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LEGISLATIVAS: ERC DELIBERA SOBRE SONDAGEM “POLÉMICA” DO CHEGA

A ERC instou a Intercampus e o jornal Folha Nacional (Chega) a cumprirem a lei das sondagens numa deliberação tomada três dias após as eleições legislativas, a qual foi esta terça-feira divulgada no site do regulador dos media.

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A ERC instou a Intercampus e o jornal Folha Nacional (Chega) a cumprirem a lei das sondagens numa deliberação tomada três dias após as eleições legislativas, a qual foi esta terça-feira divulgada no site do regulador dos media.

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) recebeu, em 22 de fevereiro, duas queixas por alegado incumprimento da Lei das Sondagens na realização e publicação de uma sondagem divulgada pela publicação periódica Folha Nacional, na sua página eletrónica, naquela data.

No dia seguinte, contactada pela Lusa, fonte oficial afirmou que tinha determinado a abertura de um processo de averiguações a uma sondagem divulgada pelo Chega no seu jornal Folha Nacional, realizada pela empresa brasileira Paraná Pesquisas não credenciada pelo regulador, sob o título: “Pela primeira vez sondagem apresenta empate técnico entre PS, AD e Chega para as legislativas” de 10 de março.

Na altura, o diretor da Intercampus, António Salvador, confirmou à Renascença que a sua empresa tinha feito a recolha da informação, com a análise dos dados a ficar a cargo da Paraná Pesquisas, adiantando que o estudo de opinião foi feito com a condição de que não fosse divulgado nos media.

Na deliberação, datada de 13 de março, lê-se que “apreciadas duas queixas por alegado incumprimento da Lei n.º 10/2000, de 21 de junho (Lei das Sondagens)”, o Conselho Regulador delibera “instar a Intercampus para a obrigação de cumprir escrupulosamente o n.º 2 do artigo 5.º da Lei das Sondagens, alertando-a para a possibilidade de depósito preventivo confidencial”.

Delibera também “instar o Folha Nacional para o cumprimento da Lei das Sondagens, quanto ao dever de inclusão de todos os elementos de publicação obrigatória impostos”, “designadamente dos elementos previstos” como número de pessoas inquiridas, sua repartição geográfica e composição; a taxa de resposta e indicação de eventuais enviesamentos que os não respondentes possam introduzir; a indicação da percentagem de pessoas inquiridas cuja resposta foi ‘não sabe/não responde’, bem como a percentagem de pessoas que declararam que se irão abster; e o método de amostragem utilizado, “sob pena de abertura do correspondente procedimento contraordenacional”.

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QUASE 4% DA POPULAÇÃO CONSOME SEDATIVOS SEM CONTROLO MÉDICO – RELATÓRIO

Quase 4% da população toma sedativos sem controlo por parte de um médico, havendo casos de obtenção de medicamentos sem receita, consumo de doses excessivas ou por mais tempo do que o prescrito, revela um estudo divulgado hoje.

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Quase 4% da população toma sedativos sem controlo por parte de um médico, havendo casos de obtenção de medicamentos sem receita, consumo de doses excessivas ou por mais tempo do que o prescrito, revela um estudo divulgado hoje.

“Entre a população geral, 3,9% admitiram ter um uso não controlado por um médico de medicamentos sedativos ao longo da vida”, indica o relatório final do V Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral, Portugal 2022, divulgado pelo Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD).

O estudo, que dedica um capítulo aos medicamentos, mostra que o mais habitual são os casos em que as pessoas usam sedativos sem receita médica (38%), seguindo-se os consumos de doses maiores que as prescritas (29%).

“Cerca de 21% usaram por períodos mais longos que os prescritos e 11% para finalidades diferentes das prescritas”, lê-se ainda no estudo que tem por base entrevistas realizadas entre setembro de 2021 e novembro de 2022 a pessoas entre os 15 e os 74 anos de idade.

Os inquiridos apontaram como motivos para tomar medicamentos sedativos o facto de estes os ajudarem a relaxar, mas também por estarem doentes ou com depressão.

No estudo também aparecem casos em que os inquiridos admitiram recorrer aos sedativos para tentar esquecer problemas ou procurar um estado de alegria.

Mas, em Portugal a grande maioria da população (86%) é abstinente do consumo de medicamentos sedativos, chegando esta percentagem aos 91% no caso dos homens.

Na população dos 15 aos 64 anos, a prevalência de consumo foi de 13%, mantendo-se próxima dos valores registados no estudo anterior, de 2017 (12,1%).

Os sedativos são a terceira substância psicoativa com maior expressão, depois do álcool e do tabaco.

Contrariamente ao álcool e ao tabaco, o consumo de sedativos é mais habitual entre o sexo feminino: em 2022 afetava 16,9% das mulheres contra 9% dos homens.

O relatório apresenta também um capitulo sobre o tabaco, cujo consumo aumentou entre 2017 e 2022, passando de 48,8% para 51%.

Tal como acontece com o álcool, é também aos 16 anos que os mais jovens dizem ter começado a fumar.

A curiosidade e vontade de experimentar e a influência dos amigos são alguns dos motivos para experimentar, sendo que também houve quem apontasse como razão estar numa festa ou num outro momento festivo.

O relatório final hoje divulgado revela ainda que três em cada quatro pessoas (75,8%) consumiram álcool ao longo da vida em Portugal e que um quarto da população geral é abstinente.

O inquérito foi realizado pelo CICS.NOVA — Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH) para o SICAD — Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, na sequência dos estudos realizados em 2001, 2007, 2012 e 2017.

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MONTENEGRO REÚNE PRIMEIRO CONSELHO DE MINISTROS NA QUARTA-FEIRA

A primeira reunião do Conselho de Ministros do XXIV Governo Constitucional vai realizar-se na quarta-feira, em Lisboa, foi hoje divulgado.

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A primeira reunião do Conselho de Ministros do XXIV Governo Constitucional vai realizar-se na quarta-feira, em Lisboa, foi hoje divulgado.

No final da reunião haverá uma conferência de imprensa na residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, ainda sem hora marcada.

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, empossou hoje o primeiro-ministro e depois os 17 ministros do executivo minoritário formado por PSD e CDS-PP, na Sala dos Embaixadores do Palácio Nacional da Ajuda, 23 dias depois das eleições legislativas antecipadas de 10 de março,

O XXIV Governo Constitucional ficará completo com a posse dos secretários de Estado, marcada para sexta-feira.

Na cerimónia de hoje, que começou exatamente pelas 18:00, os membros do novo executivo foram chamados um a um, por ordem hierárquica, para prestar juramento e assinar o auto de posse, processo que durou cerca de 13 minutos.

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