisola do FC Porto, vítimas de atos de intolerância, mantiveram-se na mesma bancada, ainda que com a necessidade de os deslocar alguns metros para manter salvaguardada a sua integridade física.

Criança e pai continuaram assim com a camisola do respetivo clube, acolhidos entre adeptos do Estoril, que se demarcaram e mostraram indignados com os atos de intolerância ocorridos.

No dia seguinte, o Estoril Praia lamentou o ocorrido, condenando “todo e qualquer ato de violência, seja ele de que natureza for”.

“Lamentamos profundamente a situação vivida pela filha do adepto do FC Porto no Estádio António Coimbra da Mota, pedindo-lhe desculpas e desejando que nunca deixe de apreciar a verdadeira essência do Desporto. Condenamos as atitudes de quem não consegue controlar as suas emoções e permite que atitudes provocatórias de supostos adeptos de futebol se transformem num momento lamentável de agressividade que não tem lugar num estádio de futebol”, lê-se no comunicado do emblema cascalense.

O Estoril Praia rematou a nota disponibilizando-se “para continuar a colaborar com as entidades competentes na procura das soluções adequadas que possam impedir este género de episódio de voltar a ocorrer num recinto desportivo”.

Antes, já o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, e o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, tinham repudiado este incidente.

Esta foi a segunda vez no espaço de uma semana que tanto o secretário de Estado da Juventude e do Desporto como o presidente da LPFP lamentaram incidentes ocorridos com adeptos em estádios da I Liga.

Em 10 de setembro, uma criança foi obrigada a despir uma camisola do Benfica no estádio do Famalicão, por se encontrar, juntamente com o pai, numa bancada com maioria de adeptos locais.

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